quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tirinhas do Retnuh, Greves e outras coisas mais...


CALMA!! Essa tirinha mal-feita e sem graça é só pra chamar a sua atenção! Bom, não vou explicar como eu a fiz. Quem me conhece já sabe. Agora, isso não quer dizer nada! Só coloquei ela aí pra ilustrar um acontecimento recente e pra mostrar o que eu acho do tal fato.

Então é aquela. Pra quem não sabe, tava ocorrendo até recentemente uma greve de professores aqui no Ceará. O negócio já tava uma verdadeira novela: a greve já tava durando alguns meses, tinha se tornado ilegal há pouco tempo, mas a briga continuava. Eis aí o contexto da piada da tirinha. Foi uma farra grande (que nem o grito do Nex), chamou a atenção de todo mundo. E, no final das contas, acabou assim... Sem mais, nem menos. O que aconteceu: o governo disse que, se eles parassem a greve, eles conversariam e veriam os termos. O que eu achei estranho (portanto, o que me levou a fazer a tirinha acima) foi que os professores não costumavam parar assim. Um único pedido fez metade dos professores votarem pelo fim da greve (com uma pequeníssima vantagem sobre a outra metade) e, bom, deu no que deu: a greve parou... É inegável: todo mundo tava se prejudicando com ela: alunos (que estavam sem aula), professores (que estavam parados), a polícia (que estava ficando com o nome sujo só por fazer seu trabalho), e o próprio governador (que estava ficando com cara de coronel). Fico feliz por ela ter acabado, só não entendo porque acabou de um jeito tão sem... nexo.
Óbvio, muita gente da minha turma na universidade ficou perplexa, sem entender. Alguns irritados até. Eu praticamente falei tudo o que eu escrevi aqui. Pra vocês terem uma ideia...

Bom, mas vamos olhar para um lado mais feliz. Primeiro de tudo, ainda no quesito educação, tinha dois trabalhos para entregar. Um deles eu mandei para a professora por e-mail ontem e hoje (para garantir). O outro, farei em instantes, embora boa parte dele já esteja feita. Ambos os trabalhos me deixaram um pouco assustado, mas fui capaz de dar a volta por cima.

Deixa ver... Ah! Sim! Estou passando por um momento em que eu estou ouvindo músicas que eu ouvia, mas nunca mais escutei de novo. O meu foco principal é uma de minhas bandas da infância (de dez anos atrás, pra ser mais exato): Gorillaz!! Então, voltei a escutar algumas músicas, por um motivo que não sei muito bem. Daí, resolvi ver os clipes mais recentes. Vi, fiquei confuso. Aparentemente a banda (completamente inventada) tem uma história de fundo agora, e eu a achei complexa porque, bom, eu nunca os acompanhei direito. Tive de assistir o mesmo vídeo três vezes pra entender. Mas, teve um lado bom: conheci duas músicas deles: Stylo e On Melancholy Hill. A Stylo é minha favorita das duas. Não tem nada demais, mas é viciante demais!
Não preciso dizer que isso me deixou cismado pra fazer uma história de fundo pra TGB, certo? Bom, pra essa, eu vou dar um tempo. Tenho outras ideias na cabeça que quero finalizar primeiro.

E minha obra-prima, o Hyrule Map, está em um momento de pausa... Porque isso? Não sei... Dizem que o pior que pode acontecer a um artista é a falta de ideias para criar uma arte. Acho que isso é verdade. Apesar de eu ter uma base de leitores grande lá, não venho tendo muitas ideias, e estou me limitando a apenas mandar noticias, o que é triste...

Pra fechar, vou contar sobre o sonho que tive hoje. Acho que por estar escutando Gorillaz de mais (especialmente a Stylo), eu tive um sonho bem... estranho. Eu me via lá na minha sala na UECE. Tava sentado na cadeira na qual sempre me sento. De pernas cruzadas, e com a cabeça apoiada pelo meu punho, apoiado na cadeira. Eu tava com o olhar baixo. Não sei o que aconteceu, me vi na aula de História Antiga. Pra mim, o feriado não ocorreu e, pelo que parecia, eu passei a aula anterior a essa o tempo todo sem prestar atenção. Nem vi o professor... Eu percebi isso e fiquei furioso comigo mesmo, sem entender porque eu tinha ficado daquele jeito.
Depois, de alguma forma, eu tava andando pelas ruas daqui de Fortaleza à noite. Eu não me via, e, só o que eu me lembro, era de ficar olhando para um letreiro de Neón na parede, escrito "PONOGRAFIA" (sem o "R" mesmo), com o primeiro O cheio de detalhezinhos nele. Eu só via esse letreiro e, daí, acordei...
Esse sonho me deixou um tanto cismado, mas acho que é por isso que eu gosto de sonhar: eu sempre quero entender o que ele significa (considerando que eu sou muito fã das ideias de Freud).

