sábado, 31 de dezembro de 2011

Final de ano

Bom, essa aqui é minha última postagem de 2011... E eu acho que posso finalmente chegar à conclusão de como foi 2011. Pra mim pelo menos, foi um ano que prometeu muito, rodou rodou rodou rodou, e não chegou aonde queria. Claro aconteceu muita coisa legal no ano. Fiz novos amigos, entrei na universidade, chegou um Zelda novo e eu comprei (momento nerd, desculpa), e um monte de outras coisas que eu nem lembro direito. Agora, não quer dizer que foi um ano perfeito. Como eu mesmo disse, foi um ano que deu muitas voltas, mas não me deixou nos pontos importantes.
Agora, de certa forma, eu acho que foi bom. É seguro dizer que Davi Mendes Freitas passou para uma nova fase da vida: bom, eu acho que pelo menos eu ganhei coragem e aprendi como se faz para dar o primeiro passo, a ser mais ousado.

Eu queria manter o papo aqui, juro, de verdade. Mas eu não posso...

Desejo a todos um ótimo 2012, feliz ano novo pessoal! Façam desse ano bem melhor do que o último... Falous.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Finalmente férias!!

OK! Chegou a hora do momento esquizofrênico! Ontem, quando eu tava escrevendo aquela postagem, aquela, bem down e sem sentido, eu não tava muito bem da cabeça. Acho que tava chateado com alguma besteira.
Como hoje eu tô infinitamente melhor, eu vou falar de coisas mais felizes!

Então, eu ACABEI de terminar a quinta folha do meu super-desenho. Sim, eu sei que tá um pouco lento, mas eu tive de parar devido às coisas da universidade (trabalhos, provas, seminários, etc.). De qualquer forma, essa quinta página foi dedicada ao universo de LWL (Lorenzo World Legends). Os personagens adicionados foram Swert, em sua forma humana, Nayden, humana também (e sem roupa da cintura pra cima!!), Trews em perfil, Saunno, Lobo, Cammaly, Lorensso em perfil, Trusy e Rock R. Croc.
Vou dizer que essa foi a página mais difícil, ou pelo menos pareceu ser. Aqui, eu tentei atentar pelo detalhe. As duas mulheres da página (Nayden e Cammy) foram traçadas para ficarem esbeltas. Se eu não consegui é outra história.
No caso da Cammy, eu não precisei ter tanto cuidado porque adicionei uma "armadura" pequena nela, com uma malha de ferro que cobre todo o corpo (essa saiu simples). Também tentei deixa-la com braços finos, pernas grossas e talz. Claro, tive de colocar uma tiara (ela é uma princesa afinal!). Procurei não deixar franja, mas acabei que não conseguindo... Também a deixei armada, com uma espada medieval comum e um escudo, feito com o transferidor (ueba!)! No geral, o visual dela ficou bom, mas acho que podia ter me saído melhor.
Já a Nayden, NOSSA! Acho que me superei nela, sem zoeira! Eu já a tinha desenhado antes, na revista do LWL mesmo, mas pra esse desenho, eu queria deixá-la diferente. A primeira ideia que veio (não me matem) foi de tirar a roupa de cima dela. E, bom, foi o que eu fiz. Com a exceção do véu à lá indiana, que cobre só o rosto depois dos olhos, e do comprimento deste no busto, Nayden está sem roupa. Elá está de topless! O que isso indica? Que eu tive de desenhar os seios nus dela. Curiosamente, a ideia seria deixá-la com um corpo exageradamente magro, como se fosse uma ninja sabe? Bom, magra ela está, mas não tanto assim. Os seios dela estão bem desenvolvidos e em um tamanho, digamos, agradável. É a segunda vez que eu desenho isso, mas ficou bem melhor do que a última vez. Outro ponto é que eu queria deixar os seios à mostra, visíveis. Pra isso, eu a desenhei com os braços nas costas (por cima do ombro). Pra não parecer que foi na má intenção, fiz que ela está pegando dois sabres que ela carrega. Outra coisa: a Nayden tem um penteado moicano. O legal é que nessa imagem, o moicano ficou exageradamente agradável. Em resumo, melhor mulher que já desenhei (até onde eu me lembro).

OK, vamos passar aos homens. Uma coisa que eu quero colocar na história do LWL é um pouco de sex appeal, para homens e mulheres, no caso, através dos dragões que se transformam em gente (menos o Trews). Como eu não faço ideia de como o sex appeal é feito pra mulheres, coloquei o Swert, antagonista da história, também sem roupa da cintura pra cima, só com uma daquelas proteções de ombro (tamanho GG, por favor) para ele. No original, ele tinha uma armadurinha sim, mas eu achei melhor tirar. No caso, Swert é fortão, "barriga tanquinho", à lá "300 de Esparta". Outra coisa que eu até pensei em implementar, mas obviamente não o fiz, foi deixar os dragões só com uma proteção para os órgãos genitais. Acabei mudando de ideia... Ia ser legal na Nayden, mas no Swert... Nem tanto. Como eu queria que eles usassem um tipo de uniforme, deu no que deu.

Os outros personagens estão bem legais também. O Lobo tá em uma pose que eu NUNCA desenhei antes. Sério, foi a primeira vez. Ficou bom. O mesmo vai pro Saunno, que, apesar de ter ficado estranho, ficou legal também.

Mas, CHEGA de falar do desenho! Bom, como eu disse antes, eu estou de férias! Só falta eu saber quais as notas, se eu passei em todas, ou se fiquei em alguma coisa (estou torcendo pelo primeiro, claro). Saberei hoje de tarde (hoje é dia 23, certo?). Bom, mas é aquela: o que será, será. Estou tranquilo, mas um pouquito nervoso também. Vocês entendem...
Mas, como eu estou de FÉRIAS, posso me dar mais tempo para fazer coisas que eu sempre quis fazer! No caso, como minhas aulas só voltam em Fevereiro (no final do mês, IEBA!) vou tentar fazer um joguinho! Isso aí! De uma das minhas criações. Se vai ser bom, se vai ser ruim, só o tempo dirá! Mas é sério, estou com muitas ideias para fazê-lo! Será divertido!

Deixa ver o que mais... Bom, acho que é só isso. OH, sim! Mês que vem começa o período do aniversário do Hyrule Map! A partir do dia 3 até o dia 3 do mês seguinte! De Janeiro a Fevereiro!! Já tenho diversas surpresinhas guardadas e, se tudo der certo, posto um detonado que eu havia prometido lá. Recentemente, eu postei a análise do último Zelda, o Skyward Sword. Olhando, foi uma das maiores análises que eu já fiz. Já recebi elogio. Só estou esperando os leitores darem sua opinião, pelos comentários.

OK, AGORA acabou. Eu podia dizer que eu estou experimentando os jogos de Castlevania antigões, o que estou ouvindo, mas é melhor deixar pra lá.
Falou pessoal!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Finalmente férias...

Puxa vida, nem acredito. Hoje, dia 21 de dezembro, ou ontem, sei lá, foi o meu primeiro dia de férias. Me sinto quebrado, acabado e o mais importante: me sinto um completo idiota.
Se houve algum momento esse ano em que minha auto-estima esteve baixa, foi nesse final de semestre. Hoje, eu olho para mim e fico me perguntando o que deu errado. Até dois anos atrás, eu fazia todos os trabalhos, tentava fazer as tarefas de casa, mesmo que eu não soubesse porra nenhuma. Hoje, o que você tem? Um cara que não faz nada, a não ser que esteja no vermelho e com grande risco de se dar mal. Acho que, pra começar, eu nunca fui lá tão mirado nisso. Fazia pela nota de conceito do colégio e, como ela desapareceu da minha vida, pronto, já dá pra ter uma ideia.

Bom, eu tô me detestando esses dias. Acho que já deu pra entender. Mas essa não é tudo! Alguns dias atrás, depois que eu fiz um exame, descobri que tenho Déficit de atenção. Quer mais? Desenvolveu na adolescência. Eu tenho quase certeza que isso aconteceu na época em que eu estava no 9o ano. Não vou dizer porque acho isso.
Só sei que posso dizer que as coisas são só um pouquinho mais difíceis pra mim (só um pouquinho mesmo). Isso indica que coisas como o terceiro ano, a prova do vestibular e essas besteiras não são tão simples pra mim quanto pra outras pessoas. Acho que finalmente descobri porque eu sou PÉSSIMO em matemática... Bom, sou mais lerdo, mas isso não tem nada a ver com o fato de que me tornei um vagabundo...

Como sempre, eu tive um daqueles planos: não deixar a mesma coisa acontecer de novo, me esforçar mais, blá, blá, blá... O problema é que eu só tenho disposição pra essas coisas dentro do ônibus. Quando eu chego em casa, já viu...

OK, mas eu acho que as coisas vão ser diferentes se eu olhar para como estou agora no presente.

Outra coisa que eu percebi. Eu não tenho problemas. Só isso.

Eu saio na rua, observo o rosto de muita gente, e eu sempre noto que eles tem vidas mais difíceis e problemas mais sérios que os meus. Ora, eu sou um cara que passa o dia dentro de casa; eu não tenho nem mesmo uma "máscara". Quem me conhece, me conhece. Eu não tenho nenhum segredo, não tenho nada misterioso a revelar. Nem sei se isso é bom ou ruim...

Só sei que entrar de férias, no meu caso, e tão tarde assim em Dezembro, é esquisito. Pelo menos eu começo a pensar em cada besteira. Acho que é a falta de "preocupação" na cabeça. Bom, a boa notícia é que eu vou ter mais tempo para as minhas besteiras, para meus planos... Vai dar pra postar mais nos blogs, tentar marcar de sair com as pessoas, olhar mais pro focinho do meu cachorro (quase literalmente), enfim, vai dar pra eu me divertir sem compromisso, sem ter que me preocupar com o dia de amanhã, sem ter que me preocupar com o tempo. São férias afinal!

Tá tarde, eu quero acordar cedo, mas já vi que não vai dar muito certo... Bom, boa noite mundo. Sejam felizes e curtam.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tirinhas do Retnuh, Greves e outras coisas mais...


CALMA!! Essa tirinha mal-feita e sem graça é só pra chamar a sua atenção! Bom, não vou explicar como eu a fiz. Quem me conhece já sabe. Agora, isso não quer dizer nada! Só coloquei ela aí pra ilustrar um acontecimento recente e pra mostrar o que eu acho do tal fato.

