quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Treinamento de Narrativa #5

Já faz quanto tempo desde a última redação escolar que eu fiz com o tema de narrativa? Uns... Dois anos, talvez?

Bom, o texto da vez é fruto de um pouco de reflexão a respeito de como e do que escrever. No caso, os comentários da última sessão deram um up em questão de ajuda. Sim, finalmente alguém pôde dar um auxílio aqui, dando pra mim um toque de alguns detalhes que eu estava errando. Agradeço pelos comentários construtivos, pessoal.

No caso, tinha um texto que deveria vir antes desse, que ainda estava em produção até e, apesar de parecer ter uma premissa interessante, eu o achei muito bagunçado e, como diz um amigo meu, sem um fluir interessante. Em outras palavras estava confuso e mal-feito (tem esse hífen aqui mesmo, alguém sabe?), então eu descartei.
O que tenho aqui é algo bem diferente do que vim tratando até agora. Procurei seguir para um lado mais cotidiano de nossas vidas. Nada de extraordinário nem nada. Só mesmo uma coisa que pode até acontecer, vai saber...
Não tenho ideia do que me moveu pra escrever esse texto, mas, bom, tá indo aqui.

Tema: Cotidiano
Narrador: 3a Pessoa - Impessoal
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Treinamento de narrativa #4

Eu já me peguei imaginando diversos tipos de histórias. De todo o universo que tem na minha cabeça, nunca aconteceu antes de eu ter imaginado uma história simples por fora, mas imensamente profunda por dentro... Do tipo que toca o seu coração de maneira muito simples... Enquanto eu sempre tive um foco maior pra histórias de estilo mais frenético, com mais ação, ou diálogos que fazem você pensar (nem tanto neste último).
É aí que entra a falta por algo mais simples...

A história daqui surgiu com meu interesse em, mais uma vez, entrar no ramo da fantasia. Mas, dessa vez, eu queria algo que não fosse ao estilo futurista/fantasioso. Depois de várias versões, percebi que bati na porta das fábulas, e, até agora, essa é uma das histórias mais curiosas que eu já fiz. Mostrei para alguns familiares, e a resposta foi positiva, então, trouxe aqui, embora eu fosse trazer de todo jeito...
Ah, e eu preferi empurrar o estilo de narrador pessoal pra fora. A ideia me pareceu boa na última vez, mas, é aquela velha história: fica pra última vez mesmo. Não se encaixou aqui...
Uma última coisa sobre a história é que eu coloquei um pouco de mistério envolvendo a protagonista, do tipo "o que ela é", mas nada de muito críptico, já que a solução é jogada no texto também. Isso foi apenas minha indecisão inicial a respeito dela. Pra mais detalhes, tem os comentários depois do texto...

E vai o aviso, o texto abaixo não estará completo. Apenas coloquei um trecho do texto inteiro. Caso vocês tenham interesse em saber o que mais acontece, é só falarem aí pelos comentários que eu passo a publicar o restante.

Tema: Fantasia
Narrador: 3a Pessoa - Impessoal
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Treinamento de Narrativa #3

Sem comentários na introdução. Preferi deixar isso para o final do texto. Bom proveito!

Tema: Fantasia
Narrador: 3a pessoa - Pessoal
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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Treinamento de narrativa #2

Apesar de não ter visto muita atenção para a primeira edição, essa coluna é algo que eu pretendo continuar fazendo, pelo simples prazer que eu tenho quando escrevo essas coisas.
O texto que vou apresentar hoje se trata de uma de minhas especialidades: uma história de ação. No entanto, lembre-se que eu falei "especialidades" não que eu sou bom nisso. Afinal, essa é a justificativa dessa coluna existir: "treinamento".

Bom, o texto abaixo é um conto independente, embora ele faça parte de um dos universos que criei, ou ao menos faz menção a ele.
Outra coisa, o objetivo desse texto é mais um experimento. Com esse texto, queria saber se é possível deixar interessante e envolvente mesmo quando a pessoa (nesse caso o leitor) não tenha um conhecimento mais aprofundado. Eu diria que é como pegar o bonde andando e ainda adorar a viagem, mas acho que essa analogia é equivocada, ao menos para a situação que apresento...
Outro ponto que procurei fazer foi justamente deixar o texto bem mais curto do que o anterior. A diferença? Enquanto no de Apocalipse Zumbi eu não fazia ideia de como ou quando deveria terminar, nesse aqui eu estabeleci quando acabaria, independente de como chegasse lá. Foi mais fácil, e, por incrível que pareça, me permitiu uma escrita mais prazerosa.

Vamos ao texto.

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Tema: Assassinato
Estilo de narrativa: 1a Pessoa
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domingo, 16 de setembro de 2012

Treinamento de Narrativa #1

Faz tempo que eu queria começar a escrever alguns contos, ou crônicas, independentes aqui no blog. Apesar de nunca ter conseguido pensar em nada concreto o suficiente para ser aplicado aqui, eu consegui me inspirar e escrever uma história.
Apesar de ser um conto independente, nada me impede de fazer uma possível continuação no futuro.
Claro, não se esqueçam de que isso aqui se trata de um teste, pra ver se eu realmente tenho o jeito de escrever. Além disso, também funciona como treinamento.

O texto está longo, em minha opinião, mas isso aconteceu porque eu não sabia se devia terminar ou continuar daquele ponto.
Além disso, a ideia por trás desse texto era escrever de forma que lembrasse tanto um simples conto como um jogo de terror. Vocês vão notar isso por conta dos documentos que são mostrados em alguns momentos.
Por fim, vale acrescentar que eu pretendo fazer alguns comentários a respeito do texto ao final da postagem, mas não acho que seja muita coisa.

Você pode conferir o texto todo abaixo e, se puder, não deixe de comentar, OK?
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Tema: Apocalipse Zumbi
Estilo de narrativa: 3a Pessoa
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

O 11 de Setembro, 11 anos depois

Onze anos... Já fazem onze anos desde o ataque terrorista que feriu o coração do orgulho estadunidense de uma forma violenta, tão violenta, que causou um verdadeiro pânico nacional.

No entanto, apesar de o atentado ter chocado o mundo em sua época, será que ele ainda é tão marcante quanto foi na época?

Em 2012, Osama Bin Laden (suposto idealizador do golpe) está morto, os EUA estão sobrevivendo a uma crise econômica (2008) e estão com sua autoridade (seriamente) abalada. 
Com tudo isso em mente, a quem o atentado ainda fere? 

Mesmo depois de 11 anos, os EUA ainda sentem a dor do atentado, especialmente aqueles que perderam algum ente querido no atentado. O resto do mundo? São poucos que ainda ligam para isso. E os que ainda lembram não deixam de querer fazer suas piadas a respeito (especialmente brasileiros). 

Ao invés de falar de teorias de conspiração, ou de qualquer outra coisa relacionada (como quanto o governo estadunidense agiu de forma irresponsável e gananciosa na época), apenas mostro o meu respeito pelas vítimas do atentado que, apesar de não chegarem ao número de vítimas feitas pelo próprio Bush e sua política gananciosa, sofreram pelos pecados de um governo que, na maioria das vezes, mais parece um príncipe mimado do que um rei responsável... Aliás, não só mostro meus respeitos aos mortos do dia 11 de Setembro, mas também a todos aqueles que morreram por conta da "resposta" do governo dos EUA...

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Spider-Man Noir: Violência e Injustiça nos anos 30

Se tem um super-herói que eu tenho prazer em chamar de fodástico, é, sem dúvida, o nosso Espetacular Homem-Aranha. Não só o herói fez parte de quatro filmes (sendo uma trilogia excelente e um mais recente, que vai abrir outra trilogia) de ótima qualidade, como ele também já estrelou vários programas de TV, videogames e, é claro, revistas em quadrinhos (sua principal mídia).
O universo no qual Peter Parker existe foi o que realmente me deu um enorme interesse por revistas em quadrinhos e filmes de super-heróis como um todo.
Em outras palavras, sou um grande fã de Homem-Aranha.

Por ser um grande fã, é claro que eu tentei observar o máximo possível desse universo e, uma das ramificações feitas pela Marvel, é a mini-série chamada de Spider-Man Noir, uma mistura dos elementos de Homem-Aranha com aquele clima de anos 30.


Spider-Man Noir foi lançado no final de 2008, e continuou até 2009, pelo menos sua primeira mini-série. Contando com 4 edições, apenas, a série nos mostra a história de um Peter Parker nos anos 30, em um país que está passando pelos problemas da Crise Econômica Mundial (1929). Ele e sua Tia May tentam mostrar aos habitantes de Nova York (que param para ouvi-los) que devem lutar pelos seus direitos. No entanto, essa luta custou a vida de Ben Parker, marido de May e tio de Peter, que foi misteriosamente assassinado.
Apesar de não ter provas, Peter sabe que seu tio foi morto pelos capangas de Norman Osborn, também conhecido como Duende, um mafioso muito perigoso, que já tem toda a cidade em seu bolso.
Acolhido por Ben Urich, um repórter do Clarim Diário, Peter começa a descobrir mais e mais o submundo de Nova York.
Quando ele recebe uma mensagem que deveria chegar a Urich, Peter segue até o local sozinho, e lá, ele encontra a estátua de um deus-aranha. Ao ser picado por uma das aranhas, Peter alucina, fala com o deus, e adquire incríveis poderes. Com seu novo poder, ele se torna no Vigilante Homem-Aranha, que começa uma guerra contra o Duende e seus capangas, querendo não apenas vingar a morte de seu tio, mas também parar o império criminoso de Norman.


