segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que, segunda?! Por que?!

É, não há dia pior do que a segunda-feira. É quando você tem que abandonar todo o conforto e diversão do fim de semana pra ter que se deparar com todas as obrigações da semana.
No meu caso, é a infelicidade de não ter nem mexido no computador (e não ter feito nada de lucrativo nesse fim de semana). Mas começo a semana já colocando as coisas pra trabalhar, e tentando ser mais lucrativo agora... Pra começar, vou escrever aqui o que aconteceu durante a semana passada.

Primeiro de tudo, eu comecei a ler o segundo volume da série Percy Jackson. Pior que eu gosto e acho a história bacana. Bom trabalho, Rick Ryordan! Sei lá, o segundo livro é bem bacana, e eu tô achando mais legal do que o primeiro. Normalmente, eu já teria terminado de ler, mas a falta de tempo por causa da universidade é grande...

Fora isso, deixa ver... Ah, sim. As aulas da UECE tão ficando cada vez melhores! Semestre passado, eu posso dizer que teve muita coisa chata, especialmente porque não vimos muita coisa relacionada à matéria: História. Sem falar que, semestre passado, rolaram algumas discussões entre os capitalistas e socialistas da sala. "Meu modelo é melhor do que o seu...".
Vou aproveitar essa e deixar meu ponto de vista exposto: sou capitalista, mas por motivos simples... Eu simplesmente olho para o socialismo e não vejo algo que seja capaz de ser aplicado conosco (algo... utópico, ouso dizer, mas fala isso pra um socialista de alma e você vai ver o que acontece). Claro, o capitalismo não é nem um pouco perfeito, pelo contrário, é cheio de defeitos (nossa e como ele tem defeitos), mas eu acho que é um sistema mais justo do que o socialismo... Querem saber por que? Ambos os modos tem manuseamento monetário, isto é, dinheiro. A diferença? Um médico ganha uma PORRADA de dinheiro, quando comparado a, digamos, um catador de lixo (no capitalismo). No socialismo, um médico ganha a mesma quantidade de dinheiro que um catador de lixo ganha. É zoeira, né?
Tá, já sei... Tem aquela que todos tem direitos iguais e talz. Mas é aquela também: você quer comparar um médico, que passou ANOS estudando, se dedicando e que salva vidas, a um cara que cata lixo...? Não é querendo humilhar ninguém, mas, pô...! Como um amigo meu disse: coloca um catador pra fazer uma operação cerebral! Claro, também sei que nem todos tem as mesmas oportunidades, mas vou usar uma frase meio famosa: a culpa é do governo! Se o governo não dá oportunidades a todos quando ele deixa de tentar melhorar a educação, realmente é uma injustiça!
Mas eu tô perdendo o foco. Outro ponto é que, apesar de eu ser capitalista (por não ver as ideias socialistas como... aplicáveis), eu sonho em um mundo onde não existe sistema econômico, governado só por Deus, com todos se respeitando, só amor, sem ódio ou guerras, que foram deixadas para trás, e só possuem a prova de terem existido por causa de histórias que sobraram (eu acho que isso é o Céu).

Bom, mudando um pouco aqui... Deixa ver o que mais... Oh, sim! Esses dias, tô tentando reencontrar amigo(a)s que não vejo há tempos. Não acho que estou tendo muito sucesso, mas eu pelo menos consegui recuperar contato, o que já é muito! Até agora, ninguém morreu.

E eu tive uma nova revelação pro meu super-desenho!! Já foram quatro folhas (com alguns detalhes faltando nessa última), e, na quarta folha, foi o meu momento "ressuscitando os mortos". Caramba, eu desenhei praticamente TODOS os personagens que eu não desenhava há anos! Vai uma listinha: Dhorothy, Mauro Jr., Ivalos, Dare, Spidarertha, Tricero, HX e o Light. Só que, também foi a hora de mudar o visual de alguns, como o do Matt (Supergências), e o da Lúcia (Conto de fadas). No Matt, eu dei uma leve alterada no cabelo, embora ainda ache que o desenho é muito diferente da pessoa de verdade (no caso, meu irmão). Já a Lúcia, bom, ela é 100% fictícia, o que dificulta MUITO. Passei um tempo pensando, e decidi adaptar um visual parecido, mas com uma roupa diferente. Deu mais ou menos certo no final. Claro, a página também me fez desenhar uma personagem nova: Anatsunamón (Ana, para abreviações)! A personagem em si já tem uma certa história de produção, só faltava mesmo o desenho. Eu ia tentar desenhar a Anne, mas só que eu notei que o rosto ficou um tanto... maduro demais pra uma personagem de 20 anos. Aproveitei o papel de Ana e, bom, coloquei o desenho.
Fora isso, eu decidi ver como ficaria o tamanho do desenho inteiro (eu ainda não havia feito isso). Peguei as quatro folhas e coloquei-as em ordem. Ficou do tamanho da largura de uma cama box de casal, sério. Fiquei animado, claro!!
Agora, dando uma rápida olhada, vi alguns erros em certas páginas. A boa notícia...? Esse ainda é o rascunho. Quando eu for colocar os traços finais, ou melhor, antes disso, vou apagar as partes com traços de rascunho, ajeitar os traços mal-feitos, apagar os desnecessários e por aí vai.