Então é aquela. Pra quem não sabe, tava ocorrendo até recentemente uma greve de professores aqui no Ceará. O negócio já tava uma verdadeira novela: a greve já tava durando alguns meses, tinha se tornado ilegal há pouco tempo, mas a briga continuava. Eis aí o contexto da piada da tirinha. Foi uma farra grande (que nem o grito do Nex), chamou a atenção de todo mundo. E, no final das contas, acabou assim... Sem mais, nem menos. O que aconteceu: o governo disse que, se eles parassem a greve, eles conversariam e veriam os termos. O que eu achei estranho (portanto, o que me levou a fazer a tirinha acima) foi que os professores não costumavam parar assim. Um único pedido fez metade dos professores votarem pelo fim da greve (com uma pequeníssima vantagem sobre a outra metade) e, bom, deu no que deu: a greve parou... É inegável: todo mundo tava se prejudicando com ela: alunos (que estavam sem aula), professores (que estavam parados), a polícia (que estava ficando com o nome sujo só por fazer seu trabalho), e o próprio governador (que estava ficando com cara de coronel). Fico feliz por ela ter acabado, só não entendo porque acabou de um jeito tão sem... nexo.
Óbvio, muita gente da minha turma na universidade ficou perplexa, sem entender. Alguns irritados até. Eu praticamente falei tudo o que eu escrevi aqui. Pra vocês terem uma ideia...

Bom, mas vamos olhar para um lado mais feliz. Primeiro de tudo, ainda no quesito educação, tinha dois trabalhos para entregar. Um deles eu mandei para a professora por e-mail ontem e hoje (para garantir). O outro, farei em instantes, embora boa parte dele já esteja feita. Ambos os trabalhos me deixaram um pouco assustado, mas fui capaz de dar a volta por cima.

Deixa ver... Ah! Sim! Estou passando por um momento em que eu estou ouvindo músicas que eu ouvia, mas nunca mais escutei de novo. O meu foco principal é uma de minhas bandas da infância (de dez anos atrás, pra ser mais exato): Gorillaz!! Então, voltei a escutar algumas músicas, por um motivo que não sei muito bem. Daí, resolvi ver os clipes mais recentes. Vi, fiquei confuso. Aparentemente a banda (completamente inventada) tem uma história de fundo agora, e eu a achei complexa porque, bom, eu nunca os acompanhei direito. Tive de assistir o mesmo vídeo três vezes pra entender. Mas, teve um lado bom: conheci duas músicas deles: Stylo e On Melancholy Hill. A Stylo é minha favorita das duas. Não tem nada demais, mas é viciante demais!
Não preciso dizer que isso me deixou cismado pra fazer uma história de fundo pra TGB, certo? Bom, pra essa, eu vou dar um tempo. Tenho outras ideias na cabeça que quero finalizar primeiro.

E minha obra-prima, o Hyrule Map, está em um momento de pausa... Porque isso? Não sei... Dizem que o pior que pode acontecer a um artista é a falta de ideias para criar uma arte. Acho que isso é verdade. Apesar de eu ter uma base de leitores grande lá, não venho tendo muitas ideias, e estou me limitando a apenas mandar noticias, o que é triste...

Pra fechar, vou contar sobre o sonho que tive hoje. Acho que por estar escutando Gorillaz de mais (especialmente a Stylo), eu tive um sonho bem... estranho. Eu me via lá na minha sala na UECE. Tava sentado na cadeira na qual sempre me sento. De pernas cruzadas, e com a cabeça apoiada pelo meu punho, apoiado na cadeira. Eu tava com o olhar baixo. Não sei o que aconteceu, me vi na aula de História Antiga. Pra mim, o feriado não ocorreu e, pelo que parecia, eu passei a aula anterior a essa o tempo todo sem prestar atenção. Nem vi o professor... Eu percebi isso e fiquei furioso comigo mesmo, sem entender porque eu tinha ficado daquele jeito.
Depois, de alguma forma, eu tava andando pelas ruas daqui de Fortaleza à noite. Eu não me via, e, só o que eu me lembro, era de ficar olhando para um letreiro de Neón na parede, escrito "PONOGRAFIA" (sem o "R" mesmo), com o primeiro O cheio de detalhezinhos nele. Eu só via esse letreiro e, daí, acordei...
Esse sonho me deixou um tanto cismado, mas acho que é por isso que eu gosto de sonhar: eu sempre quero entender o que ele significa (considerando que eu sou muito fã das ideias de Freud).

Bem, pessoal, basicamente é isso. Espero que tenham gostado da tirinha! Vou fazer outras, no papel dessa vez! Falou galera! Ótimo feriado pra vocês!

sábado, 8 de outubro de 2011

O que eu acho de certas coisas

Bom, aqui estamos nós em um sábado, bem cedo, até porque meu despertador acabou de tocar. E essa é minha nova política: sempre acordar cedo! Ora, simplesmente porque acordar cedo faz bem, e porque "prolonga" o dia. Não sei vocês, mas eu detesto quando acordo umas 10 horas...

Vou começar dizendo que nunca usei qualquer produto Mac... Macbooks incluídos.
Um dos fatos marcantes da semana foi o falecimento de um dos maiores ícones do mundo da informática e afins. Estou falando de Steve Jobs, o "pai" do (direi algo com o que todos já devem se familiarizar) iPod. Bem, é aquela: o cara morreu, certo. Isso é triste? É. No entanto, justamente por eu não ter convivido com ele, nunca nem tê-lo conhecido, não posso falar que fiquei triste com a morte dele. Claro, foi trágico (toda morte é), mas não é algo que me atinja, pelo menos não diretamente. O mundo perdeu um gênio? Sim, perdeu, mas...
Agora, que fique muito claro, apesar de eu nunca ter utilizado qualquer produto da Mac, isso não quer dizer que eu considere algo como o Windows como melhor. Primeiro, eu não sou que nem alguns "geeks" (é esse o termo?) que acham que o que eles usam é melhor, o do outro é inferior e que o outro tem de trocar IMEDIATAMENTE! Nah, como eu disse da última vez, respeito as utilizações de cada um. No entanto é aquela: eu uso Windows, mas eu tenho certeza de que o Mac é superior. Bom, não vou entrar em detalhes no momento pra explicar isso. O que posso falar é que o Windows tem alguns problemas que o Mac não tem (leia-se tela azul da morte).

Mudando de assunto, no outro dia, eu tava pensando justamente sobre as músicas de hoje. No caso, as músicas amadas de hoje. Olho bem e percebo cantores como Justin Bieber ou Lady Gaga (ela ainda faz sucesso, não é?). Mas, então uma coisa me voltou à cabeça: e a Rebecca Black? Bom, alguns sabem que estou falando da garota que fez o infame clipe Friday. Quem assistiu o clipe e leu a letra, sabe. Primeiro, o vídeo dela virou um meme da internet quase que instantaneamente, e, blogueiros e usuários de net afora sabem muito bem o que isso quer dizer. Comecei a pensar porque a música dela não fez sucesso. Não que o clipe dela não tivesse sido importante nisso, mas fiquei naquela: "se existem pessoas que gostam de músicas que repetem a mesma frase durante a trilha inteira, porque não vão gostar dessa?". Primeiro ponto: a letra da senhorita Black, assim como muitas outras que fazem sucesso mundo afora nos dias de hoje, não possui qualquer ponto de filosofia, poesia ou mensagem de qualquer forma. É só uma garota pré-adolescente dizendo que é sexta-feira. Tá, isso ajudou em muito na minha vida. De hoje em diante, eu vou pensar diferente por causa dessa letra... Puxa vida, ontem me deparei com uma música do Justin Bieber (enquanto estava na topique indo pra universidade), acho que era a Never Say Never. Apesar de eu não ir muito com o estilo do garoto, a música tem uma mensagem por trás. Agora, Friday, não tem muito o que mostrar. Além, é claro, da infame estrofe, em que Rebecca fala que o dia seguinte é sábado, o de antes foi quinta-feira e o depois do sábado é domingo. E, bom, esse foi o problema da música... Rebecca focou muito no óbvio e no que as pessoas prefeririam ficar sem ter de ouvir. Isso, sem falar da produção do clipe. Me desculpem, não sou profissional, mas eu tenho uma pequena ideia de produção de vídeos e, por favor, os vídeos que tenho aqui do Greats Wars parecem ser mais profissionais do que o clipe dela! Percebi uma produção muito amadora... Os efeitos de luz do clipe estavam bons, mas, eu acho que era só isso. Não sei se foi porque estavam nervosos, mas 99% dos atores não estavam indo muito bem. A própria Rebecca não mostrava qualquer expressão facial diferente de seu sorriso. Mesmo que a música mudasse de tom (o que, se pensar bem, não acontece muito), ela continuava lá, sorrindo pra câmera. Sinceramente, eu não queria estar falando mal disso... Não, sinceramente eu fiquei com pena da pobre garota. O vídeo ficou dentre um dos mais odiados vídeos do YouTube! A barrinha de likes/dislikes (conhecidos como joinhas aqui no Brasil) estava quase que completamente vermelha, coisa que eu nunca vi antes! Milhares de visualizações e milhares de comentários, todos descendo a lenha no clipe e na música. Acho que, se a garota tivesse se empenhado mais, tivesse escrito uma letra melhor e tivesse feito um clipe de melhor qualidade (a atuação dela também) talvez a história teria sido diferente...

Agora, estou me lembrando de como foi o Rock in Rio. Não vou desmerecer nada dele, foi um show descente, com uma atmosfera maravilhosa (eu só assisti um pouco e tive vontade de estar lá). Apesar de eu não considerar mais o Rock e muitos de seus derivados como meu ritmo favorito (só o Rock alternativo é bom para mim com essa palavra), embora eu goste de algumas bandas de rock, não muitas, eu vou admitir que gostei de várias coisas no show. Sei lá, foi bom ver bandas de rock lá, dentre elas Coldplay e Jota Quest (lembrando que o Rock nacional também é Rock, pelo menos eu acho que Jota Quest é Rock, né?). Agora, só não entendi muito bem o que é que Claudia Leitte e Ivete Sangalo estavam fazendo lá. Entendo ter visto coisas como Rock, Pop Rock, Rock alternativo, Heavy Metal, mas Axé...?! Sinceramente achei algo completamente desnecessário. Conheço algumas pessoas que gostam do gênero, e alguns deles se sentiram até ofendidos com essas inclusões. Mais uma vez, não quero desmerecer nenhuma das cantoras de Axé, mas eu achei fora de lugar sua inclusão. Gêneros como o Pop (graças à Deus o Justin Bieber não deu as caras, eu acho que ele iria ser linchado se aparecesse) até que são, digamos, fáceis de entender, até porque o Pop anda com o Rock em alguns casos (falou o profissional de música aqui). Admito, no entanto, que senti falta de uma certa banda. Se você me conhece, você sabe que é a Massacration!! Sei lá, apesar de eles ficarem só zoando, eu acho que eles são uma banda legal. E tem uns sons muitos legais, tipo a música de mesmo nome: Massacration. Também achei meio chato eles não terem incluído o Avenged Sevenfold, mas parece que a banda preferiu não ir por pouco tempo de palco.

