sábado, 19 de julho de 2014

Aladdin (1992)

Não faço ideia de como fazer essa introdução, então, vamos simplesmente pular para o filme.


Aladdin é um filme bom pra caramba. Tipo, bom mesmo. Não só sua trama caiu direto no gosto da cultura pop, como também introduziu vários personagens carismáticos.

Uma coisa que eu observei enquanto via o filme, talvez pelo fato de tê-lo assistido já centenas de vezes, é que existem várias mensagens tentando ser passadas. Ser você mesmo, o perigo do desejo por poder, saber usar um poder maior, e coisas assim estão presentes, e são mencionadas de forma sutil.

Bom, falemos dos personagens.
Começando pelo personagem titular, Aladdin é daqueles que entra no gosto do público assim que aparece. É simpático, divertido e um bom garoto no geral. Acho que o ponto principal nele é justamente o seu carisma. O jeito como ele passa pelas situações que tem de enfrentar ajudam nisso, e, também, ele é um bom protagonista, mas não da forma como Ariel era. No caso, ele se ajusta ao que a trama joga nele, e não o contrário. Isso é bom porque o filme passa a agir de maneira um pouco diferente, e única, de certa forma. Além disso, vemos mais do protagonista e sua determinação quando o mundo se move sem precisar dele e ele deve se virar.

O caso de Jasmine é semelhante. A jovem princesa também não é quem puxa as rédeas (exceto em um momento), mas se ajusta a elas. É uma personagem boa também, e é uma das poucas princesas Disney que escapam do clichê de donzela amável em perigo, até porque ela é bem mais esperta do que parece (embora fosse mais bacana se tivessem explorado esse lado um pouco mais).

Quem acaba comandando os eventos do filme é ninguém menos do que o vilão Jafar. Praticamente tudo o que acontece ocorre por causa dos planos dele (que, a propósito, nunca dão certo). Isso pode soar estranho, mas com uma análise mais delicada, dá pra perceber.
Fora isso, ele é bem feito também. Seu desejo de poder, apesar de clichê (um conselheiro/vizir real que quer o trono), é bem trabalhado e mostra até que ponto ele é capaz de ir.
Inclusive, sua relação com o papagaio Iago cria algumas conversas e revelações bem interessantes.

Apesar de ter um lado mais dramático, é inegável que Aladdin apela muito para o lado cômico também. É aqui que personagens como o macaco Abu, o tapete mágico e, é óbvio, o Gênio fazem aparições brilhantes.
Eu queria falar um pouco do Gênio (que, sério, fará você rir de um jeito ou de outro), mas ele já é bem popular por conta própria, o que acabaria tornando o que eu falar redundante.

As músicas desse filme estão dentre as mais memoráveis da Disney, e todas elas são difíceis de esquecer, mesmo depois de vários anos.

E, finalmente, isso é tudo o que consigo dizer. Apesar de não estar no patamar de A Bela e a Fera, Aladdin ainda é um filmaço, e você deve tirar um tempo pra assistir. É muito divertido, e vale a pena!

Agora, sairemos do deserto diretamente para as selvas, aprender o Hakuna Matata.

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