É interessante observar que essa versão do Homem-Aranha é uma das, se não a mais sombria face de Peter Parker. Não só a série é extremamente sangrenta, como também conta com alguns momentos tensos e grotescos. A leitura de Spider-Man Noir não é tão amigável quanto as versões Amazing ou Ultimate, e podem impressionar negativamente pessoas mais sensíveis.

Além disso, a trama não é algo 100% fiel às origens do personagem, contando com elementos próprios para manter sua história com uma personalidade mista: familiar, mas nova. Apesar de isso não ser, de maneira nenhuma, um problema, pode afastar os fãs mais difíceis de se agradar.

Spider-Man Noir não segue fielmente os passos de outras versões do Homem-Aranha, mas é justamente isso que faz dessa uma mini-série tão interessante. Por não se prender a certas escolhas no roteiro, a liberdade para se criar é maior, e deixa a história mais empolgante.


Graças a essa visão mais livre, o Peter Parker de Spider-Man Noir é incrivelmente mais agressivo e mais rude, coisa muito fácil de notar quando ele está sob a máscara araquinídea. Peter é extremamente grosseiro, e usa métodos mais violentos para lidar com os criminosos de NY.
Essa liberdade também se estende a outros personagens, como Adrian Toomes (o Abutre), Kraven e o próprio Norman Osborn (Duende), que mudaram de diferentes formas.

Não sei dizer se foi por conta da popularidade dessa versão Noir, mas um tipo de sequência foi lançado, sob o título Spider-Man Noir: Eyes Without a Face, na qual Peter enfrenta um Mestre do Crime (que pareceu ser uma referência ao The Rose), o Homem-Areia e uma versão nazista de Dr. Octopus. Essa segunda parte também conta com apenas quatro edições, e explora uma área mais ousada e bem mais polêmica do que o que é visto na primeira parte.

Agora vai o aviso: diferente das outras séries, Spider-Man Noir tem um foco muito maior na ação e pancadaria do que nas relações humanas, como é típico das outras versões. Claro, ainda vemos momentos entre Peter e Tia May, Ben Urich, Felicia Hardy e Mary Jane Watson (na segunda série), mas o foco delas não é tão grande.


Em resumo, caso você esteja interessado em se adentrar no universo Noir do Homem-Aranha, não tenha medo de ler essas revistas. Não terá as mesmas características que vemos em outras versões, mas é uma boa história, e consegue ser tão envolvente quanto as outras.

Recomendado

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Diário de Bordo: Caos por X - Alguns novos detalhes

Fala pessoal! Como vão vocês? Estou aqui para dar alguns novos detalhes sobre o novo título dos Grandes: Caos por X (como se alguém aqui desse a mínima).

Bom, são duas coisas apenas, mas eu creio que sejam importantes.

Primeiro de tudo, gostaria de falar um pouco da protagonista, Abigail. Tudo o que fiz um redesign bem leve. Na verdade, não mudei praticamente nada, tudo o que eu fiz foi apenas dar uma melhorada em detalhes no rosto e no cabelo. Deixei a personagem menos séria, pelo menos em aparência, até porque tenho certa experiência com personagens sérios e, quase sempre, tenho que abrir mão de uma coisa ou outra.
Outro ponto é que, por ser a primeira protagonista feminina (efetivamente, isto é), não quero que ela acabe como muitas protagonistas femininas que ficam nos extremos, ou seja: ou é séria demais e infeliz por dentro, ou é bobinha demais, de vez em quando até mais burra que uma porta. São dois tipos que eu não queria colocar. E nem vou.
A ideia é fazer uma personagem com o mesmo estilo do David Hart, até porque são parentes um do outro. 


Mas, vamos ao que realmente interessa.
No geral, a história de Caos por X já tem um certo tipo de rumo... Umas ideias de início, meio e fim. Mas, eu gostaria de falar dos personagens em si.

Vocês já devem conhecer a Abigail Hart e o Nail Jackson (que apareceu recentemente aqui). No entanto, acho que não falei dos outros dois membros [já planejados] da família Hart. Ambos os outros dois Hart ainda não possuem nome. Tudo o que dá pra dizer é que ambos são relacionados com Abigail. Temos a irmã dela, uma criança ainda, colocando aqui dentre uns 8-9 anos. O outro é o pai das duas, também sem nome, mas já beirando os 50 anos, além de ser o chefão.

Fora do campo dos Hart, estou muito tentado em adicionar uma personagem da também milenar família Detros à história. A personagem (sim, também é uma mulher) tem como nome provisório Eva Detros. Ela serviria como uma espécie de rival para a Abigail. No entanto, isso é algo com o qual ainda vou trabalhar, considerando que a personagem ainda está em um estágio muito inicial de desenvolvimento.

Outro personagem que eu queria mostrar seria uma daquelas vilãs por trás dos panos. Não vou revelar muito a respeito dela por enquanto, já que quero manter um pouco de segredo ainda. No entanto, dá pra dizer que penso nela como aqueles vilões que não falam muita coisa e tem uma certa característica obsessiva pelo seu alvo, no sentido de persegui-lo até exterminá-lo, ou alguma coisa assim. Como dou nome a isso? Um personagem em Berserk? Talvez não...

Como vocês podem observar, essa história já tem alguns personagens planejados. Claro, eu posso tentar aumentar esse número, mas admito que essa ideia pode gerar algumas mudanças um pouco drásticas no enredo, de forma geral.

Bom, eu não sei como eu poderia continuar aqui, então eu vou, simplesmente, ir fechando por aqui. Acredito que, se for falar mais, vira bagunça...

Valeu pessoal, e até a próxima!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O que o futuro NÃO guarda!

Fala pessoal! Como vão vocês, meus leitores lindos (se é que tem alguém lendo isso aqui)? Hoje de manhã, quando fui ver um pouco do meu blog aqui, encontro alguns comentários interessantes no meu último Diário de Bordo.

Deu pra notar que desabafar um pouco sobre as coisas não foi lá uma ideia muito boa. Como eu imaginei, não foi algo que as pessoas ignoraram (diferente das outras postagens). Claro, não foi algo 100% negativo. Mas, é aquela, não foi 100% positivo também.

Como eu mencionei, eu não gosto de desabafar as coisas e, como já é de se esperar, não creio que aqui seja o lugar ideal para fazer isso. Então, podem esquecer qualquer tipo de retorno ao assunto anterior, o que é até melhor, se me perguntar. Não gosto de criticar nada, e isso cairá como uma luva! É o mesmo que dizer: "Ei cara! Pode comer a torta, mas não coloque Ketchup!" e eu respondo: "Tudo bem! Detesto Ketchup!"

E... é isso. Até a próxima pessoal!

domingo, 10 de junho de 2012

Fantasia (1940)

Depois de assistir Fantasia, parte de mim não fazia a menor ideia de como exatamente falar sobre o filme aqui. Na verdade, tentar resumir e/ou analisar do jeito que eu fiz com as duas últimas animações é algo que eu considero como impossível. Digo isso porque o filme tem uma atmosfera que está mais envolta em interpretações do que qualquer outra coisa.
Além disso, você não encontrará mensagens como Pinóquio fez. Esse aqui é mais do tipo que quer lhe entreter.

Definir Fantasia é algo bem mais fácil. O filme se divide em oito atos, cada um deles mostrando interpretações a respeito de certas músicas clássicas, podendo listar nomes como Tchaikovsky e Beethoven. São várias as músicas interpretadas no filme, e dos oito segmentos, sete deles são dedicados a somente isso.

Antes de mais nada, as interpretações feitas pelo grupo são, de longe, espetaculares, não só em efeitos de animação, como em estilo. Além disso, cada uma delas está aberta a interpretações, essas vindo de quem assiste.

O setor no qual eles tocam o balé Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, mostra algo muito diferente do que conhecemos. Ao invés de ser a história de um soldado quebra-nozes e uma bailarina, é um tipo de noite de festa para a Mãe Natureza, onde flores, folhas, rios, e até mesmo fadas dançam.
Antes de cada ato, um narrador fala sobre as músicas que vão aparecer, além de falar sobre como elas foram interpretadas.

O único ato que foge a essa regra é o famosíssimo Sorcerer's Apprentice.


O ato, estrelado por ninguém menos do que Mickey Mouse, foi produzido independentemente, sendo a animação feita antes da música. Curiosamente, esse é o ato mais famoso do filme, e é quase certo que você já o tenha assistido.

Os demais atos tomam formatos bem distintos, um deles contando um pouco de amor com a Mitologia Grega, usando centauros, faunos e uma divertida versão do deus Dionísio. Outro mostra um grupo de hipopótamos bailarinas (a interpretação da composição Dance of the Hours) dançando ao lado de avestruzes e jacarés. O último ato mostra um tipo de contraste entre o bem e o mal, sendo iniciado com a presença do que parece ser um demônio se divertindo com as almas de um pequeno vilarejo, e terminando com uma certa presença divina, que expulsa o mal; apesar de não vermos nada além de um grupo de montanhas e florestas verdes, sabemos que o divino benevolente está ali.

