terça-feira, 18 de setembro de 2012

Treinamento de narrativa #2

Apesar de não ter visto muita atenção para a primeira edição, essa coluna é algo que eu pretendo continuar fazendo, pelo simples prazer que eu tenho quando escrevo essas coisas.
O texto que vou apresentar hoje se trata de uma de minhas especialidades: uma história de ação. No entanto, lembre-se que eu falei "especialidades" não que eu sou bom nisso. Afinal, essa é a justificativa dessa coluna existir: "treinamento".

Bom, o texto abaixo é um conto independente, embora ele faça parte de um dos universos que criei, ou ao menos faz menção a ele.
Outra coisa, o objetivo desse texto é mais um experimento. Com esse texto, queria saber se é possível deixar interessante e envolvente mesmo quando a pessoa (nesse caso o leitor) não tenha um conhecimento mais aprofundado. Eu diria que é como pegar o bonde andando e ainda adorar a viagem, mas acho que essa analogia é equivocada, ao menos para a situação que apresento...
Outro ponto que procurei fazer foi justamente deixar o texto bem mais curto do que o anterior. A diferença? Enquanto no de Apocalipse Zumbi eu não fazia ideia de como ou quando deveria terminar, nesse aqui eu estabeleci quando acabaria, independente de como chegasse lá. Foi mais fácil, e, por incrível que pareça, me permitiu uma escrita mais prazerosa.

Vamos ao texto.

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Tema: Assassinato
Estilo de narrativa: 1a Pessoa
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domingo, 16 de setembro de 2012

Treinamento de Narrativa #1

Faz tempo que eu queria começar a escrever alguns contos, ou crônicas, independentes aqui no blog. Apesar de nunca ter conseguido pensar em nada concreto o suficiente para ser aplicado aqui, eu consegui me inspirar e escrever uma história.
Apesar de ser um conto independente, nada me impede de fazer uma possível continuação no futuro.
Claro, não se esqueçam de que isso aqui se trata de um teste, pra ver se eu realmente tenho o jeito de escrever. Além disso, também funciona como treinamento.

O texto está longo, em minha opinião, mas isso aconteceu porque eu não sabia se devia terminar ou continuar daquele ponto.
Além disso, a ideia por trás desse texto era escrever de forma que lembrasse tanto um simples conto como um jogo de terror. Vocês vão notar isso por conta dos documentos que são mostrados em alguns momentos.
Por fim, vale acrescentar que eu pretendo fazer alguns comentários a respeito do texto ao final da postagem, mas não acho que seja muita coisa.

Você pode conferir o texto todo abaixo e, se puder, não deixe de comentar, OK?
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Tema: Apocalipse Zumbi
Estilo de narrativa: 3a Pessoa
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

O 11 de Setembro, 11 anos depois

Onze anos... Já fazem onze anos desde o ataque terrorista que feriu o coração do orgulho estadunidense de uma forma violenta, tão violenta, que causou um verdadeiro pânico nacional.

No entanto, apesar de o atentado ter chocado o mundo em sua época, será que ele ainda é tão marcante quanto foi na época?

Em 2012, Osama Bin Laden (suposto idealizador do golpe) está morto, os EUA estão sobrevivendo a uma crise econômica (2008) e estão com sua autoridade (seriamente) abalada. 
Com tudo isso em mente, a quem o atentado ainda fere? 

Mesmo depois de 11 anos, os EUA ainda sentem a dor do atentado, especialmente aqueles que perderam algum ente querido no atentado. O resto do mundo? São poucos que ainda ligam para isso. E os que ainda lembram não deixam de querer fazer suas piadas a respeito (especialmente brasileiros). 

Ao invés de falar de teorias de conspiração, ou de qualquer outra coisa relacionada (como quanto o governo estadunidense agiu de forma irresponsável e gananciosa na época), apenas mostro o meu respeito pelas vítimas do atentado que, apesar de não chegarem ao número de vítimas feitas pelo próprio Bush e sua política gananciosa, sofreram pelos pecados de um governo que, na maioria das vezes, mais parece um príncipe mimado do que um rei responsável... Aliás, não só mostro meus respeitos aos mortos do dia 11 de Setembro, mas também a todos aqueles que morreram por conta da "resposta" do governo dos EUA...