Bem, pessoal, basicamente é isso. Espero que tenham gostado da tirinha! Vou fazer outras, no papel dessa vez! Falou galera! Ótimo feriado pra vocês!

sábado, 8 de outubro de 2011

O que eu acho de certas coisas

Bom, aqui estamos nós em um sábado, bem cedo, até porque meu despertador acabou de tocar. E essa é minha nova política: sempre acordar cedo! Ora, simplesmente porque acordar cedo faz bem, e porque "prolonga" o dia. Não sei vocês, mas eu detesto quando acordo umas 10 horas...

Vou começar dizendo que nunca usei qualquer produto Mac... Macbooks incluídos.
Um dos fatos marcantes da semana foi o falecimento de um dos maiores ícones do mundo da informática e afins. Estou falando de Steve Jobs, o "pai" do (direi algo com o que todos já devem se familiarizar) iPod. Bem, é aquela: o cara morreu, certo. Isso é triste? É. No entanto, justamente por eu não ter convivido com ele, nunca nem tê-lo conhecido, não posso falar que fiquei triste com a morte dele. Claro, foi trágico (toda morte é), mas não é algo que me atinja, pelo menos não diretamente. O mundo perdeu um gênio? Sim, perdeu, mas...
Agora, que fique muito claro, apesar de eu nunca ter utilizado qualquer produto da Mac, isso não quer dizer que eu considere algo como o Windows como melhor. Primeiro, eu não sou que nem alguns "geeks" (é esse o termo?) que acham que o que eles usam é melhor, o do outro é inferior e que o outro tem de trocar IMEDIATAMENTE! Nah, como eu disse da última vez, respeito as utilizações de cada um. No entanto é aquela: eu uso Windows, mas eu tenho certeza de que o Mac é superior. Bom, não vou entrar em detalhes no momento pra explicar isso. O que posso falar é que o Windows tem alguns problemas que o Mac não tem (leia-se tela azul da morte).

Mudando de assunto, no outro dia, eu tava pensando justamente sobre as músicas de hoje. No caso, as músicas amadas de hoje. Olho bem e percebo cantores como Justin Bieber ou Lady Gaga (ela ainda faz sucesso, não é?). Mas, então uma coisa me voltou à cabeça: e a Rebecca Black? Bom, alguns sabem que estou falando da garota que fez o infame clipe Friday. Quem assistiu o clipe e leu a letra, sabe. Primeiro, o vídeo dela virou um meme da internet quase que instantaneamente, e, blogueiros e usuários de net afora sabem muito bem o que isso quer dizer. Comecei a pensar porque a música dela não fez sucesso. Não que o clipe dela não tivesse sido importante nisso, mas fiquei naquela: "se existem pessoas que gostam de músicas que repetem a mesma frase durante a trilha inteira, porque não vão gostar dessa?". Primeiro ponto: a letra da senhorita Black, assim como muitas outras que fazem sucesso mundo afora nos dias de hoje, não possui qualquer ponto de filosofia, poesia ou mensagem de qualquer forma. É só uma garota pré-adolescente dizendo que é sexta-feira. Tá, isso ajudou em muito na minha vida. De hoje em diante, eu vou pensar diferente por causa dessa letra... Puxa vida, ontem me deparei com uma música do Justin Bieber (enquanto estava na topique indo pra universidade), acho que era a Never Say Never. Apesar de eu não ir muito com o estilo do garoto, a música tem uma mensagem por trás. Agora, Friday, não tem muito o que mostrar. Além, é claro, da infame estrofe, em que Rebecca fala que o dia seguinte é sábado, o de antes foi quinta-feira e o depois do sábado é domingo. E, bom, esse foi o problema da música... Rebecca focou muito no óbvio e no que as pessoas prefeririam ficar sem ter de ouvir. Isso, sem falar da produção do clipe. Me desculpem, não sou profissional, mas eu tenho uma pequena ideia de produção de vídeos e, por favor, os vídeos que tenho aqui do Greats Wars parecem ser mais profissionais do que o clipe dela! Percebi uma produção muito amadora... Os efeitos de luz do clipe estavam bons, mas, eu acho que era só isso. Não sei se foi porque estavam nervosos, mas 99% dos atores não estavam indo muito bem. A própria Rebecca não mostrava qualquer expressão facial diferente de seu sorriso. Mesmo que a música mudasse de tom (o que, se pensar bem, não acontece muito), ela continuava lá, sorrindo pra câmera. Sinceramente, eu não queria estar falando mal disso... Não, sinceramente eu fiquei com pena da pobre garota. O vídeo ficou dentre um dos mais odiados vídeos do YouTube! A barrinha de likes/dislikes (conhecidos como joinhas aqui no Brasil) estava quase que completamente vermelha, coisa que eu nunca vi antes! Milhares de visualizações e milhares de comentários, todos descendo a lenha no clipe e na música. Acho que, se a garota tivesse se empenhado mais, tivesse escrito uma letra melhor e tivesse feito um clipe de melhor qualidade (a atuação dela também) talvez a história teria sido diferente...