Domingo, ontem, foi o aniversário de minha mãe. Eita, festa. Começamos o dia indo à Igreja (ela é religiosa, já deu pra sacar, né?). Pouco depois, íamos a um churrasco. Foi bem bacana, mas eu não acho que precise entrar em detalhes. Só minha vó não foi... Mas, tudo bem! Naquela noite (foi ontem, pô!), fizemos uma festinha particular (vovó incluída, Ieba!). Conversamos um tempinho e, aí... acabou.

Pra fechar, já que minha memória está sendo cruel comigo e não me deixa lembrar de muita coisa, vou relatar uma coisa que aconteceu comigo hoje, segunda-feira!!
Tô aqui no colégio, "trabalhando". Fui à cantina pra comer alguma coisa. Fiz um pedido, com Coca-Cola incluída. A moça disse: "Só tem Pepsi, pode ser?". "Ah, pode.", eu disse.
Passei uns dois segundos e me toquei. "Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?"...
Sim, eu me refiro ao maldito comercial da Pepsi (que já deve ter passado mais no cinema do que o Coral de galinhas do Guaraná Antartica). Caramba, eu soltei um sorriso, pra disfarçar a GARGALHADA que eu queria soltar, em público. Tô até agora pensando nisso, e começo a rir toda vez que eu me lembro.

Bom, galera, mais uma coisinha curta, pra resumir uma semana da qual não lembro muita coisa. Valeu, galera!!

domingo, 11 de setembro de 2011

Domingo é assim... 2

E aqui estou eu, em mais um bom domingo, repensando na maioria das coisas que me aconteceram durante a semana. Acho que é justo eu liberar alguns fatos aqui... É, por que não?

Não tive nenhum tipo de surpresas durante o final de semana passado, muito menos no começo dessa semana. Com uma pequena exceção... Terça-feira, antes do Feriado, recebi uma ligação quando eu estava na faculdade. Meu irmão estava me dizendo que nosso pai iria a Mossoró para deixar um amigo nosso, Giovanni. Ele perguntou se eu queria ir. Por estar no começo da aula, eu não entendi muito bem e acabei dizendo que ia... Bom, foi aquela: acabou a aula, peguei o ônibus e voltei pra casa. Chegando em casa, me explicaram melhor o que eu iria ter de fazer. Eu tava um caco, obviamente e descobri que eles iriam às 5:00 do dia seguinte! Me imaginei acordando de madrugada e fazer uma viagem de 3 horas de ida e 3 de volta. Além disso tudo, eu tinha que estudar pra quinta-feira. Neguei, mas isso não impediu meu irmão de ir, e ele foi, ainda naquela noite, pra casa do meu pai, dormir lá e ir de manhã.
Aproveitei a oportunidade para ir em frente e assistir a trilogia Matrix, que eu consegui recentemente, mas não tive a oportunidade de assistir até então. Assisti ao primeiro filme ainda naquela noite e, obviamente, gostei muito. Fiquei impressionado com a imensa quantidade de filosofia que o filme tem nos primeiros minutos. Eu havia estudado tudo aquilo semestre passado. Seria o eterno questionamento de René Descartes. Eu sabia que o filme tinha filosofia, eu só não esperava que ele esfregasse na minha cara. O filme terminou umas 01:00 da manhã. Assim que ele acabou, eu fui dormir.

No dia do feriado, acordei umas 08:00, mas fiquei enrolando na cama... Me levantei mesmo umas 09:30, com o aviso que o meu irmão tinha chegado em Mossoró. Pô, fiquei feliz, claro. A viagem tinha ido bem no final das contas. Naquela mesma tarde, peguei uma apostila e comecei a estudar, pra ficar preparado pro dia seguinte. Assim que terminei, fui assistir ao resto da trilogia Matrix. Assisti o segundo filme entusiasmado, e, mais ou menos no final dele, meu irmão chegou em casa. Conversei com ele um tempo, perguntei como foi e tal, mas foi rápido. Pouco depois, lá estava eu terminando de assistir a trilogia.

Quando terminei de assistir os três filmes, não preciso dizer que fiquei estático, certo? Nossa, comecei a pensar na filosofia por trás dos filmes e fiquei me perguntando se o mundo em que eu estou agora realmente é real, ou apenas uma ilusão. Isso sem falar que nunca mais eu vou colocar um óculos escuro da mesma maneira, né?