Bom, e o ENEM tá chegando. Tenho alguns amigos que vão fazer a prova esse ano, e, sinceramente, espero que todos eles se deem bem. Muitos desses amigos eu conheci no cursinho que fiz no começo do ano, quando eu achava que não ia me dar bem no vestibular (o que todos nós sabemos que não foi o caso). Sinceramente eu desejo toda a sorte do mundo pra eles! E, claro, desejo que a prova não tenha problemas dessa vez. Eu vi e acompanhei algumas dessas pessoas, além do sofrimento de algumas outras, e sei o que é (lembrando que eu só fui saber que passei três dias antes do começo das aulas da UECE) não conseguir. Por isso mesmo, eu acredito que essas pessoas que estão se dedicando tem que conseguir dessa vez!

Acho que é isso aí. Valeu galera, continuem a viver aí! E lembrando, abaixo TODOS OS MOMENTOS DE TÉDIO!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ô vida...

Ontem, eu estava jogando quando ouvi uma notícia do Fantástico falando sobre o Justin Bieber. Não me interesso muito por isso, e continuei jogando. Daqui a pouco, me toco: o Zeca Camargo faz uma pergunta e o Bieber responde: "Bom, eu ainda vou fazer 18 anos, então, acho que posso..." O resto da resposta não interessa, é o começo que me chama atenção. Pô, o cara AINDA vai fazer 18 anos e dá só uma olhada no sucesso que ele faz. Foi isso que me deixou um tanto chateado. Não é o fato do cara fazer sucesso, nada disso. É só o fato de eu JÁ TER 18 anos e não ter feito nada de incrivelmente extraordinário e emocionante...
E isso me leva ao tema que quero começar a debater hoje. Essa é uma mensagem e pergunta a todos aqueles que são da minha geração ou de antes (...1989, 1990, 1991, 1992, 1993). Pessoal, pensem bem. Vocês já fizeram algo de extraordinário em suas vidas? Já conseguiram, pelo menos, alcançar e realizar um sonho?

Ao olhar para minha vida no geral, ao me deparar com todos os meus sonhos, todos os meus desejos, etc., eu percebo que eu não realizei muita coisa... Como alguns de vocês devem saber, eu tenho sonhos GRANDES, mas não cheguei a dar o primeiro passo em muitos deles. E, se dei, não dei o empenho necessário...
É aqui que quero começar uma campanha comigo mesmo. Algo que quero chamar de "Primeiro passo já!". Nessa campanha, pretendo ABOLIR todos os momentos de tédio que tenho... Sei lá, percebo que a vida simplesmente é muito curta pra que eu deixe passar assim. Eu acho que eu deveria viver cada dia de cada vez. Como se fosse o último, sabe? Bom, vou tentar!

Bem, deixa ver. Durante essas duas semanas, passei por vários momentos, e tive um leque de pensamentos permeando pela minha cabeça. Um dos pensamentos que eu acho que foi mais importante foi, justamente, o de eu rever meus conceitos e rever o porque de eu detestar tanta coisa. Obviamente, eu cheguei a uma conclusão: nada fazia sentido. Fiquei me analisando, observando quais os tipos de música que eu gostava ou não e percebi: "Só porque eu não gosto do estilo de uma pessoa, não quer dizer que eu não possa gostar da pessoa." Acho que isso ocorreu porque eu estava lendo um artigo em um determinado site, não vou dizer qual, e uma certa frase do cara me deixou irritado: "Quer dizer que a humanidade sobreviveu à Era do Gelo, a diversos conflitos, à Primeira e Segunda Guerra Mundial, para que pudessem escutar Luan Santana e usar Crocs?". Se você curte algum dos dois exemplos que ele deu ao final, você vai entender do que estou falando.
Não curto ouvir Luan Santana (nem Sertanejo), nem nunca usei Crocs (mais pela falta de oportunidade), mas, de uma coisa eu sei, ninguém tem o direito de apontar o dedo na cara do outro e dizer que o gosto dele não presta. Ninguém tem o direito de chegar e dizer que o que ele gosta é superior e que o do outro "não presta". Sim, isso vale pra TODO MUNDO. Se você aparece por aí dizendo que, sei lá, a pessoal tal que gosta de Restart é um "retardado, burro, débiomental, imbecil, tem mau-gosto, é bicha, etc.", creio que você aceita se alguém chegar e falar mau de você se baseando no seu gosto musical, certo? Ou, nas coisas que você usa, ou, no jeito que você pensa... Pegaram o pensamento?
O gosto musical é só um exemplo mais prático, mas eu tenho certeza que você entendeu a ideia. Se as pessoas querem tanto respeito, por que elas não começam respeitando coisas assim? São coisas pequenas como essas que iniciam uma reação grande.

Bem, deixa ver aqui....... Oh, sim. Minha mãe ficou fanática em um desses jogos de redes sociais. Nada contra, mas a coisa tá ficando feia. Ela passa o dia trabalhando, mas, quando ela chega em casa, ela sempre dedica um tempinho para "cuidar da cidade dela", e, esse horário sempre é à noite. Pelo fato de eu preferir mexer no computador durante o período noturno (nos finais de semana, claro, universidade não permite essa liberdade nos dias semanais), não preciso dizer que eu não tô conseguindo fazer muita coisa esses dias na Internet, né? Tenho que admitir que isso até que tem seu lado bom. Tô com mais tempo pra escrever (ou pensar) minhas histórias.

Já que eu toquei nesse assunto, lá vai. Nesses dias eu estou pensando seriamente no final do último capítulo dos Grandes: a saga de Glenn H. Detros, conhecida por muitos poucos como Zero. Acho que eu já detalhei isso aqui antes: Glenn é um jovem órfão que vive em um mundo que só está do jeito que está por conta dos erros de seus pais, mas só ele sabe disso. O mais legal é que eu fiz uma reescritura do começo da história para algo mais coeso, ou melhor, mais adaptado. Glenn, de um cara que anda com uma espada exageradamente grande, passou a um jovem rapaz sem emprego e, aparentemente, sem perspectiva qualquer. Ele tem a espada, mas ele não anda com ela por aí. Nessa, ele consegue um emprego como garçom do bar de seu amigo mágico: Guile (que também existia, mas não tinha tanto detalhe), graças à ajuda de sua grande amiga Mily, cantora do bar. Lá, ele conhece a "Superstar" do bar: Lúcia, uma cantora cheia de oportunidades, mas que não as deseja, ou as aproveita. Nessa eu queria fazer um jogo de opostos: enquanto Glenn deseja oportunidades em sua vida, Lúcia quer distância delas. Um deseja a vida do outro, e então decidem trocar por um dia. E o fazem. Glenn, devido a uma certa prática, se mostra um excelente cantor, e Lúcia se disfarça e sai à procura de emprego por conta própria, para ver como é a vida de Glenn. Isso é só uma pequena demonstração do começo da história, onde ocorre o maravilhoso Desenvolvimento de Personagens. Depois, lógico, quando eu começo a mostrar as relações dos personagens com o vilão, Máxter, muita coisa se mantém. Umas sim, outras nem tanto.
Como eu já falei em postagens anteriores, muita coisa mudou desde que comecei a escrever, e minha visão de como uma boa história é foi uma delas. Para mim, é importante não mostrar um personagem poderoso que quer salvar o mundo por algum motivo qualquer, mas sim um personagem humano, com desejos, aflições, alegrias, tristezas; um personagem desenvolvido. E é o que pretendo fazer com Glenn.
Glenn talvez seja o personagem que mais sofre da fatia d'Os Grandes. Se eu fosse fazer uma análise rápida, perceberia isso. Agora, claro que não faço isso porque eu quero que ele sofra. O principal tema da história dele é mostrar uma finalização definitiva de uma batalha: a batalha entre os Hart e os Caosianos. Mas, também, muito da história se baseia na frase "Sempre há uma tempestade antes da calmaria". Nessa, eu quero mostrar a real crueldade de um mundo sobre uma pessoa e como essa a afeta. No caso de Glenn, ele estará lidando com Máxter, o mais brilhante dos caosianos, embora não o mais poderoso. Diferente de Xevá com David, ou de Harox e Odanta com Retnuh e cia, Máxter conta com um exército inteiro de Xenovianos à disposição, e ele o utiliza para governar um mundo, coisa que os demais caosianos nunca pensaram fazer. Máxter também tem uma visão diferente dos demais. Enquanto Xevá, Harox e Odanta veem o Caos como algo que deve ser aplicado de forma espontânea, Máxter vê o Caos como algo que deve se manter duradouro, para que se crie uma ordem e, portanto, um novo caos. Essa é a visão do vilão.
Glenn vive em um mundo literalmente governado pelo caos e ele sabe de quem é a responsabilidade, mas não pode fazer muito a respeito dela. O herói, por ter passado anos de sua vida vivendo por conta própria (ele só conhece seus amigos depois de já crescido), acabou tendo que se virar e aprendeu a lutar de diversas formas.
Se você me conhece, sabe qual é o resultado do primeiro embate entre Glenn e Máxter. A derrota desse primeiro. Máxter joga Glenn para longe de seu domínio, e acha que aquilo vai matá-lo. No entanto, Glenn se encontra com os antigos servos de Xevá: Castentlhesses, Synamo e Iatnirik, e estes o treinam para que ele seja capaz de enfrentar e vencer Máxter. Dessa parte em diante, começa a segunda parte, que gosto de chamar de Saga da Máscara. Obviamente, Glenn fica a utilizar uma máscara preta e fica andando pelo reino de Máxter sob o sobrenome de Zero, indicando sua ausência de relações com outras pessoas e de um passado. O resto, é história.

Bom, eu bem que queria passar mais tempo falando dessa história aqui, mas fica pra próxima. Até porque, eu tenho coisas a fazer. Falou galera!!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que, segunda?! Por que?!

É, não há dia pior do que a segunda-feira. É quando você tem que abandonar todo o conforto e diversão do fim de semana pra ter que se deparar com todas as obrigações da semana.
No meu caso, é a infelicidade de não ter nem mexido no computador (e não ter feito nada de lucrativo nesse fim de semana). Mas começo a semana já colocando as coisas pra trabalhar, e tentando ser mais lucrativo agora... Pra começar, vou escrever aqui o que aconteceu durante a semana passada.

Primeiro de tudo, eu comecei a ler o segundo volume da série Percy Jackson. Pior que eu gosto e acho a história bacana. Bom trabalho, Rick Ryordan! Sei lá, o segundo livro é bem bacana, e eu tô achando mais legal do que o primeiro. Normalmente, eu já teria terminado de ler, mas a falta de tempo por causa da universidade é grande...

