domingo, 28 de agosto de 2011

Domingo é assim...

Ah... O bom e velho dia de Domingo, o dia perfeito pra você fazer tudo o que você deixou pra fazer de última hora. Claro, é o meu caso. OK, nem tanto! Na verdade, nem sei porque tô escrevendo aqui. Acho que só vou dizer as coisas que aconteceram comigo no tempo que eu não postei.

Acho que o mais interessante é dizer que eu entrei no twitter. Sim, eu entrei. Admito que, antes, eu detestava aquele site. Por causa dos problemas que ele poderia causar, como, sei lá, preguiça na hora de ler, essas coisas.  E o pior é que o espaço pra escrever é muito curto! Me sinto agoniado quando quero escrever alguma coisa, mas não posso. Mas uma coisa eu consegui entender: porque raios tanta gente escreve besteira no site. Eu acho que sei porque já tive o impulso para chegar de perto de fazer algo assim, mas eu não o aproveitei. Quando você tem um twitter, uma voizinha fica na sua cabeça dizendo: "escreve, escreve, escreve!". Nisso eu pude deduzir: se eu seguisse essa voz, ia chegar um momento em que eu não teria mais nada de útil pra escrever, e, aí, começaria a falar besteira, tipo: "Comendo Doritos", Mastigando, Engolindo, malae, peidei. É o tipo de coisa que te dá vontade de falar PORRA! Eu acabei me adaptando a essa coisa e tenho certeza que vou sobreviver.

E as aulas voltaram! Eu fui pego de surpresa, porque achava que elas só iam começar mais tarde! Mas é outra: já me adaptei e já tenho uma porrada de seminário marcado! Sem contar com um fichamento pra entregar terça. Mas tô tranquilo, tenho certeza que vai dar tudo certo. Até porque, tô me aplicando bem.

Outra, ouvi um álbum de Evanescence... Sim, eu disse isso, ou melhor, escrevi isso. Foi aquela, tava precisando aprender um pouco sobre as músicas estilo dark, mais pelo bem do "Conto de fadas". Obviamente, deu pra arrancar um pouquinho sim, e, ouvindo o álbum todo, eu vi que as músicas eram bem legais. Tô falando do Fallen de 2004. Mas é essa: não considero o estilo dark minha cara. Acho que eu tô mais pra pop, orquestra e rock alternativo. Fazer o que, né? Não me levem a mal, o estilo tem suas músicas bacanas, mas não é pra mim...

E eu ganhei um mp4 novo! Eu tinha várias opções, mas acabei optando por um mp4 mesmo, porque eu acho ele mais simples e legal de se usar. Infelizmente meu último (e primeiro) mp4 deixou de funcionar. Acho que era a idade. O pobre já tinha uns 3 anos nas costas. Claro, escolhi o outro com muita pena e, na verdade, me senti cometendo um adultério dos mais terríveis. Nunca me senti tão horrível antes. Quase que eu nem pego, mas, por insistência de minha amada vózinha, acabei por pegá-lo. Ele (o novo) tem uns truques a mais e um tamanho de incríveis 4Gb! Isso além do que eu achei pelo nome de WOW SRS HD, ou algo assim. Pela dedução acho que era deixar o som em HD, posso estar enganado. Mas quando eu coloquei aquela criança, minha sensação foi de meu cérebro sair da caixa craniana, dar um voo e voltar. CAAAAARA! Que sentimento incrível! Uma música que eu já tinha escutado centenas de vezes pareceu algo completamente novo e melhor!
O que eu sei é que minha sensação de adultério (aquela que eu senti quando fui comprar o mp4 novo) me deixa incrivelmente preocupado. Eu fico me perguntando porque será que eu pensei naquilo como um adultério? Eu sei que eu tinha criado afinidade pelo meu mp4 antigo (passei 3 anos andando com ele para lá e para cá), tanto que eu ficava muito irritado quando acontecia uma coisa a ele: tipo uma queda ou quando a tela dele deu uma rachada legal, mas a ponto de não conseguir me desprender dele?! Acreditem ou não, ainda vou me consultar em um médico pra saber do que se trata.
O meu maior medo é o seguinte: se eu não consigo me desprender de um reles bem material, será que eu conseguirei superar meus relacionamentos quando estes acabarem? Tipo um relacionamento amoroso. Será que eu vou conseguir superar o fim com uma namorada? Ou vou ficar me remoendo e passando anos e anos a fio sem dar continuidade à vida? Definitivamente é algo que eu preciso trabalhar.