Agora, estou me lembrando de como foi o Rock in Rio. Não vou desmerecer nada dele, foi um show descente, com uma atmosfera maravilhosa (eu só assisti um pouco e tive vontade de estar lá). Apesar de eu não considerar mais o Rock e muitos de seus derivados como meu ritmo favorito (só o Rock alternativo é bom para mim com essa palavra), embora eu goste de algumas bandas de rock, não muitas, eu vou admitir que gostei de várias coisas no show. Sei lá, foi bom ver bandas de rock lá, dentre elas Coldplay e Jota Quest (lembrando que o Rock nacional também é Rock, pelo menos eu acho que Jota Quest é Rock, né?). Agora, só não entendi muito bem o que é que Claudia Leitte e Ivete Sangalo estavam fazendo lá. Entendo ter visto coisas como Rock, Pop Rock, Rock alternativo, Heavy Metal, mas Axé...?! Sinceramente achei algo completamente desnecessário. Conheço algumas pessoas que gostam do gênero, e alguns deles se sentiram até ofendidos com essas inclusões. Mais uma vez, não quero desmerecer nenhuma das cantoras de Axé, mas eu achei fora de lugar sua inclusão. Gêneros como o Pop (graças à Deus o Justin Bieber não deu as caras, eu acho que ele iria ser linchado se aparecesse) até que são, digamos, fáceis de entender, até porque o Pop anda com o Rock em alguns casos (falou o profissional de música aqui). Admito, no entanto, que senti falta de uma certa banda. Se você me conhece, você sabe que é a Massacration!! Sei lá, apesar de eles ficarem só zoando, eu acho que eles são uma banda legal. E tem uns sons muitos legais, tipo a música de mesmo nome: Massacration. Também achei meio chato eles não terem incluído o Avenged Sevenfold, mas parece que a banda preferiu não ir por pouco tempo de palco.

Bom, e o ENEM tá chegando. Tenho alguns amigos que vão fazer a prova esse ano, e, sinceramente, espero que todos eles se deem bem. Muitos desses amigos eu conheci no cursinho que fiz no começo do ano, quando eu achava que não ia me dar bem no vestibular (o que todos nós sabemos que não foi o caso). Sinceramente eu desejo toda a sorte do mundo pra eles! E, claro, desejo que a prova não tenha problemas dessa vez. Eu vi e acompanhei algumas dessas pessoas, além do sofrimento de algumas outras, e sei o que é (lembrando que eu só fui saber que passei três dias antes do começo das aulas da UECE) não conseguir. Por isso mesmo, eu acredito que essas pessoas que estão se dedicando tem que conseguir dessa vez!

Acho que é isso aí. Valeu galera, continuem a viver aí! E lembrando, abaixo TODOS OS MOMENTOS DE TÉDIO!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ô vida...