Além disso tudo, eu aproveitei os filmes pra me inspirar pro final de uma série minha. Fora isso, foi quando eu assisti os filmes que tive a ideia de voltar a fazer meu desenho gigante. E eu o fiz, pelo menos, uma pequena parte...

Sim, ainda estou fazendo e o desenho chegou na quarta página, se não me engano. Dessa vez, desenhei personagens que não desenhava há mais ou menos dois ou três anos. Sim, dois ou três anos. E, observando a IMENSA melhoria realmente me deixou feliz. Claro, ainda existem alguns detalhes que espero melhorar antes de publicar o desenho, mas, ei, já é uma melhoria, não é?

Agora, nem tudo foram flores essa semana. Ainda nessa semana, meu tio-avô ficou extremamente doente (ele já estava, mas dessa vez piorou e muito), a ponto de ir para a UTI. Antes de mais nada, eu não possuía qualquer afinidade com ele. Me lembro de já ter ido à casa dele quando eu era bem mais novo (mais de 10 a 14 anos atrás) na época do Natal. Me lembro que o vi recentemente, em uma curta reunião de família e tudo. No entanto, afinidade era algo que eu não tinha com ele. Talvez por isso mesmo, admito que não fiquei tão chocado com a notícia. Minha avó, irmã dele, vivia me falando sobre como ele estava, e, quando passei a entender o estilo de vida que ele levava...
Uma coisa pegou toda a família: era só uma questão de tempo. Curiosamente, imaginei que ele não aguentaria até o final de semana. E, teoricamente, foi o que aconteceu. Na tarde de sábado (isso aí, ontem), ele faleceu, tendo o que parece ter sido uma parada cardíaca. Claro, fiquei chateado com o falecimento dele (sempre é muito chato), especialmente quando pensei na dor dos seis filhos dele, sem contar com os netos, né? Me lembro que, em 2009, meu avô falecera durante o mês de Outubro. Nossa, cara, NUNCA chorei tanto em minha vida. Fiquei muito deprimido naquele dia. Mas eu acho que a pior coisa que aconteceu naquele dia foi ver meus parentes sofrendo junto, especialmente minha mãe... Um sentimento que eu sempre detestei foi o de impotência. Ver ali minha mãe, meu irmão, minha avó, até meu pai sofrendo, e não poder fazer nada, foi o suficiente pra que eu sentisse vontade de me matar. Claro, joguei o pensamento pra fora no mesmo instante.
Foram essas memórias que me acertaram ontem, quando eu soube da notícia. Pensei em não ir ao velório dele, também ontem, mas minha mãe me acertou com um argumento: "Família é família. Temos que ir.". Eu tinha uma resposta, mas preferi ficar quieto e evitar problemas com isso.
Quando chegamos lá, uma das netas dele já estava lá, muito triste, claro... Minha mãe achava que eu tinha problemas em olhar para um cadáver, por isso recomendou que eu me afastasse. Imediatamente me lembrei do velório do meu avô. Eu não conseguia nem olhar para o corpo dele no caixão, senão, caia em prantos. Mas a diferença é que eu sabia que aquele não era o caso. Sabia que quem estava ali era alguém que era um quase desconhecido pra mim. Me aproximei do mesmo jeito.
Quando olhei para o rosto dele, percebi que eu não o conhecia MESMO. Eu nunca tinha visto o titio (como nós o chamávamos) sem bigode, e, quando eu o vi ali, não o reconheci de primeira...
Passamos pouco tempo lá, ontem à noite. Minha mãe procurou confortar quem pôde, assim como eu tentei confortar quem eu pude, ou melhor, quem se aproximava... Quando saímos, me senti no dever de explicar que eu não queria ter ido, porque eu não tinha intimidade alguma com ele. Ela me deixou claro que ele era família, e era uma parte importante para nós, considerando que ele era irmão de minha avó.
O enterro (talvez o momento mais difícil) foi hoje de manhã. Eu não fui. Eu sei muito bem como é um enterro e sei como é horrível. Eu sabia que, se eu fosse, eu não iria chorar, mas eu sei que não seria algo que eu fosse aguentar... Se eu fosse, tinha certeza que acabaria sendo o mais desagradável possível, mesmo sem querer.
Agora, creio que ele esteja abraçado com seus pais e está conversando com meu avô. Que esteja no céu. Desejo o melhor pra alma dele.

Mudando de assunto, hoje eu decidi pôr em prática uma ideia que tive há um tempão. Eu sempre quis sair em uma aventura. E hoje, eu decidi dar o primeiro passo. Com um movimento revolucionário (para mim) dei o passo para andar, sem motivo nenhum, até o estádio Paulo Sarasate aqui em Fortaleza. Por mais inútil que pareça, foi algo imensamente genial para mim. Depois, eu conto os detalhes de como foi e do que eu realmente planejo fazer.