E falando em trabalho, na terça, fui com o Átila, colega meu, conectar uns computadores lá no laboratório de informática do colégio. Quando estávamos terminando, o prof. Henrique entrou. Ele já foi meu professor, então falei com ele, com aperto de mão e tudo. Foi aí que ele explicou que cada PC tinha uma certa ordem de conexão, pra que os alunos encontrassem os trabalhos deles sem preocupações. Resultado: tivemos de colocar os computadores na ordem correta. Demorou um pouco, por causa da conexão entre PC's, mas deu tudo certo no final.
Na quinta, meu pai me colocou pra trabalhar com o Giovanni, um amigo meu. A gente tinha sido mandado pro Setor Pessoal do colégio pra descobrir porque uma máquina tava dando o velho erro da Tela Azul da Morte. No caminho, me encontrei com o prof. Marcus Fábio, também professor meu, e fiz questão de dar um oi. Fomos no Setor Pessoal e descobrimos que a máquina só morria quando o Internet Explorer era ativado. Perguntamos à usuária do computador se ela poderia usar um outro navegador durante o trabalho: tipo o Firefox ou o Chrome, quem sabe o Safari? Ela disse que não, pois, aparentemente, apenas o Internet Explorer conseguia fazer uma certa operação necessária no emprego dela. E o que fizemos? Reinstalamos o Explorer e demos uma olhada. Sem brincadeira, a maldita instalação demorou uns 30 minutos. Testamos e, no final das contas, acabou dando tudo certo...

Pra finalizar eu posso dizer que estou ficando feliz com as visitas e a participação dos leitores no Hyrule Map, outro blog meu. Coloquei uma enquete recentemente e tá tendo muitas participações. Eu sei o motivo, mas não posso negar que fico feliz do mesmo jeito. Além dessa, eu tô vendo que tem mais gente comentando e tudo, o que é ótimo! Estou conseguindo conquistar leitores e, toda vez que vejo um comentário novo, me sinto na obrigação de escrever mais alguma coisa pra aumentar o conteúdo e deixar o povo feliz. Mas eu acho que posso estar deixando alguns um pouco nervosos por causa do guia que eu estou escrevendo no tempo livre, talvez por estar demorando demais e tal. Mas eu estou tentando deixar o guia 100%, então preciso de tempo, e já falei isso por lá, o que me tranquiliza.

E é isso, galera! Todos os fatos mais importantes dos últimos dias. O que é isso tudo? Resultado de um domingo, quando você fica pensando na sua vida e acaba se lembrando de coisas, algumas que você queria esquecer, e outras que você ainda queria estar vivendo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O conto de fadas quase perfeito

Sempre que penso na fatia dos Grandes, me recordo que todas as minhas criações mais ousadas e cruéis estão por lá. O maior exemplo disso são os Caosianos, poderosos seres capazes de controlar o caos. O principal deles, Xenos Vágres, faz uma ponta em praticamente todas as histórias dos Grandes (LWL é exceção), sendo um tipo de vilão geral. De fato, ele é um personagem tão importante, que foi um dos motivos para a fatia dos Supremos começar a existir. Na verdade, se eu for olhar cada ponto da história dos Grandes (começando da história de fundo, claro), vai dar pra ver que o Xevá é um antagonista eterno e que foi ele que deu diversas bases para muitos dos pontos da história.
Ele é antagonista de Tales, nos Supremos, e o vilão principal de David Hart e dá uma possível ponta nas aventuras de Retnuh. Ele é o terror de Gência. No entanto, existe uma frase que diz talvez a maior de todas as verdades (ou a segunda maior): Nada é para sempre. E é nesse pensamento que a ideia de um fim para a saga dos Grandes se mostra necessária.