Mesmo que eu tivesse como continuar, acredito que o ideal seja parar por aqui. Creio que o que eu falei já é o suficiente para você, leitor, tirar suas conclusões a respeito e decidir se vai assistir esse aqui ou não.
Não posso dizer que Fantasia é um filme espetacular, assim como não posso dizer que é um filme ruim. Muito dele firma as bases na interpretação de seu telespectador e somente este é quem pode realmente afirmar se o filme é bom ou não.
Na minha concepção, Fantasia é excelente, bem melhor do que eu pensava, na verdade. Mas para a concepção de você, leitor, pode ser ou mais ou menos.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Diário de bordo: Um pouco de stress

Se existe uma coisa que eu realmente não faço, mas é de maneira alguma, é justamente desabafar a respeito de um assunto, qualquer que seja. Pra mim, a ideia de desabafo é um problema, para mim, é claro, já que eu sei muito bem que, em muitas das ocasiões, o melhor que eu faço é ficar de boca fechada.
Antes de mais nada, essa postagem aqui vai ser um pouco chata, então, não leia se você não estiver a fim de ler coisas que, provavelmente, não são de seu interesse. Além disso, não creio que eu vá tentar ser bem-humorado aqui, então...

Vamos lá. Eu faço universidade e, atualmente, estou preso (sim, preso), ao curso de História. O meu interesse, ao entrar no curso, não era bem de fazê-lo. Serei honesto aqui, o único motivo de eu ter entrado nesse curso, foi porque eu precisava fazer a prova da UECE, nada mais.
Mas, ainda sim, admito que fiquei empolgado à espera do que possivelmente poderia me aparecer nas matérias, ou cadeiras, se preferir. Fiquei pensando se eu estudaria mais aprofundadamente as civilizações americanas, ou se eu aprenderia mais sobre a Idade Média, coisas assim. Claro, estou aprendendo essas coisas, mas, ao mesmo tempo, estou vendo cadeiras que eu, sinceramente, preferia passar sem conhecer. Se existe algum colega meu da faculdade lendo isso aqui, é fato de que existe uma chance de 90% de que ele ou ela vai discordar de mim, ou pode, quem sabe, ficar irritado(a) e me explicar, por A + B que eu estou errado (é improvável que alguém de lá leia isso, em primeiro lugar, então...).
Vamos lá. Primeiro de tudo, gostaria de explicar porque esse terceiro semestre de faculdade não me está sendo nem um pouco animador.

Nesse terceiro semestre, não sei porque, as aulas estão se tornando cada vez mais entediantes, especialmente a matéria de Teoria da História que, para mim, é uma matéria terrível. Sério, olho para ela e fico me perguntando porque me matriculei nela em primeiro lugar. Eu deveria estar esperando algo muito bom. Não vou desmerecer a cadeira, de maneira alguma, até porque isso quebraria meu ideal de "Respeitar a tudo e a todos", mas, sejamos sinceros, Teoria é uma cadeira que me deixa entediado. O pior de tudo é que boa parte da sala parece gostar da matéria, ou ao menos tenta. Eu? Desisti de pensar em gostar dela na quinta ou sexta aula. É o tipo da matéria que só vai interessar àqueles que pretendem seguir a História como ramo de ciência. Quando eu entrei na UECE, eu JAMAIS quis parar para ser um historiador. Se eu queria alguma coisa (não que eu ainda queira) era ser um professor, nada mais do que isso.

Outro pequeno ponto, que não toma só o meu curso, mas a universidade como um todo (e, em minha opinião, é o que quebra tudo), é que protestar contra Deus e o mundo é a ÚNICA coisa que o estudante pode fazer. Sério, isso me deixa, se não irritado, ao menos chateado. Eis onde quero chegar: se você quer TANTO melhorar a universidade, faz o seguinte: estuda, se forma, cria mestrado, se transforma em uma pessoa competente e influente, e BAM! muda a universidade. Claro, é um método muuuuuuuito demorado, mas, pelo menos, tem dois finais consecutivos: um deles é que você conseguiu seu objetivo, o outro, é que você conseguiu vencer na vida!
...
...
...
...
Tá... Saquei, não é bem assim que as coisas funcionam.
Mas, deixem-me explicar. Eis o que eu realmente quero dizer: parar pra ficar protestando o TEMPO todo, dizer que vai à universidade como desculpa pra tentar ganhar briga, infelizmente, não vai lhe levar a lugar nenhum. Quanto mais tempo, você perde nisso, mais tempo de vida você perde. Você acaba jogando sua juventude fora fazendo protestos.
A parte mais irritante de todas é o método. Os estudantes só ganham essas brigas com a reitoria, por exemplo, porque eles enchem o saco, mas enchem muito. O que faz a autoridade a fazer o que eles querem é simplesmente o alívio de, finalmente, ter calado a boca de todo mundo.

Ainda nessa de protesto, os caras podem ser pegos PINTANDO a universidade, escrevendo mensagens na parede e no chão, xingando até o governador se deixarem (eu já vi). Me lembro de ter perguntado o porque daquilo, e a resposta foi, mais ou menos, essa:
"Fazemos isso por que, assim, a gente chama a atenção de outros estudantes para ajudar na causa também."
Certo, ele tinha um bom argumento e, sim, pode ocorrer de alguém ajudar por conta disso. Perfeitamente normal. Mas, para pessoas como eu (que estou começando a acreditar que são muito poucas), é simplesmente um pouco contraditório você gritar por melhoras enquanto suja a parede do que você quer melhorar. Para mim, é o mesmo que escrever NÃO ESCREVA NADA NA PAREDE, na parede...
Mas é como eu disse: isso é o que EU penso.

Outro ponto: esse ideal que eu considero também contraditório de negar a visão elitista das coisas e contar a visão popular. Esse ideal, pra mim, é contraditório e, PARA MIM, idiota. E, nossa, como isso é comum em cursos de ciências humanas, ARGH! Só que, como eu disse, é contraditório. Por que?
Adotam esse ideal dizendo algo como "Ai, é que as massas populares da sociedade são sempre ignoradas, temos que mostrar o que elas veem, e não o que a elite QUER que nós vejamos!!". Vou lembrar o seguinte: SEMPRE, eu repito, SEMPRE existem dois lados na mesma moeda. O que eu penso não é a mesma coisa que você pensa. Um único fato pode apresentar diferentes versões. Acontece muito isso, especialmente em depoimentos de crimes. Sempre existiram e sempre existirão os dois lados da moeda. Se o pessoal mais rico viu uma coisa, o pessoal menos rico pode ter visto outra.
Nesse caso, enquanto você privilegia um lado, você ignora o outro. Por conta disso, se você for falar de algo, sempre considere os dois lados. Explique os dois lados. Melhor do que ir e ignorar um dos lados.

Pra fechar, vamos falar de algo que eu notei no curso de História. A intolerância aos jornalistas. Sério, eu já vi de tudo lá: falar mal de toda e qualquer religião (isso eu admito que tenho de aturar, mesmo que não goste, afinal, era algo a se esperar), ter um preconceito terrível (mesmo que escondido e inconsciente) do povo mais rico, dentre outras coisas que, ainda bem, não me vêm à cabeça agora. Mas essa intolerância que eu considero cega dos jornalistas, em minha visão, é a mesma coisa que um cirurgião ter raiva de um arquiteto por fazer o trabalho dele melhor do que ele.
O que quero dizer é que é uma intolerância burra. Já vi, dentro de minha sala, gente dizendo que nunca, jamais, quer ser um jornalista. Não só isso! Já ouvi dizerem que não queriam nem ler certos livros porque os mesmos tinham sido feitos por jornalistas. Isso me deixa PUTO! Só porque o cara não se formou em história, significa que ele não pode escrever livros de história (que, cá entre nós, são muito melhores e mais agradáveis de se ler do que livros de historiadores, no geral)? Pra mim, isso sim é burrice.

Certo, acho que já desabafei demais, não? Pra ser sincero, essas, acima são algumas das razões de eu estar tentando ir atrás de um outro curso. Sim, talvez eu faça vestibular novamente esse ano. Tenho ideia de que não vou me livrar de algumas delas em nenhuma faculdade, mas, verdade seja dita, não estou muito satisfeito com meu curso. Sei que ainda tem pouco tempo, mas...

E eu gostaria de pedir desculpas por tudo isso aqui. Como eu disse antes, detesto desabafar, e detesto ainda mais listar razões de porque eu não gosto de alguma coisa. Só precisava tirar isso da minha cabeça....

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Diário de bordo: Caos por X - Novas informações e novo personagem

Quem lembra de quando eu falei sobre uma possível nova história para o universo d'Os Grandes. A história, que eu ainda estava pensando em como nomear, finalmente fez um bom rumo em minha cabeça. Graças a diversas trilhas sonoras que ouvi ultimamente, e a uma certa disposição, eu finalmente tive ideia de como algumas cenas poderão ficar, além de poder imaginar um número maior de personagens para a trama.

Hoje, vocês poderão ver um deles! Abaixo vai mais uma imagem de péssima qualidade que só eu sei fazer! Eu sei que vocês gostam, admitam!

Nail Jackson

Rosto

Insígnia da família Hart
Mais uma vez, é só um rascunho e eu tenho interesse em melhorar isso. Claro, a péssima qualidade da câmera também ajuda, mas enfim. Só eu leio isso aqui mesmo, então dane-se!

O personagem apresentado é o Nail Jackson. Ele é um capitão do exército particular da família Hart, além de servir como mentor da Abigail. Ele carrega uma espada daquelas grandes de gladiador. Antes que alguém pergunte "MASDAVIPORQUEELETAMBÉMNÃOÉUMHARTHEINHEINHEINHEIN?!?!?!?!??!!?!?!", eu evitei  colocá-lo no nome de Hart porque os Hart são uma família, não um clã, e o Nail não está envolvido em questões sanguíneas com os Hart. Ele até podia ser um personagem com o nome Carter (em alusão ao anti-herói Hunter Carter), mas, eu simplesmente preferi assim.