E é isso aí pessoal! Curto, mas resumiu minha semana inteira praticamente. Falou galera, e até a próxima!!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

David Hart e uma mudança grande

Então, quem me conhece sabe que eu tenho umas histórias bem loucas, certo? Se você me conhece há MUITO tempo, você deve saber que o personagem que eu tenho e que é o mais parecido comigo é o fruto de um momento egocêntrico meu: David Hart.

Eu acho que nunca deixei muito claro como é a personalidade do meu personagem, muito menos o que ele tem que eu não tenho. E eu acho que vou deixar isso nas escuras por enquanto.

O importante é que David Hart lembra muito a mim quando eu estou dentre amigos. Mas, isso está prestes a mudar.
Além de eu ter uma vontade muito grande de transformar David Hart em Davi Mendes, eu acho que chegou a hora de amadurecer o personagem e deixá-lo mais... humano.

Há algum tempo, depois de dar uma olhada nas minhas histórias antigas, eu fiz uma pequena pesquisa com o personagem (para o bem daquele meu Desenho Grandão). Percebi que, por mais "cool" que o David possa parecer, na maioria das vezes, ele só parece mesmo um idiota, ou um cara imaturo, se assim preferir. Acho que até mesmo a palavra cretino é boa (não, deixa pra lá).

Um projeto que comecei faz um tempo se mostrou essencial para começar. Obviamente, é uma história...
Cena de Desséc
Intitulado somente de "David Hart", a história conta com um David mais novo, de apenas 18 anos (minha idade!!), que viaja galáxia afora em busca de aventuras. Praqueles que já conhecem o personagem e parte de sua história, nessa história, David ainda não criou a Academia Supergências, e ainda tem muito a aprender sobre a vida.

O projeto ocorre 3 anos antes da história Supergências, e, aqui, vou explicar tudo sobre David. Coisas como a inimizade com Haro-Za, a obtenção e o aprendizado de suas habilidades, além de informar quais foram as razões para David iniciar a sua Academia. Não só isso, mas, nessas histórias, eu vou aproveitar para refazer o David. Agora, acho que vocês devem se perguntar o por que disso.

Quando eu fiz o personagem pela primeira vez, lá pro final dos anos 90, ele era tudo o que eu era. No entanto, com o passar dos anos, David Hart foi se tornando cada vez mais distante da minha personalidade e passou a ser algo que eu tinha em mente como a personalidade ideal. No final da década passada (00-10), eu comecei a repensar no personagem que, lentamente, passou a me refletir novamente.

David em um remake
Com este novo roteiro, David Hart passará a ser eu novamente. O personagem que começava a agir como o dono da situação voltará a ser apenas um cara (ou garoto, se você é bem mais velho do que alguém com 18 anos) crescendo e procurando se tornar maduro.
Um novo ponto que quero colocar em David é a timidez. Eu sei que não existe qualidade em ser tímido (acreditem, eu sei), mas é algo que creio que deixará o personagem mais humano e mais de acordo com a minha realidade.
[Eu sei que posso estar parecendo egocêntrico no momento, mas David é, querendo ou não, minha versão em desenho, sempre foi]
Para a história, obviamente já tenho vilões planejados. Cada um deles vai trabalhar em um aspecto de David e a luta com eles vai, eventualmente, torná-lo em um homem maduro, ou adulto se você quiser chamar assim.
Os vilões planejados são clássicos: Chaos, Leonard Doom, Gardur Fente, Haro-Za, penso na possibilidade de Drake Vicina, e, quem sabe, Hades. Até mesmo a ideia do poderoso Xevá aparecer está na cabeça!

Agora, também existem personagens secundários que serão de extrema importância, especialmente para o desenvolvimento do personagem...

Na verdade, olhando aqui algumas coisas, percebo que o David teve o ápice de semelhanças comigo justamente na série Greats Wars!

Cena de Greats Wars
Por mais incrível que pareça, o David Hart mais fiel à minha personalidade é o de Greats Wars. Eu sou quase daquele jeito, justamente quando estou com meus amigos, isto é. E não me surpreendo, na história, o objetivo nunca foi desenvolver nem explicar personagens, e, sim, fazer as pessoas rirem. Acho que meu subconsciente é o responsável por isso...

Bom, o projeto "David Hart" vai entrar em ação dentro de algum tempo. Nele, vou dar o máximo de mim para extrair o máximo de mim e colocar no personagem. Quando eu conseguir fazer alguma coisa, deixarei todos sabendo!

Valeu pela atenção galera, até a próxima!!