Fora isso, deixa ver... Ah, sim. As aulas da UECE tão ficando cada vez melhores! Semestre passado, eu posso dizer que teve muita coisa chata, especialmente porque não vimos muita coisa relacionada à matéria: História. Sem falar que, semestre passado, rolaram algumas discussões entre os capitalistas e socialistas da sala. "Meu modelo é melhor do que o seu...".
Vou aproveitar essa e deixar meu ponto de vista exposto: sou capitalista, mas por motivos simples... Eu simplesmente olho para o socialismo e não vejo algo que seja capaz de ser aplicado conosco (algo... utópico, ouso dizer, mas fala isso pra um socialista de alma e você vai ver o que acontece). Claro, o capitalismo não é nem um pouco perfeito, pelo contrário, é cheio de defeitos (nossa e como ele tem defeitos), mas eu acho que é um sistema mais justo do que o socialismo... Querem saber por que? Ambos os modos tem manuseamento monetário, isto é, dinheiro. A diferença? Um médico ganha uma PORRADA de dinheiro, quando comparado a, digamos, um catador de lixo (no capitalismo). No socialismo, um médico ganha a mesma quantidade de dinheiro que um catador de lixo ganha. É zoeira, né?
Tá, já sei... Tem aquela que todos tem direitos iguais e talz. Mas é aquela também: você quer comparar um médico, que passou ANOS estudando, se dedicando e que salva vidas, a um cara que cata lixo...? Não é querendo humilhar ninguém, mas, pô...! Como um amigo meu disse: coloca um catador pra fazer uma operação cerebral! Claro, também sei que nem todos tem as mesmas oportunidades, mas vou usar uma frase meio famosa: a culpa é do governo! Se o governo não dá oportunidades a todos quando ele deixa de tentar melhorar a educação, realmente é uma injustiça!
Mas eu tô perdendo o foco. Outro ponto é que, apesar de eu ser capitalista (por não ver as ideias socialistas como... aplicáveis), eu sonho em um mundo onde não existe sistema econômico, governado só por Deus, com todos se respeitando, só amor, sem ódio ou guerras, que foram deixadas para trás, e só possuem a prova de terem existido por causa de histórias que sobraram (eu acho que isso é o Céu).

Bom, mudando um pouco aqui... Deixa ver o que mais... Oh, sim! Esses dias, tô tentando reencontrar amigo(a)s que não vejo há tempos. Não acho que estou tendo muito sucesso, mas eu pelo menos consegui recuperar contato, o que já é muito! Até agora, ninguém morreu.

E eu tive uma nova revelação pro meu super-desenho!! Já foram quatro folhas (com alguns detalhes faltando nessa última), e, na quarta folha, foi o meu momento "ressuscitando os mortos". Caramba, eu desenhei praticamente TODOS os personagens que eu não desenhava há anos! Vai uma listinha: Dhorothy, Mauro Jr., Ivalos, Dare, Spidarertha, Tricero, HX e o Light. Só que, também foi a hora de mudar o visual de alguns, como o do Matt (Supergências), e o da Lúcia (Conto de fadas). No Matt, eu dei uma leve alterada no cabelo, embora ainda ache que o desenho é muito diferente da pessoa de verdade (no caso, meu irmão). Já a Lúcia, bom, ela é 100% fictícia, o que dificulta MUITO. Passei um tempo pensando, e decidi adaptar um visual parecido, mas com uma roupa diferente. Deu mais ou menos certo no final. Claro, a página também me fez desenhar uma personagem nova: Anatsunamón (Ana, para abreviações)! A personagem em si já tem uma certa história de produção, só faltava mesmo o desenho. Eu ia tentar desenhar a Anne, mas só que eu notei que o rosto ficou um tanto... maduro demais pra uma personagem de 20 anos. Aproveitei o papel de Ana e, bom, coloquei o desenho.
Fora isso, eu decidi ver como ficaria o tamanho do desenho inteiro (eu ainda não havia feito isso). Peguei as quatro folhas e coloquei-as em ordem. Ficou do tamanho da largura de uma cama box de casal, sério. Fiquei animado, claro!!
Agora, dando uma rápida olhada, vi alguns erros em certas páginas. A boa notícia...? Esse ainda é o rascunho. Quando eu for colocar os traços finais, ou melhor, antes disso, vou apagar as partes com traços de rascunho, ajeitar os traços mal-feitos, apagar os desnecessários e por aí vai.

Domingo, ontem, foi o aniversário de minha mãe. Eita, festa. Começamos o dia indo à Igreja (ela é religiosa, já deu pra sacar, né?). Pouco depois, íamos a um churrasco. Foi bem bacana, mas eu não acho que precise entrar em detalhes. Só minha vó não foi... Mas, tudo bem! Naquela noite (foi ontem, pô!), fizemos uma festinha particular (vovó incluída, Ieba!). Conversamos um tempinho e, aí... acabou.

Pra fechar, já que minha memória está sendo cruel comigo e não me deixa lembrar de muita coisa, vou relatar uma coisa que aconteceu comigo hoje, segunda-feira!!
Tô aqui no colégio, "trabalhando". Fui à cantina pra comer alguma coisa. Fiz um pedido, com Coca-Cola incluída. A moça disse: "Só tem Pepsi, pode ser?". "Ah, pode.", eu disse.
Passei uns dois segundos e me toquei. "Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?","Pode ser?"...
Sim, eu me refiro ao maldito comercial da Pepsi (que já deve ter passado mais no cinema do que o Coral de galinhas do Guaraná Antartica). Caramba, eu soltei um sorriso, pra disfarçar a GARGALHADA que eu queria soltar, em público. Tô até agora pensando nisso, e começo a rir toda vez que eu me lembro.

Bom, galera, mais uma coisinha curta, pra resumir uma semana da qual não lembro muita coisa. Valeu, galera!!

domingo, 11 de setembro de 2011

Domingo é assim... 2

E aqui estou eu, em mais um bom domingo, repensando na maioria das coisas que me aconteceram durante a semana. Acho que é justo eu liberar alguns fatos aqui... É, por que não?

Não tive nenhum tipo de surpresas durante o final de semana passado, muito menos no começo dessa semana. Com uma pequena exceção... Terça-feira, antes do Feriado, recebi uma ligação quando eu estava na faculdade. Meu irmão estava me dizendo que nosso pai iria a Mossoró para deixar um amigo nosso, Giovanni. Ele perguntou se eu queria ir. Por estar no começo da aula, eu não entendi muito bem e acabei dizendo que ia... Bom, foi aquela: acabou a aula, peguei o ônibus e voltei pra casa. Chegando em casa, me explicaram melhor o que eu iria ter de fazer. Eu tava um caco, obviamente e descobri que eles iriam às 5:00 do dia seguinte! Me imaginei acordando de madrugada e fazer uma viagem de 3 horas de ida e 3 de volta. Além disso tudo, eu tinha que estudar pra quinta-feira. Neguei, mas isso não impediu meu irmão de ir, e ele foi, ainda naquela noite, pra casa do meu pai, dormir lá e ir de manhã.
Aproveitei a oportunidade para ir em frente e assistir a trilogia Matrix, que eu consegui recentemente, mas não tive a oportunidade de assistir até então. Assisti ao primeiro filme ainda naquela noite e, obviamente, gostei muito. Fiquei impressionado com a imensa quantidade de filosofia que o filme tem nos primeiros minutos. Eu havia estudado tudo aquilo semestre passado. Seria o eterno questionamento de René Descartes. Eu sabia que o filme tinha filosofia, eu só não esperava que ele esfregasse na minha cara. O filme terminou umas 01:00 da manhã. Assim que ele acabou, eu fui dormir.

No dia do feriado, acordei umas 08:00, mas fiquei enrolando na cama... Me levantei mesmo umas 09:30, com o aviso que o meu irmão tinha chegado em Mossoró. Pô, fiquei feliz, claro. A viagem tinha ido bem no final das contas. Naquela mesma tarde, peguei uma apostila e comecei a estudar, pra ficar preparado pro dia seguinte. Assim que terminei, fui assistir ao resto da trilogia Matrix. Assisti o segundo filme entusiasmado, e, mais ou menos no final dele, meu irmão chegou em casa. Conversei com ele um tempo, perguntei como foi e tal, mas foi rápido. Pouco depois, lá estava eu terminando de assistir a trilogia.

Quando terminei de assistir os três filmes, não preciso dizer que fiquei estático, certo? Nossa, comecei a pensar na filosofia por trás dos filmes e fiquei me perguntando se o mundo em que eu estou agora realmente é real, ou apenas uma ilusão. Isso sem falar que nunca mais eu vou colocar um óculos escuro da mesma maneira, né?

Além disso tudo, eu aproveitei os filmes pra me inspirar pro final de uma série minha. Fora isso, foi quando eu assisti os filmes que tive a ideia de voltar a fazer meu desenho gigante. E eu o fiz, pelo menos, uma pequena parte...

Sim, ainda estou fazendo e o desenho chegou na quarta página, se não me engano. Dessa vez, desenhei personagens que não desenhava há mais ou menos dois ou três anos. Sim, dois ou três anos. E, observando a IMENSA melhoria realmente me deixou feliz. Claro, ainda existem alguns detalhes que espero melhorar antes de publicar o desenho, mas, ei, já é uma melhoria, não é?