Quanto às informações... Não tenho muito de novo. Na verdade, apenas preferi mudar a personalidade da protagonista um pouco. Ao invés de ser uma personagem preguiçosa e descompromissada, como eu descrevi no último post que fiz a respeito, preferi deixá-la mais dedicada. É, uma mudança drástica.
Abigail não vai mais ficar irritada por ser uma Hart... Ela vai aceitar o fato, vai viver com isso, e nem reclamar.
Já que essa história conta o começo do fim, o ideal seria mostrar algo inevitável, e não algo que ocorreu só por deslizes e falta de interesse. Abigail será o tipo da personagem que vai lutar até o final, mesmo quando não tiver mais esperanças de vencer.
Sei, sei... Nessa eu entro naquele clichê de herói (ou heroína nesse caso), de espírito inquebrável, de "esperança é a última que morre" e tal. Mas, eu acredito que de herói pessimista, já basta o Glenn Detros (Capítulo Final).

E... É isso. Voltarei em breve para escrever mais a respeito dessa história. O título vai ser Caos por X mesmo, até porque reflete bem o que quero tratar. É possível que eu ainda aplique novas informações, e é quase certo que eu ainda desenhe outros personagens.
Valeu galera, e até mais!

sábado, 28 de abril de 2012

Pinóquio (1940)

Pinóquio é um tipo de filme que faz falta nos dias de hoje. Diferente do enorme número de filmes com histórias que mostram personagens que sabem sempre dar o chute perfeito (leia-se: nunca erram), Pinóquio mostra uma coisa completamente diferente.
Este aqui é a segunda produção em longa-metragens da Disney, de 1940, e é baseada no romance As aventuras de Pinóquio, escrito por Carlo Collodi.

Ao invés de fazer um resumo do filme, como fiz na minha postagem sobre a Branca de Neve, creio que é mais seguro apenas mencionar certas passagens do filme e abrir um pouco comentários. Até porque... ao invés de fazer uso de uma atmosfera especial (como em Branca de Neve), o filme deixa sua marca através de metáforas.

Ora, vejam só, a Walt Disney, na época, tinha um foco maior para as crianças. Era de se esperar que seus filmes apresentassem algum tipo de mensagem aos pequeninos.
A alma do filme Pinóquio está nessas mensagens.

Pinóquio, o boneco de madeira criado pelo fabricador de brinquedos Gepetto, ganha vida após seu "pai" ter feito tal pedido a uma estrela azul. A Fada Azul, aparentemente a que vive dentro da estrela, dá a vida a Pinóquio, dizendo-lhe que se ele for "Valente, honesto e generoso", poderá se tornar em um menino de verdade. Além disso, um Grilo Falante, que estava por perto, decidiu ajudar Pinóquio nessa jornada para se tornar em um menino de verdade, e é encarregado pela Fada Azul a se tornar na consciência de Pinóquio.
A história do filme tem como base essa jornada de Pinóquio para se tornar em um menino de verdade.
No entanto, como você com certeza já deduziu, essa não será uma tarefa fácil.

No filme, Pinóquio é constantemente tentado pelas diversas "maravilhas" do mundo e, diferente do que poderia se esperar, mostra as consequências sofridas pelo personagem.
Pinóquio é uma criança inocente. Simples assim. É um garoto muito ingênuo, que não questiona muito e acredita que todos não tem nada mais do que boas intenções. É graças a isso que ele se mete em duas grandes "encrencas", e, nestas encrencas, estão as lições de vida.

João Honesto é quem leva Pinóquio para as confusões que ele enfrentará
Pinóquio, quando está a caminho da escola (como foi recomendado pelo seu pai, Gepetto), é encontrado por João Honesto, logo após este ter se surpreendido com o que vira (lembrando que Pinóquio é um garoto feito de madeira), gritando "Um menino de pau?!". O desonesto mendigo (sabiamente retratado como uma raposa), leva Pinóquio a acreditar que a vida nos palcos, uma vida de ator, é uma vida mais prazerosa do que passar tanto tempo estudando. Pinóquio cai nessa, e vai parar nas mãos de um cigano que gerencia um grupo de marionetistas ambulante. Apesar de fazer sucesso, Pinóquio é preso pelo cigano, pensando na quantidade de dinheiro e sucesso que o garoto faria.
Essa é a primeira mensagem em forma de metáfora que o filme apresenta. Apesar da vida de artista ter seus prós, como prestígio, também tem um número equivalente de contras, como uma relativa falta de liberdade (no caso do filme, essa falta é total).

Por fim, o herói consegue escapar, e cai na segunda cilada. Acompanhado do Grilo Falante, sua consciência, ele reencontra João Honesto, que o faz entrar em uma carruagem que leva para a chamada Ilha dos Prazeres.
Essa ilha é um paraíso para crianças mal-educadas (há quanto tempo não uso essa expressão?). Lá, tudo é permitido (Everything is permitted, né Ezio?!), literalmente. Quem quiser quebrar as coisas, que quebre; quem quiser beber cerveja, que beba; quem quiser fumar um charuto, que fume. Mas, claro, esses atos não sairão impunes. Pinóquio, apesar de se esforçar para se "divertir", não consegue. Sua mente é pura demais, e ele não encontra o prazer nessas coisas. Depois de um tempo na ilha, ao lado de seu "amigo", Espoleto, se não me engano, o caos na Ilha dos Prazeres (antes repleta de moleques gritando, destruindo tudo em seu caminho) desaparecera. O que estava acontecendo? Simples. Pelo que parece, aqueles que se divertem à beça (vish) na Ilha dos Prazeres acabam que se transformando em burros de carga... Literalmente. Eis aí a segunda metáfora literal do filme.
As crianças que não se comportam, que apenas querem se divertir, que não se importam com as consequências de seus atos ficam "burras", no sentido de ignorante, idiota. E... faz sentido, acho que todos nós aqui podemos confirmar.
O próprio Pinóquio escapou por pouco desse destino.

O final do filme é quando Pinóquio vai expiar seus pecados. Ele sai à procura de seu pai Gepetto que saiu à sua procura (o garoto saiu para a escola e nunca mais voltou). Pinóquio descobre que seu pai foi parar dentro da Baleia chamada Monstro. Depois de uma grande missão, Pinóquio consegue salvar seu pai, o gato Fígaro e a peixe Cléo, quase que ao custo de sua vida.
No seu "leito de morte", Pinóquio ganha sua forma de menino de verdade e sua força vital de volta, já que ele conseguiu cumprir o que a Fada Azul lhe propusera: "Se provares que é valente, honesto e generoso, te transformarás em um menino de verdade", ou algo assim.

Pinóquio é um filme excelente, e que dá lições que permanecem atuais. É o tipo do filme que você vai querer mostrar para seus filhos, já que o filme não mostra apenas os atos, mas também as consequências dos mesmos.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sem Roteiro?

Olá meus leitores LINDOS! Hoje, eu decidi colocar uma coisa curiosa no ar. Eu vinha planejando isso há algum tempo, mas sempre me perguntei como deveria começar.
Estou falando de fazer uma série de vídeos, nas quais eu falo dos mais diversos temas. Coisa simples.

Eu decidi começar essa série de vídeos (apropriadamente denominada de Sem Roteiro, já que foi feito na pura espontaneidade) com um comentário a respeito de um livro que tenho em minha coleção: O Ladrão de Raios. Se você, meu leitor querido, gostar do vídeo, por favor, dê lá o like ou joinha, se preferir. Sério, ajuda a divulgar o vídeo. Você também pode se inscrever no canal, se preferir. Claro, você também pode fazer os dois!

Espero que vocês gostem do vídeo que divulgarei aqui:



Bom, obrigado pessoal, e até a próxima!

domingo, 22 de abril de 2012

Nova história dos Grandes?

É fato, Os Grandes é o meu universo mais gigantesco. Não só eu já coloquei os mais diversos modos de planejamento em cima dele (misturando, e muito, os gêneros de aventura, drama, ação, terror e comédia). A história contada nesse universo é uma que atravessa gerações e milênios. Passando por um período medieval (LWL), um mundo semi-futurista (Supergências/Retnuh), e uma ditadura futurística caótica (Capítulo Final), o verdadeiro propósito da história é contar a supostamente eterna batalha dentre a família Hart e os Xenovianos.
Apesar de os extremos (começo com LWL e final com Capítulo Final) servirem, um como um prólogo que explica a origem do Caos, e o outro como o final da trama (ambos não tem participação direta dos Hart), a história sempre tem o mesmo propósito.

Agora, os eventos que ocorrem dentre LWL e Supergências tem milhões de anos de diferença. Eu mesmo fiz duas "pontes" nos eventos: uma contando o início do Rei do Caos, Xevá; outra contando a origem da família Hart. Só que, eu ainda não havia feito pontes dentre Supergências e Capítulo Final. E, acreditem, os eventos dentre eles são importantíssimos.
O caso é esse: pra explicar, de maneira bem 100%, o porque de os Xenovianos (liderados por Máxter) conseguirem governar o mundo, e o fato de a história de Glenn Detros ter um planeta apenas, e não em uma galáxia inteira, é preciso que eu faça essa ponte.

Então, aí surge a necessidade de começar uma nova história, ou lenda, ou mito, ou fábula, ou crônica, ou seja lá o que for, do universo dos Grandes.

Não tenho nome pra isso ainda, embora o título Caos por X me tente MUITO. Eu vou explicar esse título depois. Primeiro, me deixem tentar desenvolver um pouco a época e a protagonista da história.

