sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Cores ao vivo

Um dos meus hobbies favoritos/frustrantes é o de desenhar. Favorito porque desenhar sempre é muito divertido. Frustrante porque eu não sou bom nisso. Daí, surge o equilíbrio perfeito.
Foi mais ou menos por isso que, há alguns anos, eu comprei um software chamado Colors! 3D, pro meu 3DS. Com isso, consegui acesso à galeria Colors! Live, criando minha própria conta e tudo mais.

Como ando meio lento esses dias, em termos de criar conteúdo e mais o que, achei que seria uma boa compartilhar aqui alguns de meus (nada gloriosos) trabalhos, que foram publicados na galeria. Postarei os menos ruins* aqui, enquanto vou deixar um link, no final, para que vocês possam ter acesso à galeria. Digo minha galeria, mas isso é mais uma desculpa, já que minha maior recomendação é que vocês deem uma olhada na galeria Colors! em toda a sua plenitude. Claro, há mais imagens de My Little Pony do que eu gostaria, e algumas delas não fazem tanto sentido, mas existem alguns trabalhos muito legais. Enfim, deixo aqui a galeria e o link. Bom proveito!


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Comentário: A verdadeira história de João, o pirralho ladrão, e o pé de feijão

Contos de fada, nos dias de hoje, geralmente são formas de ensinar valores das mais diversas formas às crianças. Pode ser algo mundano e básico, como "obedeça seus pais", ou coisas um tanto mais complexas como "não converse com estranhos".
A estrutura de um conto de fada é simples: início, suspense, clímax e resolução (geralmente na forma de um final feliz).

O que poucos devem saber é que nem sempre foi assim. Contos de fada eram bem mais sombrios e complexos do que as curtas histórias que ouvimos com tanta frequência.
Chapeuzinho Vermelho, os Três Porquinhos, Cinderela, putz, até Branca de Neve, contavam com detalhes tão diferentes, alguns tão cruéis e malvados, que você percebe que a intenção não era ensinar crianças a ter valores, mas assustá-las o suficiente para obrigá-las a tê-los... Ou... Algo nesse nível.

Apesar de todas essas versões originais serem dignas de comentário, vou me limitar a falar apenas da mais recente que descobri, já que foi a que mais me deixou perplexo.
Me refiro à versão original do João e o Pé de Feijão, que, legitimamente, me deixou de boca aberta, não por causa da trama geral (praticamente tudo está no mesmo lugar, só que com algumas adições aqui e ali), mas sim por causa dos motivos de João.

domingo, 9 de agosto de 2015

Mini-análises de filmes #1

Depois de um longo hiato na página O Lobo Contador de Histórias (cujo nome já foi alterado para bater com o do blog), eu havia decidido escrever uma série de pequenas análises de filmes, velhos e novos, para postar e não deixá-la tão vazia quanto estava. Fiz isso por algum tempo e, praticamente desde o primeiro dia, eu já tinha em mente a noção de publicá-las no blog depois que um certo número fosse atingido. A especificidade do número foi embora, mas a ideia de publicar aqui continua, e é isso mesmo que vou fazer. Com vocês, as análises da nossa página.

"Tive uma boa ideia do que fazer aqui nessa página! Ói que legal!
Para complementar o raro conteúdo que aparece por aqui, vou fazer algo que todo mundo já faz! Mini-revisões de filmes! Yay!
Eu já fiz muito disso na minha conta pessoal, então admito que estarei me sentindo em casa. Isso e assim também fica mais interessante.
Como um eterno amante de histórias, acho válido mencionar algumas produções de diferentes mídias e analisar, brevemente, seus pontos positivos e negativos (algo mais no nível de consenso mesmo, só postando conclusão, visto que estamos em uma página de Facebook afinal). Ao final de certo número, poderei até postá-los lá no blog, quem sabe... Com isso dito, vou mandar logo a primeira." 

Mudamos o nome (e, com sorte, a atitude)

Tinha uma coisa que eu queria fazer há algum tempo, mas que nunca soube como fazer.
O título deste blog, LDM - Os Grandes, fazia muito sentido quando eu o criei há uns... Sei lá, sete, oito anos?
O tempo passou... E eu percebi que precisava mudar o nome do blog. Tratava-se de uma questão simples: isso era necessário para seguir em frente, e foi o que eu fiz.

Para o nome novo, Épicamente chato, foi preciso um pouco de reflexão. Apesar de tudo, a resposta, como tantas outras, se revelou logo abaixo do meu nariz. Quero deixar o dia de quem passa aqui um pouco mais divertido, mais interessante, mais épico, talvez. Consigo fazer isso? Não muito, sou meio chato muitas vezes... Mas eu sei que até mesmo o chato pode ser divertido, intrigante... Épico, se me permitem.

Traço aqui meus novos objetivos, e espero que você que está lendo isto agora tenha um ótimo dia. Que se divirta com o que poderá encontrar aqui, e que você consiga fazer aquilo que deseja.

Entretenimento não faz mal a ninguém; muito pelo contrário: pode ser justamente o que você precisava para suportar mais um dia.