Agora, nem tudo foram flores essa semana. Ainda nessa semana, meu tio-avô ficou extremamente doente (ele já estava, mas dessa vez piorou e muito), a ponto de ir para a UTI. Antes de mais nada, eu não possuía qualquer afinidade com ele. Me lembro de já ter ido à casa dele quando eu era bem mais novo (mais de 10 a 14 anos atrás) na época do Natal. Me lembro que o vi recentemente, em uma curta reunião de família e tudo. No entanto, afinidade era algo que eu não tinha com ele. Talvez por isso mesmo, admito que não fiquei tão chocado com a notícia. Minha avó, irmã dele, vivia me falando sobre como ele estava, e, quando passei a entender o estilo de vida que ele levava...
Uma coisa pegou toda a família: era só uma questão de tempo. Curiosamente, imaginei que ele não aguentaria até o final de semana. E, teoricamente, foi o que aconteceu. Na tarde de sábado (isso aí, ontem), ele faleceu, tendo o que parece ter sido uma parada cardíaca. Claro, fiquei chateado com o falecimento dele (sempre é muito chato), especialmente quando pensei na dor dos seis filhos dele, sem contar com os netos, né? Me lembro que, em 2009, meu avô falecera durante o mês de Outubro. Nossa, cara, NUNCA chorei tanto em minha vida. Fiquei muito deprimido naquele dia. Mas eu acho que a pior coisa que aconteceu naquele dia foi ver meus parentes sofrendo junto, especialmente minha mãe... Um sentimento que eu sempre detestei foi o de impotência. Ver ali minha mãe, meu irmão, minha avó, até meu pai sofrendo, e não poder fazer nada, foi o suficiente pra que eu sentisse vontade de me matar. Claro, joguei o pensamento pra fora no mesmo instante.
Foram essas memórias que me acertaram ontem, quando eu soube da notícia. Pensei em não ir ao velório dele, também ontem, mas minha mãe me acertou com um argumento: "Família é família. Temos que ir.". Eu tinha uma resposta, mas preferi ficar quieto e evitar problemas com isso.
Quando chegamos lá, uma das netas dele já estava lá, muito triste, claro... Minha mãe achava que eu tinha problemas em olhar para um cadáver, por isso recomendou que eu me afastasse. Imediatamente me lembrei do velório do meu avô. Eu não conseguia nem olhar para o corpo dele no caixão, senão, caia em prantos. Mas a diferença é que eu sabia que aquele não era o caso. Sabia que quem estava ali era alguém que era um quase desconhecido pra mim. Me aproximei do mesmo jeito.
Quando olhei para o rosto dele, percebi que eu não o conhecia MESMO. Eu nunca tinha visto o titio (como nós o chamávamos) sem bigode, e, quando eu o vi ali, não o reconheci de primeira...
Passamos pouco tempo lá, ontem à noite. Minha mãe procurou confortar quem pôde, assim como eu tentei confortar quem eu pude, ou melhor, quem se aproximava... Quando saímos, me senti no dever de explicar que eu não queria ter ido, porque eu não tinha intimidade alguma com ele. Ela me deixou claro que ele era família, e era uma parte importante para nós, considerando que ele era irmão de minha avó.
O enterro (talvez o momento mais difícil) foi hoje de manhã. Eu não fui. Eu sei muito bem como é um enterro e sei como é horrível. Eu sabia que, se eu fosse, eu não iria chorar, mas eu sei que não seria algo que eu fosse aguentar... Se eu fosse, tinha certeza que acabaria sendo o mais desagradável possível, mesmo sem querer.
Agora, creio que ele esteja abraçado com seus pais e está conversando com meu avô. Que esteja no céu. Desejo o melhor pra alma dele.

Mudando de assunto, hoje eu decidi pôr em prática uma ideia que tive há um tempão. Eu sempre quis sair em uma aventura. E hoje, eu decidi dar o primeiro passo. Com um movimento revolucionário (para mim) dei o passo para andar, sem motivo nenhum, até o estádio Paulo Sarasate aqui em Fortaleza. Por mais inútil que pareça, foi algo imensamente genial para mim. Depois, eu conto os detalhes de como foi e do que eu realmente planejo fazer.

E é isso aí pessoal! Curto, mas resumiu minha semana inteira praticamente. Falou galera, e até a próxima!!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

David Hart e uma mudança grande

Então, quem me conhece sabe que eu tenho umas histórias bem loucas, certo? Se você me conhece há MUITO tempo, você deve saber que o personagem que eu tenho e que é o mais parecido comigo é o fruto de um momento egocêntrico meu: David Hart.

Eu acho que nunca deixei muito claro como é a personalidade do meu personagem, muito menos o que ele tem que eu não tenho. E eu acho que vou deixar isso nas escuras por enquanto.

O importante é que David Hart lembra muito a mim quando eu estou dentre amigos. Mas, isso está prestes a mudar.
Além de eu ter uma vontade muito grande de transformar David Hart em Davi Mendes, eu acho que chegou a hora de amadurecer o personagem e deixá-lo mais... humano.

Há algum tempo, depois de dar uma olhada nas minhas histórias antigas, eu fiz uma pequena pesquisa com o personagem (para o bem daquele meu Desenho Grandão). Percebi que, por mais "cool" que o David possa parecer, na maioria das vezes, ele só parece mesmo um idiota, ou um cara imaturo, se assim preferir. Acho que até mesmo a palavra cretino é boa (não, deixa pra lá).

Um projeto que comecei faz um tempo se mostrou essencial para começar. Obviamente, é uma história...
Cena de Desséc
Intitulado somente de "David Hart", a história conta com um David mais novo, de apenas 18 anos (minha idade!!), que viaja galáxia afora em busca de aventuras. Praqueles que já conhecem o personagem e parte de sua história, nessa história, David ainda não criou a Academia Supergências, e ainda tem muito a aprender sobre a vida.

O projeto ocorre 3 anos antes da história Supergências, e, aqui, vou explicar tudo sobre David. Coisas como a inimizade com Haro-Za, a obtenção e o aprendizado de suas habilidades, além de informar quais foram as razões para David iniciar a sua Academia. Não só isso, mas, nessas histórias, eu vou aproveitar para refazer o David. Agora, acho que vocês devem se perguntar o por que disso.

Quando eu fiz o personagem pela primeira vez, lá pro final dos anos 90, ele era tudo o que eu era. No entanto, com o passar dos anos, David Hart foi se tornando cada vez mais distante da minha personalidade e passou a ser algo que eu tinha em mente como a personalidade ideal. No final da década passada (00-10), eu comecei a repensar no personagem que, lentamente, passou a me refletir novamente.

David em um remake
Com este novo roteiro, David Hart passará a ser eu novamente. O personagem que começava a agir como o dono da situação voltará a ser apenas um cara (ou garoto, se você é bem mais velho do que alguém com 18 anos) crescendo e procurando se tornar maduro.
Um novo ponto que quero colocar em David é a timidez. Eu sei que não existe qualidade em ser tímido (acreditem, eu sei), mas é algo que creio que deixará o personagem mais humano e mais de acordo com a minha realidade.
[Eu sei que posso estar parecendo egocêntrico no momento, mas David é, querendo ou não, minha versão em desenho, sempre foi]
Para a história, obviamente já tenho vilões planejados. Cada um deles vai trabalhar em um aspecto de David e a luta com eles vai, eventualmente, torná-lo em um homem maduro, ou adulto se você quiser chamar assim.
Os vilões planejados são clássicos: Chaos, Leonard Doom, Gardur Fente, Haro-Za, penso na possibilidade de Drake Vicina, e, quem sabe, Hades. Até mesmo a ideia do poderoso Xevá aparecer está na cabeça!

Agora, também existem personagens secundários que serão de extrema importância, especialmente para o desenvolvimento do personagem...

Na verdade, olhando aqui algumas coisas, percebo que o David teve o ápice de semelhanças comigo justamente na série Greats Wars!

Cena de Greats Wars
Por mais incrível que pareça, o David Hart mais fiel à minha personalidade é o de Greats Wars. Eu sou quase daquele jeito, justamente quando estou com meus amigos, isto é. E não me surpreendo, na história, o objetivo nunca foi desenvolver nem explicar personagens, e, sim, fazer as pessoas rirem. Acho que meu subconsciente é o responsável por isso...

Bom, o projeto "David Hart" vai entrar em ação dentro de algum tempo. Nele, vou dar o máximo de mim para extrair o máximo de mim e colocar no personagem. Quando eu conseguir fazer alguma coisa, deixarei todos sabendo!

Valeu pela atenção galera, até a próxima!!

domingo, 28 de agosto de 2011

Domingo é assim...

Ah... O bom e velho dia de Domingo, o dia perfeito pra você fazer tudo o que você deixou pra fazer de última hora. Claro, é o meu caso. OK, nem tanto! Na verdade, nem sei porque tô escrevendo aqui. Acho que só vou dizer as coisas que aconteceram comigo no tempo que eu não postei.

Acho que o mais interessante é dizer que eu entrei no twitter. Sim, eu entrei. Admito que, antes, eu detestava aquele site. Por causa dos problemas que ele poderia causar, como, sei lá, preguiça na hora de ler, essas coisas.  E o pior é que o espaço pra escrever é muito curto! Me sinto agoniado quando quero escrever alguma coisa, mas não posso. Mas uma coisa eu consegui entender: porque raios tanta gente escreve besteira no site. Eu acho que sei porque já tive o impulso para chegar de perto de fazer algo assim, mas eu não o aproveitei. Quando você tem um twitter, uma voizinha fica na sua cabeça dizendo: "escreve, escreve, escreve!". Nisso eu pude deduzir: se eu seguisse essa voz, ia chegar um momento em que eu não teria mais nada de útil pra escrever, e, aí, começaria a falar besteira, tipo: "Comendo Doritos", Mastigando, Engolindo, malae, peidei. É o tipo de coisa que te dá vontade de falar PORRA! Eu acabei me adaptando a essa coisa e tenho certeza que vou sobreviver.

E as aulas voltaram! Eu fui pego de surpresa, porque achava que elas só iam começar mais tarde! Mas é outra: já me adaptei e já tenho uma porrada de seminário marcado! Sem contar com um fichamento pra entregar terça. Mas tô tranquilo, tenho certeza que vai dar tudo certo. Até porque, tô me aplicando bem.

Outra, ouvi um álbum de Evanescence... Sim, eu disse isso, ou melhor, escrevi isso. Foi aquela, tava precisando aprender um pouco sobre as músicas estilo dark, mais pelo bem do "Conto de fadas". Obviamente, deu pra arrancar um pouquinho sim, e, ouvindo o álbum todo, eu vi que as músicas eram bem legais. Tô falando do Fallen de 2004. Mas é essa: não considero o estilo dark minha cara. Acho que eu tô mais pra pop, orquestra e rock alternativo. Fazer o que, né? Não me levem a mal, o estilo tem suas músicas bacanas, mas não é pra mim...

E eu ganhei um mp4 novo! Eu tinha várias opções, mas acabei optando por um mp4 mesmo, porque eu acho ele mais simples e legal de se usar. Infelizmente meu último (e primeiro) mp4 deixou de funcionar. Acho que era a idade. O pobre já tinha uns 3 anos nas costas. Claro, escolhi o outro com muita pena e, na verdade, me senti cometendo um adultério dos mais terríveis. Nunca me senti tão horrível antes. Quase que eu nem pego, mas, por insistência de minha amada vózinha, acabei por pegá-lo. Ele (o novo) tem uns truques a mais e um tamanho de incríveis 4Gb! Isso além do que eu achei pelo nome de WOW SRS HD, ou algo assim. Pela dedução acho que era deixar o som em HD, posso estar enganado. Mas quando eu coloquei aquela criança, minha sensação foi de meu cérebro sair da caixa craniana, dar um voo e voltar. CAAAAARA! Que sentimento incrível! Uma música que eu já tinha escutado centenas de vezes pareceu algo completamente novo e melhor!
O que eu sei é que minha sensação de adultério (aquela que eu senti quando fui comprar o mp4 novo) me deixa incrivelmente preocupado. Eu fico me perguntando porque será que eu pensei naquilo como um adultério? Eu sei que eu tinha criado afinidade pelo meu mp4 antigo (passei 3 anos andando com ele para lá e para cá), tanto que eu ficava muito irritado quando acontecia uma coisa a ele: tipo uma queda ou quando a tela dele deu uma rachada legal, mas a ponto de não conseguir me desprender dele?! Acreditem ou não, ainda vou me consultar em um médico pra saber do que se trata.
O meu maior medo é o seguinte: se eu não consigo me desprender de um reles bem material, será que eu conseguirei superar meus relacionamentos quando estes acabarem? Tipo um relacionamento amoroso. Será que eu vou conseguir superar o fim com uma namorada? Ou vou ficar me remoendo e passando anos e anos a fio sem dar continuidade à vida? Definitivamente é algo que eu preciso trabalhar.