Ontem, eu estava jogando quando ouvi uma notícia do Fantástico falando sobre o Justin Bieber. Não me interesso muito por isso, e continuei jogando. Daqui a pouco, me toco: o Zeca Camargo faz uma pergunta e o Bieber responde: "Bom, eu ainda vou fazer 18 anos, então, acho que posso..." O resto da resposta não interessa, é o começo que me chama atenção. Pô, o cara AINDA vai fazer 18 anos e dá só uma olhada no sucesso que ele faz. Foi isso que me deixou um tanto chateado. Não é o fato do cara fazer sucesso, nada disso. É só o fato de eu JÁ TER 18 anos e não ter feito nada de incrivelmente extraordinário e emocionante...
E isso me leva ao tema que quero começar a debater hoje. Essa é uma mensagem e pergunta a todos aqueles que são da minha geração ou de antes (...1989, 1990, 1991, 1992, 1993). Pessoal, pensem bem. Vocês já fizeram algo de extraordinário em suas vidas? Já conseguiram, pelo menos, alcançar e realizar um sonho?

Ao olhar para minha vida no geral, ao me deparar com todos os meus sonhos, todos os meus desejos, etc., eu percebo que eu não realizei muita coisa... Como alguns de vocês devem saber, eu tenho sonhos GRANDES, mas não cheguei a dar o primeiro passo em muitos deles. E, se dei, não dei o empenho necessário...
É aqui que quero começar uma campanha comigo mesmo. Algo que quero chamar de "Primeiro passo já!". Nessa campanha, pretendo ABOLIR todos os momentos de tédio que tenho... Sei lá, percebo que a vida simplesmente é muito curta pra que eu deixe passar assim. Eu acho que eu deveria viver cada dia de cada vez. Como se fosse o último, sabe? Bom, vou tentar!

Bem, deixa ver. Durante essas duas semanas, passei por vários momentos, e tive um leque de pensamentos permeando pela minha cabeça. Um dos pensamentos que eu acho que foi mais importante foi, justamente, o de eu rever meus conceitos e rever o porque de eu detestar tanta coisa. Obviamente, eu cheguei a uma conclusão: nada fazia sentido. Fiquei me analisando, observando quais os tipos de música que eu gostava ou não e percebi: "Só porque eu não gosto do estilo de uma pessoa, não quer dizer que eu não possa gostar da pessoa." Acho que isso ocorreu porque eu estava lendo um artigo em um determinado site, não vou dizer qual, e uma certa frase do cara me deixou irritado: "Quer dizer que a humanidade sobreviveu à Era do Gelo, a diversos conflitos, à Primeira e Segunda Guerra Mundial, para que pudessem escutar Luan Santana e usar Crocs?". Se você curte algum dos dois exemplos que ele deu ao final, você vai entender do que estou falando.
Não curto ouvir Luan Santana (nem Sertanejo), nem nunca usei Crocs (mais pela falta de oportunidade), mas, de uma coisa eu sei, ninguém tem o direito de apontar o dedo na cara do outro e dizer que o gosto dele não presta. Ninguém tem o direito de chegar e dizer que o que ele gosta é superior e que o do outro "não presta". Sim, isso vale pra TODO MUNDO. Se você aparece por aí dizendo que, sei lá, a pessoal tal que gosta de Restart é um "retardado, burro, débiomental, imbecil, tem mau-gosto, é bicha, etc.", creio que você aceita se alguém chegar e falar mau de você se baseando no seu gosto musical, certo? Ou, nas coisas que você usa, ou, no jeito que você pensa... Pegaram o pensamento?
O gosto musical é só um exemplo mais prático, mas eu tenho certeza que você entendeu a ideia. Se as pessoas querem tanto respeito, por que elas não começam respeitando coisas assim? São coisas pequenas como essas que iniciam uma reação grande.

Bem, deixa ver aqui....... Oh, sim. Minha mãe ficou fanática em um desses jogos de redes sociais. Nada contra, mas a coisa tá ficando feia. Ela passa o dia trabalhando, mas, quando ela chega em casa, ela sempre dedica um tempinho para "cuidar da cidade dela", e, esse horário sempre é à noite. Pelo fato de eu preferir mexer no computador durante o período noturno (nos finais de semana, claro, universidade não permite essa liberdade nos dias semanais), não preciso dizer que eu não tô conseguindo fazer muita coisa esses dias na Internet, né? Tenho que admitir que isso até que tem seu lado bom. Tô com mais tempo pra escrever (ou pensar) minhas histórias.