Já passaram mais de 600 anos desde a lenda conhecida como David Hart ter andado pelo universo. Graças a ele, os Hart se tornaram, mais uma vez, na família mais poderosa e conhecida da galáxia. O "sangue real", nome dado ao sangue capaz de derrotar os Xenovianos, é cuidadosamente tratado, e seu hospedeiro passa por um rigoroso treinamento para que sempre esteja preparado para enfrentar os temidos Filhos do Caos. 
Não mais a batalha dentre os Hart e os Xenovianos é secreta. Ocorre uma guerra aberta dentre o Filho de Tales (descendente Hart com o Sangue Real) e os Filhos do Caos. 


No entanto, o mundo mudou, e a colossal e respeitada Galáxia de Gência começa a sofrer sérias mutações. O mundo, uma vez separado (eventos de LWL) e dividido em planetas menores, parece tentar voltar à sua forma original: um mundo único e gigantesco. Cada planeta sofre com essa mudança, e é claro que ninguém poderá impedi-lo de voltar à sua verdadeira forma. 


Ainda em rascunho. 
O Sangue Real dos Hart no momento é uma jovem com o nome de Abigail Hart. Apesar de ser conhecedora de seu destino e de seu dever, Abigail o considera como algo inconveniente, e não o leva a sério. Ela não treina direito, embora tenha um incrível potencial, e parece detestar o fato de ser uma Hart. No entanto, é inegável seu talento na hora da batalha contra o poderoso Xevá e seu exército. 
Abençoada pelos Jurássicos com a Foice Jurássica, além de poder utilizar a espada sagrada Hartonia, Abigail mal sabe que sua teimosia e falta de conduta serão o mal que destruirá, talvez para sempre, o nome Hart e dará o mundo nas mãos dos Xenovianos.


...
...
...
...
Sim, eu fiz um spoiler. E que spoiler, não? Bom...

Primeiro, à história.
Como eu disse antes, esse conto novo se trata de uma ponte dentre os eventos de Supergências e Capítulo Final. Como eu ACHO que já falei aqui, o Capítulo Final se trata de uma história de um mundo sem esperanças, abandonado pela ordem e paz e governado pelo Caos com punhos de ferro. Tradução: alguma coisa deu errado no passado. E é nessa porção que minha nova história decola.
Abigail Hart é a última pessoa que tem o Sangue Real em suas veias, pelo menos oficialmente. Desde o início dessa porção do universo, ela está fadada ao fracasso. Mas, calma... Isso num é machismo nem nada! Deixe-me explicar. A-HAM!
Abigail é, sim, uma personagem muito poderosa. Já até pensei em alguns momentos e cenas e, em mais de uma vez, ela entra em combate com Odanta, Harox, Máxter e até mesmo o Xevá, por vezes na desvantagem de estar sozinha. Ou seja, ela consegue brigar com dois Xenovianos ao mesmo tempo, e ainda é capaz de vencer.

Mas, vamos lá. Nessa história, pretendo cobrir o que ocorre para que o mundo fique a bagunça que está em Capítulo Final. Isso, eu acho melhor deixar quieto.

Bom, quanto ao título que eu mencionei... Caos por X. Se você é meu amigo, desde algum tempo, isto é, deve lembrar que eu mencionei esse nome há muito tempo, só que como Chao by X. No caso, dentro do universo dos Grandes, é uma expressão bem mencionada, especialmente por Xevá e Máxter, para se referir ao dia em que os Xenovianos dominariam tudo.
Na história de Supergências, ocorrem umas duas ou três tentativas desse dia, todas sem sucesso. Nessa história nova, será o momento em que eles vão conseguir, daí pretendo usar esse nome.

Agora, ao design.
Não posso dizer que essa "artwork" ainda em rascunho, é minha magnum opus, não, não... Eu, sinceramente, achei que ela ficou boa. Boa.


Pra essa artwork, foi um pouco trabalhoso, admito. Tentei colocar nela referências ao David Hart (eu), um pouco do Tirano (tiranossauro rex de estimação do David) e... bom... Pra ser MUITO sincero, pensei em dar a ela as roupas principais do David, só que com um toque menos masculino (veja como são as roupas costumeiras dele na foto ao lado, só ignore as botas -->).
Outra, evitei, ao MÁXIMO, colocar um tipo de sex appeal. Coisas como seios grandes, ou um decote (grande), ou uma mini-saia, ou qualquer coisa assim, não foram colocados. O que eu coloquei foi um par de botas daqueles que vão até as coxas, só isso. Procurei dar, também, um par das manoplas do David, só que mais finas (como na imagem acima). Outro ponto: a bainha da espada Hartonia saiu das costas (como era no David) e foi para a cintura dela. Simplesmente quis deixar assim.


Outra coisa que mudei um pouco foi a capa. Não dá pra ver, mas a capa do David Hart era daquelas comuns, à lá Superman, sabe? Na Abigail, eu mudei, deixando só uma pontinha que vai diminuindo do ombro esquerdo. Por que eu fiz isso? Não sei, simplesmente tive a vontade de deixar assim. Simples.

A novidade do momento, no entanto, é uma arma nova que eu fiz na hora (olhei para o wallpaper do meu celular, que tem o Death, de Darksiders II, na mesma hora e tive a ideia), a Foice Jurássica. Foi minha tentativa de fazer uma referência ao Tirano.

A Foice Jurássica
Essa belezinha deu um TRABALHO... OK, nem tanto... Na verdade, a parte difícil foi só o crânio mesmo. Pra isso serviu essa imagem aqui, que me ajudou MUITO! Deu pra fazer, bem legalzinho, o crânio. Sei que não era desse tamanho, é óbvio, mas eu me dei a liberdade de fazer assim. É meio difícil de ver melhor nessas fotos tiradas no celular, mas eu acho que você puderam ter uma ideia.
Onde ela guarda essa foice? Em uma bainha, assim como a espada, só que especial.

Olhem para a artwork dela de costas, logo na cintura.
Mais uma vez por causa das limitações de luz e câmera, pode haver um certo problema, mas você deve estar vendo, agarrado à cintura dela na imagem de trás, a bainha. Se você prestar MUITA atenção, vai notar que a parte de baixo do crânio (a mandíbula inferior) está ali. É, serve justamente para encaixar, e ficar um crânio bem legalzinho.


E... É isso. Se essa história vingar do jeito que está (isto é, se minha mente conseguir encaixar isso perfeitamente), eu volto com mais informações. Lembrando que essa artwork é um rascunho e pode ser, ou não, como será no final. Mas eu acho que sim. Gosto desse design e não acho que meu assistente: eu mesmo, vá negar que ficou bacana. Meu chefe: eu mesmo, também deve concordar, assim como o diretor de arte: eu mesmo.

Até mais galera, valeu por ler isso aqui, e espero que vocês tenham gostado do desenho!

domingo, 1 de abril de 2012

Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

A Disney já estava acostumada a fazer curta-metragens antes. O mais famoso deles, da época, era o Steamboat Willie, desenho que inaugurou a carreira do mascote Mickey Mouse. No entanto, a primeira empreitada em longas foi o famoso Branca de Neve e os Sete Anões.
Baseado em um conto de fadas, o filme conta a história da Princesa Branca de Neve, cuja beleza irrita a sua terrível madrasta, a Rainha.

Geral
O longa representa, simplesmente, a versão mais bem conhecida do conto de fadas, e, acreditem, o filme tem motivos para isso. Contando com personagens carismáticos e músicas marcantes, Branca de Neve e os Sete Anões foi a prova de que a Disney aguentava a tarefa de fazer conto de fadas.

O Filme
De início, o filme em si é um tanto apressado e, para alguns, confuso. O começo do filme conta com um pequeno prólogo, explicando um pouco da personalidade da invejosa "Rainha" e da amável Princesa Branca de Neve. Logo depois, vemos uma cena em que a Rainha "Má" (nome BEM usado) fala com seu espelho mágico, perguntando quem é mais bela do que ela. O espelho (que por qualquer motivo não pode mentir) diz que só há uma mulher mais bela: a jovem princesa Branca de Neve.

A Rainha Má, em cenas do filme
Logo após a introdução da "vilã" da história, ocorre a introdução à protagonista. Branca de Neve aparece cantando a primeira música do filme. Enquanto ela canta, também somos introduzidos ao príncipe. Essa cena, admito, é engraçada. Na cena, Branca de Neve está cantando, usando o poço para que ele "cante" junto com ela, através do eco (uma parte muito inteligente). Focada no poço, ela não percebe quando o Príncipe chega a seu lado e começa o dueto. Assustada, a princesa foge para dentro do castelo, mas quando ela pára e olha pela janela, ela percebe que foi um mal-entendido e se apaixona pelo príncipe.

O Príncipe e Branca de Neve
Ao final desta cena (onde vemos a Rainha Má vendo a cena, morrendo de inveja), a Rainha convoca o caçador, ordenando que ele mate Branca de Neve. Ela o obriga, o ameaçando de morte se não o fizer e, como garantia de que tudo deu certo, ela queria o coração da jovem em uma caixa. O caçador, sem opções, acaba por aceitar.

A fachada do assassinato ocorre em um campo de flores. Acreditando que foi para lá para colher flores, Branca de Neve faz seu trabalho alegremente. Ela então se distrai com um passarinho que caiu do ninho. Ela segue até ele e o ajuda a voar de volta para seu ninho. Nesse momento, o caçador se aproxima para matá-la. A princesa nota, e se apavora. No entanto, o caçador não consegue. A jovem era linda e amável demais para morrer, especialmente pelas mãos dele.