E falando em trabalho, na terça, fui com o Átila, colega meu, conectar uns computadores lá no laboratório de informática do colégio. Quando estávamos terminando, o prof. Henrique entrou. Ele já foi meu professor, então falei com ele, com aperto de mão e tudo. Foi aí que ele explicou que cada PC tinha uma certa ordem de conexão, pra que os alunos encontrassem os trabalhos deles sem preocupações. Resultado: tivemos de colocar os computadores na ordem correta. Demorou um pouco, por causa da conexão entre PC's, mas deu tudo certo no final.
Na quinta, meu pai me colocou pra trabalhar com o Giovanni, um amigo meu. A gente tinha sido mandado pro Setor Pessoal do colégio pra descobrir porque uma máquina tava dando o velho erro da Tela Azul da Morte. No caminho, me encontrei com o prof. Marcus Fábio, também professor meu, e fiz questão de dar um oi. Fomos no Setor Pessoal e descobrimos que a máquina só morria quando o Internet Explorer era ativado. Perguntamos à usuária do computador se ela poderia usar um outro navegador durante o trabalho: tipo o Firefox ou o Chrome, quem sabe o Safari? Ela disse que não, pois, aparentemente, apenas o Internet Explorer conseguia fazer uma certa operação necessária no emprego dela. E o que fizemos? Reinstalamos o Explorer e demos uma olhada. Sem brincadeira, a maldita instalação demorou uns 30 minutos. Testamos e, no final das contas, acabou dando tudo certo...

Pra finalizar eu posso dizer que estou ficando feliz com as visitas e a participação dos leitores no Hyrule Map, outro blog meu. Coloquei uma enquete recentemente e tá tendo muitas participações. Eu sei o motivo, mas não posso negar que fico feliz do mesmo jeito. Além dessa, eu tô vendo que tem mais gente comentando e tudo, o que é ótimo! Estou conseguindo conquistar leitores e, toda vez que vejo um comentário novo, me sinto na obrigação de escrever mais alguma coisa pra aumentar o conteúdo e deixar o povo feliz. Mas eu acho que posso estar deixando alguns um pouco nervosos por causa do guia que eu estou escrevendo no tempo livre, talvez por estar demorando demais e tal. Mas eu estou tentando deixar o guia 100%, então preciso de tempo, e já falei isso por lá, o que me tranquiliza.

E é isso, galera! Todos os fatos mais importantes dos últimos dias. O que é isso tudo? Resultado de um domingo, quando você fica pensando na sua vida e acaba se lembrando de coisas, algumas que você queria esquecer, e outras que você ainda queria estar vivendo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O conto de fadas quase perfeito

Sempre que penso na fatia dos Grandes, me recordo que todas as minhas criações mais ousadas e cruéis estão por lá. O maior exemplo disso são os Caosianos, poderosos seres capazes de controlar o caos. O principal deles, Xenos Vágres, faz uma ponta em praticamente todas as histórias dos Grandes (LWL é exceção), sendo um tipo de vilão geral. De fato, ele é um personagem tão importante, que foi um dos motivos para a fatia dos Supremos começar a existir. Na verdade, se eu for olhar cada ponto da história dos Grandes (começando da história de fundo, claro), vai dar pra ver que o Xevá é um antagonista eterno e que foi ele que deu diversas bases para muitos dos pontos da história.
Ele é antagonista de Tales, nos Supremos, e o vilão principal de David Hart e dá uma possível ponta nas aventuras de Retnuh. Ele é o terror de Gência. No entanto, existe uma frase que diz talvez a maior de todas as verdades (ou a segunda maior): Nada é para sempre. E é nesse pensamento que a ideia de um fim para a saga dos Grandes se mostra necessária.

O conto de fada é uma narrativa na qual o herói tem de passar por grandes obstáculos antes de triunfar sobre o mal. Nessa premissa, surge a história final da saga dos Grandes: apenas intitulada de Conto de fadas. Imagine viver em um mundo onde tudo está ocorrendo por causa das ações passadas de seus pais, mas ninguém sabe disso, só você. Este é o mundo de Glenn Detros, um jovem sonhador, que vive no mundo de Zádia (ou Nova Gência, que, depois de acontecimentos ainda inexplicados *não escrevi essa parte ainda* passou de uma galáxia inteira para um pequeno planeta). Seu pai, Zack, enfrentou Xevá em uma batalha mortal antes mesmo de Glenn nascer e, aparentemente vitorioso, morreu logo depois, devido aos ferimentos da batalha. Hina, que teve um relacionamento amoroso com Zack, engravidou pouco antes disso tudo e teve Glenn. Ela vivia em um palacete, onde os melhores ferreiros do mundo viviam, guiados pelo pai dela. Glenn cresceu lá e por lá viveu até os 10 anos de idade. No entanto, em uma dada noite, o palácio foi atacado por um exército de Xenovianos, exército dos caosianos, sob a liderança de Máxter, que se dizia ser filho de Xevá e procurava se vingar de Zack, matando aqueles que ele amava. Glenn foi salvo por Nav-los, um guerreiro Ramza amigo de seus pais, mas sua mãe, Hina, ficou para trás, para um duelo com Máxter. Indignado com sua audácia, o Caosiano a matou e, para provar seu valor a todos os humanos, afim de evitar mais atos como o de Hina, Máxter tomou Zádia para si, dando-a o nome de Império Xenoka.
Glenn, chocado com a morte de sua mãe e de sua casa, começou a criar um ódio imenso por todos os Xenovianos, mas teve que aturar viver no Império deles.

Alguns (que já me conhecem, obviamente), já devem ter se tocado que essa história é a introdução de Zero, uma série dos Grandes que fiz há alguns anos. Devido a várias questões, principalmente pessoais, fiz diversas alterações na história, procurando deixá-la mais de acordo com outros planos que possuo. No entanto, muito dos aspectos antigos de Zero ainda dão as caras aqui, como os personagens (que permaneceram intocados), o enredo geral e a atmosfera.
Por se tratar do final de uma fatia inteira de um Universo, Conto de fadas tem vários aspectos dados como conclusivos e/ou explicativos. O ponto que mais exploro aqui é a real questão da família Hart: quem são eles, porque eles podem enfrentar os Caosianos, e porque só eles podem destruir todo o caos no universo.
Mas um ponto no qual eu quero focar é a sensação do mundo pelos olhos de Glenn. Ele consegue ver que muitas das ações que movem o mundo são consequências dos atos de seus pais, como o ódio de Máxter pelos humanos (um homem matou "seu pai") e sua vontade de impedir que eles se movam (para evitar outros rebeldes como Hina). Claramente, Zádia se encontra em um período de tirania e crueldade. Glenn sente a responsabilidade de tirar sua terra das mãos de Máxter e fazer tudo ficar em paz, novamente, como um dia foi, mesmo que ele nunca tenha testemunhado esse dia.
De longe, Glenn é o mais trágico de meus personagens, seja por causa das diversas lembranças que lhe atacam do dia em que Máxter matou sua mãe, seja porque o mundo em que ele vive é dominado pelo medo e pelo ódio. O mais importante é que muitos eventos trágicos aguardam o personagem em sua história. O maior interesse é mostrar um jovem lutando e sobrevivendo aos mais terríveis obstáculos para que possa chegar a seu principal objetivo: derrotar Máxter.
A principal diferença de Glenn para os demais heróis dos Grandes é que ele vai mostrar um lado mais sensível, em contrapartida com um outro lado mais agressivo e ousado.
No fim, acho que ninguém diria que eu fiz toda essa história com uma pequena base em um jogo chamado Chrono Cross. Na minha opinião, melhor RPG de todos os tempos (corto Final Fantasy VII, e não acho que Zelda seja um RPG). A história do jogo (na minha opinião, melhor atrativo) é super envolvente e muito boa. No caso, Glenn havia sido feito tendo como base o protagonista Serge como base, mas é claro que as coisas se alteraram de lá para cá. Mas isso não vem ao caso, é assunto pra outra postagem.
Na minha cabeça, Conto de fadas talvez seja o melhor fim possível que eu poderia dar à saga dos Grandes. Se eu trabalhar duro, talvez eu faça personagens marcantes e inesquecíveis para todos aqueles que conhecerem, assim como são para mim.

Pra ser honesto, escrevi isso tudo por causa da Zeromania que senti quando tava fazendo o desenho que eu disse que faria e também porque eu tô ouvindo a trilha sonora do Chrono Cross. Enfim, se você leu mesmo esse texto, fico agradecido. Curtinho, mas achei bom de se escrever. Valeu galera!!

sábado, 30 de julho de 2011

Outra alteração de nome e um plano quase genial

Bom, pessoal... Resolvi fazer novas alterações aqui no blog. Passei uns dois meses querendo fazer uma alteração aqui, mas preferi deixar a ideia ficar madura primeiro. As mudanças não são lá tão trágicas... Só troquei a imagem de fundo e alterei o nome do cabeçalho, só isso...

Agora, essa mudança chegou em boa hora! Vai marcar a nova fase do meu jeito de mostrar imagens. OK, OK, é só um jeito provisório... Enquanto eu não consigo uma scanner (e acho que não vou conseguir nenhuma a curto ou médio prazo), vou ter que me contentar em tirar fotos das imagens que eu faço. Vai perder parte da qualidade da imagem? Talvez, mas são as ferramentas que tenho (do mesmo jeito que eu sempre fiz, né?).

