quinta-feira, 21 de junho de 2012

Diário de Bordo: Caos por X - Alguns novos detalhes

Fala pessoal! Como vão vocês? Estou aqui para dar alguns novos detalhes sobre o novo título dos Grandes: Caos por X (como se alguém aqui desse a mínima).

Bom, são duas coisas apenas, mas eu creio que sejam importantes.

Primeiro de tudo, gostaria de falar um pouco da protagonista, Abigail. Tudo o que fiz um redesign bem leve. Na verdade, não mudei praticamente nada, tudo o que eu fiz foi apenas dar uma melhorada em detalhes no rosto e no cabelo. Deixei a personagem menos séria, pelo menos em aparência, até porque tenho certa experiência com personagens sérios e, quase sempre, tenho que abrir mão de uma coisa ou outra.
Outro ponto é que, por ser a primeira protagonista feminina (efetivamente, isto é), não quero que ela acabe como muitas protagonistas femininas que ficam nos extremos, ou seja: ou é séria demais e infeliz por dentro, ou é bobinha demais, de vez em quando até mais burra que uma porta. São dois tipos que eu não queria colocar. E nem vou.
A ideia é fazer uma personagem com o mesmo estilo do David Hart, até porque são parentes um do outro. 


Mas, vamos ao que realmente interessa.
No geral, a história de Caos por X já tem um certo tipo de rumo... Umas ideias de início, meio e fim. Mas, eu gostaria de falar dos personagens em si.

Vocês já devem conhecer a Abigail Hart e o Nail Jackson (que apareceu recentemente aqui). No entanto, acho que não falei dos outros dois membros [já planejados] da família Hart. Ambos os outros dois Hart ainda não possuem nome. Tudo o que dá pra dizer é que ambos são relacionados com Abigail. Temos a irmã dela, uma criança ainda, colocando aqui dentre uns 8-9 anos. O outro é o pai das duas, também sem nome, mas já beirando os 50 anos, além de ser o chefão.

Fora do campo dos Hart, estou muito tentado em adicionar uma personagem da também milenar família Detros à história. A personagem (sim, também é uma mulher) tem como nome provisório Eva Detros. Ela serviria como uma espécie de rival para a Abigail. No entanto, isso é algo com o qual ainda vou trabalhar, considerando que a personagem ainda está em um estágio muito inicial de desenvolvimento.

Outro personagem que eu queria mostrar seria uma daquelas vilãs por trás dos panos. Não vou revelar muito a respeito dela por enquanto, já que quero manter um pouco de segredo ainda. No entanto, dá pra dizer que penso nela como aqueles vilões que não falam muita coisa e tem uma certa característica obsessiva pelo seu alvo, no sentido de persegui-lo até exterminá-lo, ou alguma coisa assim. Como dou nome a isso? Um personagem em Berserk? Talvez não...

Como vocês podem observar, essa história já tem alguns personagens planejados. Claro, eu posso tentar aumentar esse número, mas admito que essa ideia pode gerar algumas mudanças um pouco drásticas no enredo, de forma geral.

Bom, eu não sei como eu poderia continuar aqui, então eu vou, simplesmente, ir fechando por aqui. Acredito que, se for falar mais, vira bagunça...

Valeu pessoal, e até a próxima!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O que o futuro NÃO guarda!

Fala pessoal! Como vão vocês, meus leitores lindos (se é que tem alguém lendo isso aqui)? Hoje de manhã, quando fui ver um pouco do meu blog aqui, encontro alguns comentários interessantes no meu último Diário de Bordo.

Deu pra notar que desabafar um pouco sobre as coisas não foi lá uma ideia muito boa. Como eu imaginei, não foi algo que as pessoas ignoraram (diferente das outras postagens). Claro, não foi algo 100% negativo. Mas, é aquela, não foi 100% positivo também.

Como eu mencionei, eu não gosto de desabafar as coisas e, como já é de se esperar, não creio que aqui seja o lugar ideal para fazer isso. Então, podem esquecer qualquer tipo de retorno ao assunto anterior, o que é até melhor, se me perguntar. Não gosto de criticar nada, e isso cairá como uma luva! É o mesmo que dizer: "Ei cara! Pode comer a torta, mas não coloque Ketchup!" e eu respondo: "Tudo bem! Detesto Ketchup!"

E... é isso. Até a próxima pessoal!

domingo, 10 de junho de 2012

Fantasia (1940)

Depois de assistir Fantasia, parte de mim não fazia a menor ideia de como exatamente falar sobre o filme aqui. Na verdade, tentar resumir e/ou analisar do jeito que eu fiz com as duas últimas animações é algo que eu considero como impossível. Digo isso porque o filme tem uma atmosfera que está mais envolta em interpretações do que qualquer outra coisa.
Além disso, você não encontrará mensagens como Pinóquio fez. Esse aqui é mais do tipo que quer lhe entreter.

Definir Fantasia é algo bem mais fácil. O filme se divide em oito atos, cada um deles mostrando interpretações a respeito de certas músicas clássicas, podendo listar nomes como Tchaikovsky e Beethoven. São várias as músicas interpretadas no filme, e dos oito segmentos, sete deles são dedicados a somente isso.

Antes de mais nada, as interpretações feitas pelo grupo são, de longe, espetaculares, não só em efeitos de animação, como em estilo. Além disso, cada uma delas está aberta a interpretações, essas vindo de quem assiste.

O setor no qual eles tocam o balé Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, mostra algo muito diferente do que conhecemos. Ao invés de ser a história de um soldado quebra-nozes e uma bailarina, é um tipo de noite de festa para a Mãe Natureza, onde flores, folhas, rios, e até mesmo fadas dançam.
Antes de cada ato, um narrador fala sobre as músicas que vão aparecer, além de falar sobre como elas foram interpretadas.

O único ato que foge a essa regra é o famosíssimo Sorcerer's Apprentice.


O ato, estrelado por ninguém menos do que Mickey Mouse, foi produzido independentemente, sendo a animação feita antes da música. Curiosamente, esse é o ato mais famoso do filme, e é quase certo que você já o tenha assistido.

Os demais atos tomam formatos bem distintos, um deles contando um pouco de amor com a Mitologia Grega, usando centauros, faunos e uma divertida versão do deus Dionísio. Outro mostra um grupo de hipopótamos bailarinas (a interpretação da composição Dance of the Hours) dançando ao lado de avestruzes e jacarés. O último ato mostra um tipo de contraste entre o bem e o mal, sendo iniciado com a presença do que parece ser um demônio se divertindo com as almas de um pequeno vilarejo, e terminando com uma certa presença divina, que expulsa o mal; apesar de não vermos nada além de um grupo de montanhas e florestas verdes, sabemos que o divino benevolente está ali.

Mesmo que eu tivesse como continuar, acredito que o ideal seja parar por aqui. Creio que o que eu falei já é o suficiente para você, leitor, tirar suas conclusões a respeito e decidir se vai assistir esse aqui ou não.
Não posso dizer que Fantasia é um filme espetacular, assim como não posso dizer que é um filme ruim. Muito dele firma as bases na interpretação de seu telespectador e somente este é quem pode realmente afirmar se o filme é bom ou não.
Na minha concepção, Fantasia é excelente, bem melhor do que eu pensava, na verdade. Mas para a concepção de você, leitor, pode ser ou mais ou menos.