O caçador pede perdão a Branca de Neve
Sofrendo pela culpa, o caçador implora o perdão da princesa, dizendo que foi obrigado a fazer o que ia fazer. Ao perguntar quem o mandou fazer isso, Branca de Neve descobriu da maldade de sua madrasta, a Rainha. O caçador então a sugere que ela fuja, para o mais longe possível, antes que a Rainha descobrisse.
Aterrorizada, a princesa começa a correr pelo bosque. Isso desencadeia uma das cenas mais impressionantes do filme, simplesmente pela atmosfera.

Apavorada, Branca de Neve começa a ter medo de tudo ao seu redor, pois tudo parece assustador.

Os galhos que prendem seu vestido e capa parecem mãos...
e o medo a faz enxergar monstros em cada árvore que vê.
Essa cena não passa de uns 1min30s, mas é excelente, pois dá uma ideia de como a princesa estava assustada. Sem brincadeira, leitores que sonham em trabalhar nessa área, assistam esse filme!!
De qualquer forma... Enquanto ela foge, Branca de Neve nota vários olhares voltados a ela. Por causa do medo, ela pensa que se tratam de monstros e, finalmente, depois de muito correr, ela acaba se vendo cercada e cai em desespero (literalmente), chorando no chão.
Na verdade, os olhares que a cercavam não eram monstros, mas sim animais. É nessa hora em que ela finalmente se acalma e olha, sem tanto medo, o seu redor.


Os animais e Branca de Neve se juntam e eles procuram por uma casa para Branca de Neve, onde ela pode se esconder da Rainha. Os animais, por conhecerem a floresta, sabem de um lugar. Eles, então, a levam para uma casa que eles encontraram. A casa, bem baixinha e suja, encanta a princesa.

Alegremente, e cantando uma canção, Branca de Neve e seus novos companheiros dão uma faxina geral na casa. A cena é bem divertida, e realmente faz uma faxina parecer mais divertida do que realmente é. A canção é alegre e, acreditem, está na lista de "Músicas que você já ouviu, com certeza".

Então, ocorre uma mudança de palco, mostrando os moradores daquela casa: Os Sete Anões.



Você já ouviu essa música, com certeza. Nessa cena, somos introduzidos aos sete anões e, antes que alguém pense o contrário, cada um dos anões tem uma personalidade e charme próprio. São tão carismáticos que eu aprendi a ser capaz de olhar para eles e dizer o nome de cada um. Simples assim.
Os anões são Mestre, Dengoso, Atchim, Feliz, Zangado, Soneca e Dunga. Como você deve ter suposto, cada nome representa a característica do anão.

Depois de sair de sua mina, os anões seguem para casa e, obviamente, se assustam ao vê-la limpa e com a porta aberta.

"Olhem o caldeirão! Cheiro gostoso!!"
"Não toquem, seus loucos! Isso é veneno!!"
Nessa cena, cada anão começa a mostrar boa parte de sua personalidade. O Mestre mostra porque ele tem esse nome, Dunga prova como ele é... o Dunga, e Zangado é cheio de paranoias. As reações deles são impagáveis de tão engraçadas.
Depois de mais uma hilária cena, na qual eles se assustam com cada coisa limpa que veem, eles percebem que tem alguém em seu quarto. Depois de demonstrarem muita coragem (sarcasmo), eles sobem e lá encontram Branca de Neve, que havia se deitado e dormido, tamanho era seu cansaço.
Daí pra frente, eles começam uma curiosa amizade, e, acreditem, as cenas em que eles aparecem juntos são muito divertidas.

Voltando ao castelo, vemos a Rainha mais uma vez falando com seu espelho. Ela descobre, graças a ele, que Branca de Neve ainda vive (e o coração que o caçador lhe entregou na caixa era de um "bicho"). Irritada, ela desce até o que parece ser um porão no castelo. Lá, se localiza um tipo de laboratório, no qual ela faz seus feitiços. Curiosamente, nada parece ser fantasioso demais, você poderia fazer uma réplica daquilo com Química.
Fazendo um tipo de poção, e ingerindo-o, a vilã passa de uma "bela Rainha" para uma "feia Mendiga". De fato, ela fica e fala de forma completamente diferente. Então, ela faz um tipo de Maçã Envenenada, que faz a vítima dormir o chamado Sono da Morte, isto é, dormir para sempre. Antes de partir do castelo, em busca de Branca de Neve, a Rainha procura ver se existe um antídoto para o veneno. Existe: o Primeiro Beijo do Amor. No entanto, ela pensa para se mesmo: "Ora, de nada adiantará, pois os anões acharam que ela está morta!".

No dia seguinte, quando os anões estão a caminho de sua mina, Branca de Neve fica sozinha em casa, fazendo uma torta de pêssego. É neste infeliz momento em que a Rainha, ou melhor, a Bruxa Má, a encontra. Apesar de tentarem, os animais que estavam acompanhando Branca de Neve (quase que pelo filme todo) não conseguem impedir a princesa de ficar longe da Bruxa. Persuadindo a amável e linda jovem, a Bruxa lhe diz que a maçã vermelha que carrega é uma maçã mágica que pode realizar qualquer desejo.
O desejo de Branca de Neve seria reencontrar e se casar com o Príncipe.


Enquanto os animais correm para chamar os Anões, Branca de Neve pega a maçã oferecida e, acreditando nas mentiras da Bruxa, a morde, ciente de que seu desejo vai se realizar. No entanto, a maçã vermelha, que era a envenenada, tem o seu efeito. Branca de Neve cai ali mesmo, dormindo o Sono da Morte.
Feliz por ter cumprido seu objetivo, a Bruxa Má decide ir embora, mas dá de cara imediatamente com os Sete Anões, montados nos animais do bosque.
Eles a perseguem até um tipo de penhasco rochoso. A Bruxa, irritada, tenta derrubar uma pedra em cima dos anões, mas um trovão acerta em cheio o chão em seus pés, desfragmentando-o e a fazendo cair para sua morte.

Os anões voltam para casa, e lá encontram Branca de Neve, dormindo o Sono da Morte. Crendo que ela estava morta, os anões, tristemente, a velaram. Essa é uma das cenas mais tocantes do filme.






Os anões choram, não só por que perderam uma amiga, grande amiga, mas também porque Branca de Neve era uma garota doce, amável e inocente... Em outras palavras, ela nunca faria mau a ninguém e não precisava, nem merecia, morrer.

"...ela era tão linda em seu sono de morte, que os anões não tiveram coragem de enterrá-la...".
"...eles fizeram um esquife de ouro e cristal e velaram seu corpo dia e noite..."
"...o Príncipe que procurava por toda parte, ouviu dizer que havia uma linda menina dormindo num esquife."

O Príncipe encontrou o esquife no qual Branca de Neve estava dormindo, cercado pelos Sete Anões, que estavam velando-a. Pelo que parece, o Príncipe também era apaixonado por ela e, triste por sua morte, ele dá a ela um beijo.

Entristecido pela morte de Branca de Neve, o Príncipe se aproxima e dá a ela...

"O Primeiro Beijo do Amor"
Logo após, ele se ajoelha e começa a velá-la também. Mal sabia ele que havia acabado de curar Branca de Neve do Sono de Morte, pois ela então acorda, como se tivesse acabado de sair de uma boa noite de sono. Isso, claro torna a tristeza do bosque em uma imensa alegria.

Carregada pelo Príncipe, Branca de Neve se despede dos Sete Anões e do bosque inteiro e parte com seu amado para o castelo dele. É até irônico, já que a Maçã Envenenada acabou que realizando seu desejo.

Conclusão
O filme é uma obra-prima, não há como negar isso. Não só ele conta com um estilo único, como também tem personagens carismáticos e inesquecíveis (não se assuste se você se identificar com algum dos anões) e músicas incrivelmente marcantes.

Se você gosta de contos de fadas, ou simplesmente ama animação, é quase que obrigatório que você assista a esse filme, até porque, você vai adorá-lo de todo jeito.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Mickey e Disney: glória e desonra

Isto é a materialização de um mundo aberto pela imaginação, onde tudo é possível, onde a magia está sempre presente. Um mundo feliz, animado, glorioso e exemplo de como se deve contar histórias de uma maneira dinâmica, animadora e inesquecível.

Isso, por outro lado...

É fato: a Walt Disney é responsável pela criação da infância da esmagadora maioria de, bem, praticamente todo mundo que vive no mundo ocidental. A empresa, famosa por seu mascote, o lendário Mickey Mouse, é a responsável por, agora, 50 animações em longa-metragem, milhares de curtas, e diversos seriados.

Até os anos 90, ou, se esticar um pouco mais, até meados da década passada, a Disney retinha, sim, pelo menos para mim, o título de maior empresa de entretenimento deste planeta. Cada filme, cada curta, cada série produzida pela Disney era simplesmente incrível e fazia qualquer, quase literalmente, viajar na imaginação. Sim, eram bons tempos.