Um outro ponto é que decidi reabrir "arquivos antigos" justamente para fazer uma imagem poderosa. Sem brincadeira, é a maior imagem que fiz até os dias atuais. Não, sério, ela é grande mesmo. Não faço ideia de qual vai ser o tamanho total. Mas, em questão de altura, já pegou duas folhas e um tiquim de uma terceira. Tava pensando em mandar uma foto da primeira folha, mas acabou não dando, não dessa vez...
Mas, devo admitir, tá sendo legal trabalhar nessa imagem. A ideia básica da imagem é mostrar todos os melhores personagens que eu já fiz. Agora, esses personagens são de uma parte limitada do que eu gosto de chamar de "Universo LDM": a "fatia" desse universo que é representada na imagem é justamente a porção dos "Grandes", ou seja, personagens como Dante/Cavaleiro Verde, Soul, Amanda, Izzuno, e até mesmo o Karl Vinstöffen não vão aparecer, o que diminui, e muito, o número de personagens (lembrando que a parte do Universo LDM composta pelos Fortes é bem grande também, contando com personagens secundários e terciários, embora não tenha a quantidade dos Grandes).
Os personagens que estão na imagem (ou que ainda vão ser colocados nela) vem, principalmente, das quatro principais histórias do universo Os Grandes: Supergências, LWL, As aventuras de Retnuh e Zero. Das quatro histórias: existem mais aparições dos personagens de As aventuras de Retnuh. Não é por caso de preferência, mas sim porque a seleção de personagens importantes na história é bem maior do que nas demais. No caso de LWL, por exemplo, só desenhei alguns personagens: Zukiloa, Zina e os dois Itey's. Até que ficou bem legal, com o Zuki segurando uma bíblia e a Zina cantando (com as duas mãos no peito), enquanto os Itey's tocavam um banjo e um violino (estranho demais?). De qualquer forma, não me faltam planos para essa imagem... Quando digo planos, claro que me refiro à estrutura dela por completo. Até agora, já fiz duas folhas A4 inteiras. Eu ADORARIA falar disso aqui, mas eu vou tentar manter segredo (uma coisa que preciso aprender a fazer). O que posso revelar é que, devido ao grande número de personagens, talvez a imagem só se complete com 5 folhas!! Claro, já fiz uma folha inteira só com personagens, mas os que serão desenhados a seguir são os MAIS fodões que tem! Personagens como Drake Vicina, Harox, e até mesmo os mais importantes, como Anne Bells, Lúcia, Glenn Detros, Lobo, Nil e David Hart ainda não foram desenhados! O plano (parte que posso revelar, pelo menos) é finalizar a imagem com Xevá e Tales no topo, afinal, eles são os personagens mais importantes do Universo LDM!! Por que? Xevá é um tipo de vilão universal, que aparece em todas (LWL não conta aqui), e é o Rei do Caos (razão de todo o mal e desordem no mundo); Tales porque é o criador da família Hart (antecessor supremo de David Hart), se não fosse por ele, nada nessa história aconteceria!
Um ponto mais legal disso tudo foi o ataque de nostalgia que eu tive quando fui atrás dos personagens para me lembrar deles. Nossa, foram tantas lembranças, não só das histórias, mas do que eu vivia na época em que eu fiz cada uma delas. Acho que a história que mais me fez sentir bem foi a do Retnuh. Eu estava RINDO das minhas PRÓPRIAS piadas (me senti um comediante...), como quando Retnuh vê o Netros pela primeira vez e, ao se deparar com a franja dele, ele grita "EMO!!" e derruba sua prancha no pobre coitado. Mas, esse ataque de nostalgia foi importante, de certa forma. Ao me deparar com os desenhos antigos (muitos deles com a "fase oriental LDM"), foi um pouco difícil refazer os personagens em um modo mais real. Os mais complicados foram, sem sombra de dúvida, os personagens do Retnuh. O estilo do Retnuh é feito com base em desenhos infantis e outras coisas (pra cair bem com o humor), mas fazer aqueles personagens ficarem bonzões no estilo à lá Projeto X foi difícil... Acho que os que mais viram alterações foram o Netros e a Sakura. Talvez pra caber bem com o nome da Sakura (mudar nome de personagem cinco anos depois de fazê-lo é complicado), os dois seguiram pra visual oriental (olhos puxados, essas coisas). Mas ficou legal. No entanto, os personagens mais cômicos (como o Nex) não viram tantas alterações assim).
Só posso adiantar que estou ficando muito animado com essa imagem. Comecei a terceira folha hoje, mas essa vai exigir um pouco mais de cuidado e atenção, até porque os desenhos vão ser (bem) maiores, com mais detalhes, identificando sua atmosfera.

Bom galera, é isso aí! Se é que você leu isso, obrigado! Até a próxima!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Resultado do desafio WHY SO SERIOUS?!?!

Então galera, ontem eu postei aqui um desafio interessante, que eu chamei de "WHY SO SERIOUS?!?!". O desafio seria o seguinte: você é capaz de ficar de bom humor um dia inteiro? Bom, ontem eu coloquei o desafio à prova, e quer saber qual foi o resultado? Ora, claro que não foi algo de extraordinário, mas o dia passou tão bem que foi até estranho!!! Uns efeitos que notei: quando você força o sorriso, e se imagina sorrindo ali sem nenhum motivo, seu sorriso fica verdadeiro na mesma hora, pois você acaba por rir da situação. Outro efeito foi que as pessoas que notam você sorrindo podem acabar por sorrir também. Existem outros efeitos, mas acho que seria mais interessante você descobrir por conta própria.
Ficar de bom humor faz um bem danado à saúde (e depois dizem que o Coringa é louco.). Bom, agora, eu passo o desafio para vocês leitores e todo o resto do mundo... Tente passar 24 horas de bem com a vida, sorrindo!

domingo, 24 de julho de 2011

Um desafio: WHY SO SERIOUS?!?!

Heath Ledger como Coringa em O Cavaleiro das Trevas
O Coringa talvez seja o vilão mais conhecido do herói Batman. Todos sabem quem ele é e conhecem sua filosofia: "Matar de rir é o melhor remédio". Decidi iniciar uma pequena campanha pessoal: ficar sorrindo o dia inteiro, e rir sempre que possível. Comecei há pouco menos de duas horas, e o resultado até agora foi satisfatório. Em uma pequena briga com meu irmão (não verbal, mas física), por estar sorrindo o tempo inteiro, não pude deixar de rir das situações (não só eu, ele também riu) (mesmo quando ele fazia uma chave de braço em mim). Com isso, eu passo esse desafio: você é capaz de ficar de bom humor o dia inteiro, sem nenhum motivo? Não é preciso ficar sorrindo o tempo todo, mas ficar sorridente vez ou outra é legal. Você é capaz disso? Vou continuar o desafio comigo mesmo e, amanhã, conto o resultado. E é isso aí galera! Curtam o desafio!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Opinião pre-matura de Turma da Mônica Jovem

Muitos dizem que as coisas de entretenimento do Brasil são coisas ruins, que debatem sempre o mesmo tema: violência, drogas, favelas, corrupção e por aí vai. Até mesmo a melhor franquia de filmes nacionais, o infame Tropa de Elite, tem esses temas como base! O problema é que, quando alguém me faz perguntas a respeito, tenho de concordar tristemente com esses tópicos que acabei de citar...
Na verdade, muito da "cultura" brasileira é como parte da letra de Fuckin' Perfect da cantora P!nk:
Mistreated / Misplaced, Misunderstood
E o pior que é verdade... Aqueles responsáveis pelo entretenimento daqui (leia-se cinema) não estão fazendo um bom trabalho, nos jogando com toneladas de coisas que vimos e vemos todos os dias...
Só que, existe uma luz no fim do túnel: o brasileiro (no geral, mesmo) sabe fazer comédia. É o único ponto que TODOS nós, brasileiros, sabemos fazer!
Bem, eu enrolei, enrolei, mas foi pra chegar nesse ponto: apesar de não parecer, muita gente está tentando fazer o que pode, seja com tirinhas, seriados (muitos são bons!), alguns filmes, vários livros, pinturas, quadros e HQ's.
No caso das HQ's brasileiras, acho que o maior (e melhor) destaque que temos é o trabalho de Maurício de Sousa e sua maravilhosa Turma da Mônica. É uma delícia ler os gibis da turma. As aventuras da Mônica, os planos do Cebolinha, as trapalhadas do Cascão, os lanches da Magali, sem falar dos diversos outros personagens dentro e fora da turma! A HQ não é só um sucesso nacional não! É tão bom que está aí, mundo afora, com muito sucesso, muito bem, obrigado!
Em anos recentes, nosso caro Maurício (leia-se salvador da cultura pop brasileira) passou por um dilema quando viu seu filho tendo dificuldade para escolher entre o gibi da turma e um mangá de Naruto. Foi a partir daí que um mangá para a Turma da Mônica começou a parecer uma ÓTIMA ideia. Depois de um tempo, veríamos Turma da Mônica Jovem aparecendo nas bancas. A transformação de HQ pra Mangá foi uma bela duma surpresa! Claro, o gibi da Turma da Mônica continua sendo escrito e circulando por aí! O mangá foi feito para ser mais uma parte da turma (e um ótimo golpe de merchandising). Essa nova fase tem como público aqueles que tem a vontade de ver como ficariam as aventuras da Turma depois que eles atingissem a adolescência (e também aqueles que leem o gibi original e tem vergonha de serem vistos assim, que, espero eu, são poucos...). Admito que, a princípio, achei meio estranho. Mas, depois de ruminar a ideia, acabei por aceitar feliz.
Não cheguei a ver muitas edições, na verdade, tudo o que vi foram três edições: #00, #01 e #02. Por isso, o nome Opinião Pre-matura no título da postagem! Mas, aqui vai o que consegui notar. Por ser fruto de Maurício de Sousa, espera-se uma lição de moral por trás das histórias, tanto para as crianças quanto para os adolescentes e adultos. A primeira coisa que o gibi (desculpe, força do hábito) mangá trata é a união com família e amigos. O bom é que não foi como aquelas mensagens exageradas que a gente costuma ver na TV ou nos filmes, foi bem discreto, mas chamativo e forte. Ponto pra eles!
Uma outra preocupação minha foi a orientalização da Turma da Mônica. Graças à Deus (e ao Maurício) isso não aconteceu. Ainda notei traços muito bem brasileiros na trama, além da força que as personalidades de cada personagem possuem. Claro, por ser um Mangá, a história é bem viajada, mas ainda é interessante.
Outro ponto que gostaria de apontar é que, apesar de terem crescido, Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão continuam os mesmos, só que com pitadas mais de adolescente, claro. Existem diferenças aqui e ali, mas os personagens que amamos e com os quais crescemos ainda estão aqui! Vou evitar me aprofundar mais, até porque praticamente conhecemos tudo sobre eles!
Eis um outro ponto: o bom-humor é inegável, especialmente quando quem vai falar é o Cascão. E não estou falando de um bom-humor bobo e sem graça, estou falando de piadas boas (que fazem sentido), fáceis de entender, contextualizadas e divertidas que, no mínimo, vão deixar um sorriso em seu rosto.
Pra fechar, creio que posso falar do roteiro como um todo. Até agora, não vi nenhum problema. Tudo indo muito bem, do jeito que se espera da MSP (Maurício de Sousa Produções). Divertido, com suas mensagens e contextualizações. O roteiro é impecável, e está seguindo um ótimo caminho, deixando você vidrado na história. É tanto que, quando se chega na última página da edição você fica como "Já?! M-m-mas eles iam detonar aquilo ali!". E acredite, são cerca de 100 páginas por edição, e elas passam muito depressa.