Já que eu toquei nesse assunto, lá vai. Nesses dias eu estou pensando seriamente no final do último capítulo dos Grandes: a saga de Glenn H. Detros, conhecida por muitos poucos como Zero. Acho que eu já detalhei isso aqui antes: Glenn é um jovem órfão que vive em um mundo que só está do jeito que está por conta dos erros de seus pais, mas só ele sabe disso. O mais legal é que eu fiz uma reescritura do começo da história para algo mais coeso, ou melhor, mais adaptado. Glenn, de um cara que anda com uma espada exageradamente grande, passou a um jovem rapaz sem emprego e, aparentemente, sem perspectiva qualquer. Ele tem a espada, mas ele não anda com ela por aí. Nessa, ele consegue um emprego como garçom do bar de seu amigo mágico: Guile (que também existia, mas não tinha tanto detalhe), graças à ajuda de sua grande amiga Mily, cantora do bar. Lá, ele conhece a "Superstar" do bar: Lúcia, uma cantora cheia de oportunidades, mas que não as deseja, ou as aproveita. Nessa eu queria fazer um jogo de opostos: enquanto Glenn deseja oportunidades em sua vida, Lúcia quer distância delas. Um deseja a vida do outro, e então decidem trocar por um dia. E o fazem. Glenn, devido a uma certa prática, se mostra um excelente cantor, e Lúcia se disfarça e sai à procura de emprego por conta própria, para ver como é a vida de Glenn. Isso é só uma pequena demonstração do começo da história, onde ocorre o maravilhoso Desenvolvimento de Personagens. Depois, lógico, quando eu começo a mostrar as relações dos personagens com o vilão, Máxter, muita coisa se mantém. Umas sim, outras nem tanto.
Como eu já falei em postagens anteriores, muita coisa mudou desde que comecei a escrever, e minha visão de como uma boa história é foi uma delas. Para mim, é importante não mostrar um personagem poderoso que quer salvar o mundo por algum motivo qualquer, mas sim um personagem humano, com desejos, aflições, alegrias, tristezas; um personagem desenvolvido. E é o que pretendo fazer com Glenn.
Glenn talvez seja o personagem que mais sofre da fatia d'Os Grandes. Se eu fosse fazer uma análise rápida, perceberia isso. Agora, claro que não faço isso porque eu quero que ele sofra. O principal tema da história dele é mostrar uma finalização definitiva de uma batalha: a batalha entre os Hart e os Caosianos. Mas, também, muito da história se baseia na frase "Sempre há uma tempestade antes da calmaria". Nessa, eu quero mostrar a real crueldade de um mundo sobre uma pessoa e como essa a afeta. No caso de Glenn, ele estará lidando com Máxter, o mais brilhante dos caosianos, embora não o mais poderoso. Diferente de Xevá com David, ou de Harox e Odanta com Retnuh e cia, Máxter conta com um exército inteiro de Xenovianos à disposição, e ele o utiliza para governar um mundo, coisa que os demais caosianos nunca pensaram fazer. Máxter também tem uma visão diferente dos demais. Enquanto Xevá, Harox e Odanta veem o Caos como algo que deve ser aplicado de forma espontânea, Máxter vê o Caos como algo que deve se manter duradouro, para que se crie uma ordem e, portanto, um novo caos. Essa é a visão do vilão.
Glenn vive em um mundo literalmente governado pelo caos e ele sabe de quem é a responsabilidade, mas não pode fazer muito a respeito dela. O herói, por ter passado anos de sua vida vivendo por conta própria (ele só conhece seus amigos depois de já crescido), acabou tendo que se virar e aprendeu a lutar de diversas formas.
Se você me conhece, sabe qual é o resultado do primeiro embate entre Glenn e Máxter. A derrota desse primeiro. Máxter joga Glenn para longe de seu domínio, e acha que aquilo vai matá-lo. No entanto, Glenn se encontra com os antigos servos de Xevá: Castentlhesses, Synamo e Iatnirik, e estes o treinam para que ele seja capaz de enfrentar e vencer Máxter. Dessa parte em diante, começa a segunda parte, que gosto de chamar de Saga da Máscara. Obviamente, Glenn fica a utilizar uma máscara preta e fica andando pelo reino de Máxter sob o sobrenome de Zero, indicando sua ausência de relações com outras pessoas e de um passado. O resto, é história.

Bom, eu bem que queria passar mais tempo falando dessa história aqui, mas fica pra próxima. Até porque, eu tenho coisas a fazer. Falou galera!!