Quando eu fiquei sabendo do Disney Channel, é claro que fiquei empolgado. Afinal de contas, eu fiquei ansioso para assistir nele, coisas como:



Além, é claro, de outras séries, tais como a interessantíssima Hora do Recreio, ou até mesmo os seriados dos filmes como Aladdin, Hércules e por aí vai. Só que, apesar de esses programas terem, sim, surgido no Disney Channel (por um período de 4-6 anos), o que realmente ficou foi isso:



É... Hannah Montana, Zack and Cody, Good Luck, Charlie! dentre outras coisas são as... desculpem o termo... DESGRAÇAS que assolam a Disney nesse exato momento. [Agora, pressinto que magoei todos os(as) fãs desses seriados e vejo que uma maré de comentários terríveis me aguarda]

Eis o que eu ACHO que entendi sobre essa história: pelo que parece, a Disney, ou ao menos a partição do canal, está sendo supervisionada por uma pessoa que acredita que essas séries são o melhor caminho para eles.
O problema: não está funcionando, pois a direção "nova" da empresa está afastando (e como) todos os antigos apreciadores. A ideia nova: implementar sitcoms para atrair o público adolescente, apesar de ser uma intenção nobre, está atraindo somente o mesmo tipo de público para as ditas bandas "coloridas": PRÉ-adolescentes, beirando os 14 anos, especialmente meninas. Você não verá um fã da antiga Disney, que assistiu no cinema pérolas como Aladdin ou A Nova Onda do Imperador, ou pegou na locadora (se não, comprou) o DVD de Os Três Mosqueteiros estrelando Mickey Mouse, assistindo as sitcoms apresentadas.
Na verdade, essa direção passa à empresa uma imagem muito, mas muito ruim. A imagem de uma empresa preocupada em chamar mais a atenção dos adolescentes do que seu público original: crianças, adolescentes E adultos.

Com essa nova aproximação, é fato que eu me esqueci do que a Disney era... Quando nós crescemos e nos deparamos com coisas assim, rapidamente ganhamos uma visão "negativa" dela. Eu não via a Disney como uma empresa infantil (sou fã da Nintendo, sou quase que imune a isso), mas eu a via como uma empresa mais focada em estereótipos cantando músicas estereotipadas e generalizadas do que aquela Disney mágica e perfeita da minha infância.

Até pouco tempo, os responsáveis pela famosidade da Disney, especialmente seu mestre e rei: Mickey Mouse, estavam em um estado quase de miséria. Sua imagem, que, ao tempo, foi sendo esquecida, foi trazida de volta, mas com um outro imaginário...

Mickey, em seus melhores dias de glória

Não tão glorioso, mas glorioso mesmo assim

Cena de RunAway Brain, um dos melhores curtas do símbolo

E... um rei?

A imagem dos personagens clássicos da Disney, justiça seja feita, foi salva pela série Kingdom Hearts, dos videogames. Tá, é entendível que eles tiveram papéis bons na trama quase que inacabável, mas, infelizmente, a visão para Mickey Mouse não estava lá essas coisas...

Sua forma de propagação, que deveriam ser os programas no Disney Channel, estava ocupada por coisas BEM menos relevantes. É fato que o símbolo tinha um programa próprio, o dito House of Mouse, que era um clube no qual Mickey era o dono e anfitrião. No mesmo, além de uma história própria (embora um pouco bobinha), passavam os antigos curtas, não só do Mickey, como também das outras estrelas da Disney: Pato Donald, Pateta, Pluto, Minnie Mouse, Margarida, e por aí vai.
Ou seja, nesse programa, você poderia conferir curtas como:



Ou, talvez, o impressionante:



Só que, por um motivo ou outro, encontrar o programa passando na TV se tornou algo meio difícil de acontecer...

Na obscuridade, esquecido, ridicularizado e reduzido de Mascote da Disney, a garoto-propaganda do Disney World Resort, era fato que o camundongo estava meio que no final de sua carreira.

Então, por algum milagre do destino, isso apareceu:


Mesmo sem saber, Epic Mickey, videogame criado para o Wii, tinha o pesado fardo de trazer a imagem do herói de volta aos ares, e meio que conseguiu.


OK, eu sei que eu abordei muito o assunto Mickey Mouse, mas a coisa é que o que eu escrevi é simplesmente uma visão geral do que aconteceu com a Disney no geral. Afinal de contas, você sabe que a empresa não vai bem quando seu símbolo está mau.

Os responsáveis por essa terrível desgraça são os mesmos que colocaram aquelas sitcoms fraquíssimas no canal da Disney.

A boa notícia, no entanto, é que a empresa ainda se manteve relativamente forte no ramo dos longa-metragens. E é nisso que eu quero aplicar.

Eis que agora eu apresento a vocês, caros leitores, meu mais novo projeto. Vou arranjar meu tempo para assistir todas as 50 animações de longa-metragem da empresa (de Branca de Neve e os Sete Anões até Enrolados) e escreverei uma resenha de cada um, aqui no blog mesmo.
Nisso, creio que será possível observar a longa distância da empresa e perceber as diferenças de uma animação para a outra.
Pra quem gosta disso e deseja fazer parte desse tipo de coisa um dia, digo que é uma honra de minha parte (além de servir pra, quem sabe, aumentar as visitas, né?).

Se vocês acham que eu deixei de citar alguma coisa, por favor, falem! Não tenham medo! Só não apareçam pra me dar uma crítica violenta que nem aquela que recebi no outro dia, né?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Acontecimentos engraçados da semana

Essa vai ser rápida, juro! Só umas coisinhas engraçadas que aconteceram comigo esses dias.

Primeiro de tudo, entro na topic, pra voltar pra casa. Percebo que só tem cédula de 10 reais no bolso. Entrego pra pagar minha passagem de 1 real (carteira de estudante). Aí, ao invés de me dar várias moedas de 1 real, ou, sei lá, cédulas pra facilitar minha vida, eu tenho que colocar no bolso e voltar pra casa com:

Ah, celular com câmera, eu te amo!

Imaginem minha aflição! Andando no meio da rua, já perto das 10 horas da noite, com o bolso cheio de moeda, fazendo aquele barulho infernal (ao ponto de eu ter de reduzir minha velocidade pra não fazer muito barulho)... É!

Bom, mas ainda nesse caminho aconteceu outra coisa engraçada. Pelo menos pra mim. No caminho de casa, acaba que um cara, talvez estudante como eu, apareça na minha frente. Nosso trajeto foi o mesmo até a minha chegada em casa. Foi engraçado porque ele estava na minha frente e, vez ou outra, ele olhava pra trás, um pouco assustado. Entendo... Ficamos no mesmo caminho por uns 5 ou 6 minutos. Sinceramente, eu acho que ele achava que eu ia assaltá-lo! Ué, tava de noite, escuro, e estávamos no mesmo caminho! Quase morro de rir!

Pra fechar, um acontecimento legal, que aconteceu na faculdade logo. Estávamos na aula de Ceará II, quando, já nos minutos finais de aula, uma cadela entra na sala, e fica lá. Bom, ela passou um tempão, até que um colega decide dar a ela uma camisa que ele não queria. Daí, a cadela começa a brincar.



Bom, o vídeo resume.

E é isso. Um pouco de minha semana louca pra vocês! Falou, bando de leitores doidos!

Os Fortes Making of #2

Bom, galera! Beleza? Aqui estou eu, nessa linda sexta-feira mágica, não fazendo nada de útil ao meu tempo me preparando para mostrar a vocês mais uma das imagens preparadas para uma das páginas da revista piloto de Os Fortes. Sim, vai ser rápido, eu acho.


Desculpem a péssima qualidade da imagem... Essa aqui eu tirei com o celular, então... me perdoem!!

De qualquer forma, essa página (32, se não me engano) foi feita mais com a vontade de sair experimentando com a Amanda. Eu queria tentar dar a ela uma cara mais de garota japonesa, mas que ficasse bem bonita. Bom, se consegui ou não, fica a cabo de vocês...

Infelizmente, só peguei alguns pedaços da página (que estranhamente ficou rosa). Ainda tem uns quatro quadrinhos pra baixo... Mas, as imagens onde a Amanda aparece (correndo e, depois, com um close no rosto dela) são experimentos.
Fiquei bem satisfeito com o resultado, admito.

Bom, e isso vai fechar por aqui. Sério, não tenho muito o que mostrar no momento e, ainda por cima, não tem mais o que falar. Qualquer coisa, eu tento trazer outra imagem para cá! Com sorte...

Valeu galera, e até a próxima!

terça-feira, 13 de março de 2012

Os Fortes - Making of #1

Se existe um universo que eu não falei muito aqui, foi, sem dúvida, o universo dos Fortes. Não sei bem porque, acho que é porque eu mesmo não penso muito no mesmo.
Como vocês já devem saber, eu estou me aprofundando mais nesse universo agora. A prova disso são duas das imagens que eu coloquei ontem. Como eu gostei de ter feito as imagens, aqui vai uma delas:

Soul mostrando que é superior a Tamaru

Bom, nisso eu queria dar uma aulinha de história sobre a produção dessa série.
Originalmente, Os Fortes seria dividido em como foi dividida a sada dos Grandes: diversas histórias com protagonistas diferentes, conectadas com um ou outro elemento ou referência.
É tanto que eu fiz até mesmo um blog separado pra contar a história, ainda chamado de TS TV, mas abandonado e será desativado no futuro.
De qualquer forma... A Saga dos Fortes ia se dividir em quatro histórias: A Lenda do Falcão, Talio Reddo, SOUL e O Herói Negro. A coisa é que os tempos mudaram, os interesses também.

Depois de um tempo pensando, acabei decidindo unificar três das quatro histórias, deixando só SOUL isolada, pois a mesma tinha (e tem) potencial para permanecer sozinha.
As séries se unificaram de um jeito tão bom, que eu acabei percebendo que esse era o melhor caminho a ser trilhado.