O conto de fada é uma narrativa na qual o herói tem de passar por grandes obstáculos antes de triunfar sobre o mal. Nessa premissa, surge a história final da saga dos Grandes: apenas intitulada de Conto de fadas. Imagine viver em um mundo onde tudo está ocorrendo por causa das ações passadas de seus pais, mas ninguém sabe disso, só você. Este é o mundo de Glenn Detros, um jovem sonhador, que vive no mundo de Zádia (ou Nova Gência, que, depois de acontecimentos ainda inexplicados *não escrevi essa parte ainda* passou de uma galáxia inteira para um pequeno planeta). Seu pai, Zack, enfrentou Xevá em uma batalha mortal antes mesmo de Glenn nascer e, aparentemente vitorioso, morreu logo depois, devido aos ferimentos da batalha. Hina, que teve um relacionamento amoroso com Zack, engravidou pouco antes disso tudo e teve Glenn. Ela vivia em um palacete, onde os melhores ferreiros do mundo viviam, guiados pelo pai dela. Glenn cresceu lá e por lá viveu até os 10 anos de idade. No entanto, em uma dada noite, o palácio foi atacado por um exército de Xenovianos, exército dos caosianos, sob a liderança de Máxter, que se dizia ser filho de Xevá e procurava se vingar de Zack, matando aqueles que ele amava. Glenn foi salvo por Nav-los, um guerreiro Ramza amigo de seus pais, mas sua mãe, Hina, ficou para trás, para um duelo com Máxter. Indignado com sua audácia, o Caosiano a matou e, para provar seu valor a todos os humanos, afim de evitar mais atos como o de Hina, Máxter tomou Zádia para si, dando-a o nome de Império Xenoka.
Glenn, chocado com a morte de sua mãe e de sua casa, começou a criar um ódio imenso por todos os Xenovianos, mas teve que aturar viver no Império deles.

Alguns (que já me conhecem, obviamente), já devem ter se tocado que essa história é a introdução de Zero, uma série dos Grandes que fiz há alguns anos. Devido a várias questões, principalmente pessoais, fiz diversas alterações na história, procurando deixá-la mais de acordo com outros planos que possuo. No entanto, muito dos aspectos antigos de Zero ainda dão as caras aqui, como os personagens (que permaneceram intocados), o enredo geral e a atmosfera.
Por se tratar do final de uma fatia inteira de um Universo, Conto de fadas tem vários aspectos dados como conclusivos e/ou explicativos. O ponto que mais exploro aqui é a real questão da família Hart: quem são eles, porque eles podem enfrentar os Caosianos, e porque só eles podem destruir todo o caos no universo.
Mas um ponto no qual eu quero focar é a sensação do mundo pelos olhos de Glenn. Ele consegue ver que muitas das ações que movem o mundo são consequências dos atos de seus pais, como o ódio de Máxter pelos humanos (um homem matou "seu pai") e sua vontade de impedir que eles se movam (para evitar outros rebeldes como Hina). Claramente, Zádia se encontra em um período de tirania e crueldade. Glenn sente a responsabilidade de tirar sua terra das mãos de Máxter e fazer tudo ficar em paz, novamente, como um dia foi, mesmo que ele nunca tenha testemunhado esse dia.
De longe, Glenn é o mais trágico de meus personagens, seja por causa das diversas lembranças que lhe atacam do dia em que Máxter matou sua mãe, seja porque o mundo em que ele vive é dominado pelo medo e pelo ódio. O mais importante é que muitos eventos trágicos aguardam o personagem em sua história. O maior interesse é mostrar um jovem lutando e sobrevivendo aos mais terríveis obstáculos para que possa chegar a seu principal objetivo: derrotar Máxter.
A principal diferença de Glenn para os demais heróis dos Grandes é que ele vai mostrar um lado mais sensível, em contrapartida com um outro lado mais agressivo e ousado.
No fim, acho que ninguém diria que eu fiz toda essa história com uma pequena base em um jogo chamado Chrono Cross. Na minha opinião, melhor RPG de todos os tempos (corto Final Fantasy VII, e não acho que Zelda seja um RPG). A história do jogo (na minha opinião, melhor atrativo) é super envolvente e muito boa. No caso, Glenn havia sido feito tendo como base o protagonista Serge como base, mas é claro que as coisas se alteraram de lá para cá. Mas isso não vem ao caso, é assunto pra outra postagem.
Na minha cabeça, Conto de fadas talvez seja o melhor fim possível que eu poderia dar à saga dos Grandes. Se eu trabalhar duro, talvez eu faça personagens marcantes e inesquecíveis para todos aqueles que conhecerem, assim como são para mim.

Pra ser honesto, escrevi isso tudo por causa da Zeromania que senti quando tava fazendo o desenho que eu disse que faria e também porque eu tô ouvindo a trilha sonora do Chrono Cross. Enfim, se você leu mesmo esse texto, fico agradecido. Curtinho, mas achei bom de se escrever. Valeu galera!!