Houve várias alterações tanto nas relações quanto nos caráteres dos personagens.
Originalmente, O Herói Negro, seria um vilão que faz de tudo para ser mal, mas acaba sempre se ferrando e fazendo a coisa certa, isto é, seria o imbecil da série. Hoje, o personagem (com um nome: Dante Freire) é retratado como filho de dois super-heróis, e tenta seguir os passos de seus pais, seguindo o nome de Cavaleiro Verde.
As séries Talio Reddo e Lenda do Falcão foram as que mais se alteraram com a mistura. A série Talio Reddo foi "lavada" de uma forma que pouquíssimos de seus personagens originais saíram dessa. Na verdade, só vi dois realmente relevantes para a história: os protagonistas Izzuno Kheriva e Tamaru Kyosa. Os papéis de ambos mudaram drasticamente. Izzuno, que passou de um ninja destruidor de clãs para se tornar em um Shinobi veterano; Tamaru passou de um aprendiz de ninjas quase se formando a um jovem leigo no assunto.
Já a série Lenda do Falcão foi a mais "sofrida" porque, praticamente, nenhum personagem saiu dela. Somente a protagonista: Amanda, foi capaz de entrar.
Como eu disse, os personagens foram incrivelmente alterados. No caso, Izzuno é o pai de Amanda, bem exigente e um tanto grosseiro, super-protetor. A jovem sempre procura fazer algo de diferente, ao lado de Tamaru, seu amigo.

Demorou um pouco para que eu tivesse a ideia de adicionar Marcus Vicina, Soul, na história. Originalmente, a história seria algo bem simples: eles seriam um grupo de super-heróis pagos de uma agência convenientemente chamada de "Os Fortes". A história contaria com as aparições de praticamente todos os personagens. Mas, essa não vingou.

Hoje, Marcus Vicina é um dos vilões da história. Seu personagem passou de um mercenário incompreendido para um serial killer um tanto psicopata. Claro, ele não é o único vilão da história, tendo também alguém que chamei de Destruidor. Mas, isso é pra outra hora...

Enfim, meu foco com essa história não é a Fantasia, ou diversas conversas sobre algo como o Destino (coisa MUITO comum no universo dos Grandes). Na verdade, Os Fortes se trata mais de um experimento meu, para ver como sai se eu aplicar temas controversos e mostrar pessoas fazendo erros e acertos, e tendo de lidar com as consequências de seus atos.

A produção da revista, no entanto, eu posso dizer que teve um começo bem conturbado. Não sei porque, mas sempre que começo uma história, especialmente do jeito que essa aqui foi, ela sai um tanto estranha no começo. Acho que sou eu fazendo as coisas na cabeça.
Minhas histórias nunca seguem um roteiro em particular, a não ser que eu consiga sentar, e fazer o roteiro para que eu não avacalhe mais pra frente (fiz algo parecido em uma das intros do Hunter Carter).

Bom, o importante é que, no futuro, eu trarei mais dessas belezinhas aqui. Na verdade hoje, depois da universidade, talvez eu chegue em casa e continue. Daí, vou TENTAR, eu repito, TENTAR postar as imagens aqui, só pra mostrar pra vocês como a coisa vai! Sim, claro, por que não?

segunda-feira, 12 de março de 2012

Revista dos Fortes; Primeira vista de Os Grandes - Imagem oficial

Bom, eu acho que 90% dos frequentadores deste lindo e iluminado blog pensam que eu não sei desenhar fora do pc, não é mesmo? Ceeerto... E se eu dissesse que consegui uma forma de mostrar a vocês dois rascunhos de projetos que eu tenho a tempos? Hã?! Hã?!

Antes de tudo, eu gostaria de mostrar os rascunhos (por assim dizer, faltam cor e detalhes ainda) da minha revista em produção: Os Fortes. Ainda na primeira edição, e um pouco confusa no começo (sempre acontece comigo), a revista conta as histórias de personagens como o herói Dante Freire, a jovem Amanda, o ninja Izzuno Kheriva, e o assassino Soul. A mesma está passando por algumas... Hã... Mudanças de design. Não sei porque, tentei dar uma alterada. Bom, veja ABAIXO, os rascunhos (ambos do Soul):


No começo da produção: aproximadamente 2010
Ainda em produção: feito hoje, março de 2012
A revista está esse tempo todo em produção por uma série de motivos. O mais importante é que, quando eu comecei a produzir, ainda em 2010, eu tinha a Saga dos Grandes pra fazer, e eu me dediquei mais à última. Bom, mas agora, posso dizer que estou meio que incapacitado de continuar a Saga dos Grandes, portanto, não tenho medo de começar essa aqui, ou melhor, continuar...

E, teve gente que achou meio chato não ver nada do meu super desenho quando eu fiz o veredito. Mas não temam! Até porque eu ainda quero dar umas melhoradas. No entanto, acho que é bom mostrar um pouco a vocês. Duas partes de duas folhas na verdade.

Da esquerda para direita: Adiv, Tales Hart e Gência
Glenn Detros
Bom, acima vocês veem um pouco das páginas 8 e 10. Desculpem a qualidade das imagens... Ficou meio borrado. Clique nelas para vê-las em seu tamanho original! Talvez melhore...

Como eu disse antes, isso se trata de um RASCUNHO, ou melhor, uma versão sem detalhes demais, com rabiscos e sem cor. Não se preocupem, ainda vou mostrar essas imagens em toda a sua glória no futuro.

Calei a boca de alguém? Mostrei pra vocês que eu sei os básicos de desenho?! Espero que sim.
Agradeço a todos que olharam e pensaram: do jeito que ele sabe fazer! E àqueles que pensaram: que coisa mal feita: vão arranjar o que fazer!

Valeu galera! Vou tentar trazer mais imagens dessas em breve (muito em breve)!

sábado, 10 de março de 2012

Coisas da vida: Ser estúpido ou não ser

É fato: quanto mais tempo eu passo na Internet, maior a minha vontade de arranjar algo mais útil para se fazer. OK, não chega a esse ponto, mas que esses dias a internet está bastante entendiante, ah está.
Não sei bem porque: talvez seja porque realmente não tenha nada de novo, talvez porque não tenha nenhuma notícia nova (sou meio que um jornalista de videogames amador), talvez porque realmente não tem muita coisa pra fazer...

Bom, mas não é por isso que não vou escrever algo aqui... Ou é? De qualquer forma, hoje vou fazer algo diferente! Vou voltar a falar das ditas "séries" do blog. É! Além de uns planos que eu tenho em mente.


A Cidade Fantasma
Se eu já fiz uma história tentando ao menos deixar o leitor um pouco na "nossa!", foi essa.

Já tem um tempo desde que comecei a pensar na minha "história de terror" (quetámaispraumahistóriadesuspensesemsuspensenenhummastudobem). Acho que as primeiras imagens apareceram na minha cabeça durante o primeiro semestre de 2011. De onde veio a motivação para fazer uma história como essa, certo? Não me lembro bem qual foi a motivação primária, mas eu tenho certeza de que tinha relação com o caos no Japão do ano passado. Toda aquela história da usina de Fukushima fez muita gente lembrar da desgraça de Chernobil (que, até hoje, ainda tem o título de "pior acidente nuclear da história"). Na época, eu estava jogando o primeiro Resident Evil. Pronto, acho que deu uma relação: terror + usina. Como um criador de histórias (se sou bom ou não, depende do seu gosto), senti meio que a necessidade de criar algo relacionado. Decidi utilizar a usina de Chernobil: primeiro, porque a de Fukushima era muito recente, e segundo, porque eu meio que prefiro tratar de coisas mais antigas.
Tive de fazer muitas pesquisas (momentos em que estudar REALMENTE é divertido) pra saber exatamente como ocorreu o desastre, quais suas proporções e consequências. Posso não ter pego 100%, mas acho que tenho o suficiente pra criar uma boa história.

Tive diversas ideias (e como!), só que essa que vingou (a que você confere aqui) foi a melhor candidata à categoria: menos abusiva. Claro, eu sei que radiação em extremas quantidades (em especial aquela quantidade gigantesca que existe atualmente na cidade) causa ou câncer ou morte... Mas é uma história fictícia, e eu acho que ficou mais bacana assim, considerando meu gosto por tais coisas.

As inspirações para fazer tais histórias vem principalmente da série Resident Evil (inclusive, o trailer do sexto jogo foi o que reacendeu a vontade de escrever), embora eu dê uma olhada em outras histórias.


Greats Wars 6... por favor?
Sério, sinto saudade de fazer um episódio do Greats Wars... Muita saudade na verdade. Apesar de, vez ou outra, encontrar com alguns problemas, o resultado sempre era satisfatório mesmo vendo que o primeiro e único comentário dos vídeos foi um cara que disse que eu tenho voz de baiano idiota (o que foi estranho, considerando que eu sou um amador, e ele me atacou sem motivo, que é isso novinho?). Tenho vontade de continuar os episódios. Não o fiz ainda por uma série de motivos... Mas, quem sabe eu o traga de volta, até porque, era legal. Quem sabe, no futuro próximo, encontre alguém que saiba fazer e editar vídeos melhor do que eu, e um grupo de dubladores interessados (lembrando que eu fiz tudo sozinho).
Assisto de novo os episódios, e fico pensando em continuar. Quem sabe em um futuro não muito distante, não é mesmo?


Não vou mentir, tenho MUITA coisa em mente, mas, devido a vários motivos (sendo o mais forte o fato de que eu não tenho certeza se vou fazer mesmo ou não), não vou revelá-los... agora. Agora... Agora...

Vocês entenderam!