É chato ter que me manter com o que escrevi aqui. Mas eu ainda preciso ver o resto da revista pra conseguir ter uma opinião mais forte e sólida! Mas, pelo que eu li, se trata de mais um excelente trabalho do Maurício de Sousa, com boas aplicações, tanto na história, quanto no estilo em si. Até agora, Turma da Mônica Jovem está sendo um tremendo sucesso e, pelo menos eu espero, que se mantenha assim... Essa eu recomendo com certeza!!

Lorenzo World Legends: roteiro mais maduro, mais forte e mais censurável

Lorenzo World Legends (ou LWL) é o nome de minha saga fictícia e fantasiosa baseada no período da Idade Média. Para essa história, tive várias inspirações, sendo as mais importantes: The Legend of Zelda (série de videogame, criada por Shigeru Miyamoto) e O Senhor dos Anéis (livro épico, e filme épico, criado por J.K. Tolkien).

Na verdade, LWL é uma recriação de uma história que criei em 2005, entitulada de "Lorenzo".  Essa história era um tipo de seriado com vários títulos, sendo estes World, Duk, Kimon, Black, Sand, Diamond entre outros que não consigo lembrar agora... Cada título contava com um protagonista, e todos aconteciam no reino místico de Lorenzo. No entanto, depois de vê-los com meu olhar de 17 anos (quase 18!!), percebi a sua imensa imaturidade e, de certa forma, infantilidade exagerada.
Nada contra os gêneros infantis, mas o meu estilo de história simplesmente difere muito do infantil (retire Retnuh da lista, sim?)...
LWL é, para ser mais específico, uma recontagem dos eventos de Lorenzo WORLD. Uma guerra entre os dragões e os humanos, ambos com bons motivos para guerrear. Só que, para LWL, eu não escolhi ficar com os protagonistas da versão "original" (Nil, Cammally, Saunno, Swert e Cap). Depois de um breve pensamento, decidi que alguns dos personagens da primeira parte da saga: World, Duk, Kimon e Black, deveriam dar as caras. Acabou ficando com os protagonistas do World (Nil, Cammally, Saunno e Swert), um do Duk (Lobo) e um do Kimon (Zukiloa). Passei um tempo me perguntando se a protagonista do Black deveria dar as caras. Só que, eu teria de decidir entre ela (Amy, se não me falha a memória) e Saunno, devido ao limite imaginário de seis personagens. Acabei optando pelo Saunno, não só por ele ter um lugar de direito na história, mas também porque seria muito complicado adicionar a Amy no contexto de LWL (não que eu não tivesse planos para ela).
Agora, aqui vai um aviso sobre o LWL. Diferente do Lorenzo World, LWL é bem mais "adulto". Não tô falando só da presença de sangue, até porque ela é bem artificial, aparece vez ou outra. O ponto é o seguinte: eu estou em uma busca para fazer uma história que está mais de acordo com a realidade em questão de sentimentos, sensações e pensamentos. Tradução: personagem mais humano é importante. Em LWL, estou procurando manter personagens com desejos, aflições e aspirações. Os melhores casos são o da Princesa Cammally que fica procurando pelo seu pai (o rei) que desapareceu, enquanto está morrendo de preocupação; também temos o caso do Saunno que, depois que conhece a Cammally, fica doidinho pra dar uns amassos, mas não pode. Na verdade, pensando aqui, todos os personagens tem conflitos internos que precisam ser resolvidos. Beeem diferente do Lorenzo World, onde todo mundo tinha um destino e ia com o maior prazer: "Ah! É pra lutar até a morte?! Beleza! Vamuh lá, galera! Detonar geral!".
Agora, outro ponto que já comecei a treinar (tanto no papel quanto no psicológico) é a nudez... Sim, tem nudez. Agora, a ideia não é fazer o famoso sex appeal, ou fazer exploração sexual, que é isso! A ideia é a mesma na qual fiz base: deixar as coisas mais próximas à realidade. Sem falar que vivemos num mundo onde tudo tem um fundo criminoso. Não estou me referindo só aos "bullying" de mentira que todo mundo tá inventando hoje, mas também a algo do tipo: "Nudez?! Então é pornografia! Putaria! Coloca o aviso!!". No caso, ênfase nessa última frase. Não vou negar: cenas de sexo estão planejadas SIM! Mas não chega a ser pornografia... Até porque o intuito não é fazer as pessoas fazerem... vocês sabem o que... Todas as ditas cenas estão contextualizadas, e servem para aumentar a realidade na história. Além disso, teve um clipe da banda 30 Seconds to Mars, o Hurricane, que conta um pesadelo do compositor (Jared Leto), em que ele, e os outros integrantes da banda, são perseguidos por uma organização criminosa, ou algo assim. No caso do Jared, é porque ele tinha feito uma relação sexual com uma mulher aí. O que eu achei interessante é que essa relação aparece, vez ou outra, no que parece ser uma seção de sadomasoquismo (eu acho isso MUITO estranho, sério...). O clipe em si é maravilhoso, 13min de clipe, e, além de focar na "putaria", focou no resto da história: a perseguição, a descoberta e a revolta, ou algo assim. Isso é puramente arte, pessoal! E outra, diferente dos Hentai's (absurdos, diga-se de passagem), não estou lidando com nenhuma criança nas histórias (nem vocês leitores, espero). Todos os personagens que estão lá já são maiores de idade, tem seus anseios e conhecem a face do mundo. Claro, pra ter realidade, vai ter tabu nas conversas sobre o assunto com as mulheres da história (mulher na idade média não podia conversar sobre isso, só com o marido se não me engano).

O enredo de LWL segue a mesma base do Lorenzo World, só que eu deixei um pouco melhor. Aumentei o tom de seriedade e ocidentalizei. Os personagens que já desenhei foram Nil, Trewsy, Lobo, Cammaly, Saunno, Rock R. Croc, Swert, Trews, Cap, dentre outros. A história ainda está em seus primórdios, mas está indo bem e, até agora, não fiz nenhum ponto no qual creio que vou me arrepender no futuro. O melhor: estou fazendo tudo à minha maneira, sem exagerar nas inspirações e perder o foco. Cada personagem evoluiu bem. Mesmo o começo (que não ficou muito bom) está sendo bem aproveitado. Só vou dar uns ajustes ali e aqui... Ainda estou na parte em que Nil encontra Saunno e eles partem para procurar Zira (potencial futura esposa de Nil, mas amiga ainda). Já teve uma cena de nudez, OK, nem tanto. É só a Cammally, mortalmente ferida, com vários cortes, um deles fatal, no tórax. Os soldados de lá tiveram que tirar a blusa dela para tratar dos ferimentos. Tive que tomar cuidado com a desenvoltura dos seios, pra que não ficassem... feios. Deu um bom trabalho, eu acho. Aproveitei e coloquei todos os ferimentos que pude, pra justificar a linha "Deus! É muito sangue! Ela está muito ferida..." de um dos soldados, enquanto espera um médico.
Um ponto final: é ficção, então aproveitei para fantasiar um pouco: tipo dragões que se tornam em seres humanos... Soube que o contrário acontece em um rpg de videogame aí (acho que é o Breath of Fire). Bom, assim que eu conseguir uma scanner, eu mando uma imagem da "revista", que, assim que eu terminar o SOUL, vira livro.
Estou aproveitando as músicas do This Is War pra poder conseguir idéias próprias. Além das letras, os ritmos daquele álbum são muito legais. Ajuda mesmo, sério!
Já tá tarde e eu tenho que dormir. Amanhã vou tentar continuar o LWL. E outra: passei em Antropologia! YES! Uma cadeira a menos! Agora é só me matar de estudar pra passar em Sociologia, Estudos Históricos e Geografia!
Valeu povo, e até mais!!

domingo, 10 de julho de 2011

LWL - Personagens 3

- Cammaly Lorenzo I -
Uma dos seis protagonistas da série. Cammaly (ou simplesmente Cammy) é a princesa do reino de Lorenzo. Apesar de ter crescido sendo realeza, ela foi treinada nas mais diversas artes marciais e manuseio de armas. Ela, apesar de ser uma mulher determinada e forte, também é uma princesa meiga, feliz e, muitas vezes, um tanto despreocupado com os demais problemas do mundo. No entanto, seu pai, o rei Lorenzo, desapareceu misteriosamente e, durante esse período, Cammaly perdeu o trono para Swert. Ela, então, foi aprisionada...

- Saunno -
O sexto protagonista, mas não o menos importante. Saunno nasceu em uma cidade rica, mas no lado pobre. Órfão ainda criança, teve de se virar para viver, desde fazer pequenos furtos até improvisar uma casa em dias de chuva. Foi ainda criança que ele aprendeu, sozinho, a lidar com o Arco e Flecha. Quando cresceu, Saunno tornou-se um caçador de recompensas famoso. No entanto, ele não se comporta como um homem elegante. Ele é rude e faz muitas piadas machistas. Porém, Saunno não pode ver uma mulher que considere bonita, que ele faz certos toques "inapropriados".

sábado, 9 de julho de 2011

Turma da Mônica e cia. nos video-games!!

Acho que isso nunca passou pela cabeça de ninguém... Mas parece que o Maurício de Sousa, autor da famosa Turma da Mônica está considerando lançar video-games pra turminha.
Não sei dizer quando foi que ele teve a idéia, mas parece que foi depois de comparecer à E3 (maior feira de video-games do mundo) deste ano.
O negócio é que, além de jogos para celulares e redes sociais (coisas que, se formos comparar com os videogames ditos "de mesa", são fáceis de se fazer), o bom Maurício planeja lançar um jogo para PlayStation 3, Xbox 360 e Nintendo Wii!
No entanto, não é a primeira vez que as criações do Maurício aparecem nos videogames... A primeira vez foi, se não me engano, no começo da década de 90, com um cartucho para o Master System e para o Mega Drive, consoles da SEGA. E mais, foi lançado um jogo "Turma da Mônica - Vamos Brincar No.1" lançado para o Zeebo!
O negócio é que eles querem alçar voos bem altos! Por exemplo, temos o dito jogo do Astronauta que será lançado para o PS3, Xbox360 e Wii.


Nada contra Maurício de Sousa! Na verdade, sou um grande fã das criações dele e sempre que vejo uma revista dele, fico doidinho para ler! Sem falar que, apesar de ter estranhado no começo, acabei por ficar interessado em ler o Turma da Mônica Jovem. Estou torcendo pra essa empreitada do Maurício dar certo.  Só acho que ele pode achar um pouco difícil conseguir entrar nesse mercado com sucesso nas mãos. Mas, se ele (e a equipe, obviamente) entrar nessa com calma, cuidado e dedicação. Acho que eles vão se dar bem. Vamos ver no que é que dá, né?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Coisas novas por aqui

Eu sei que demorei pra mostrar como as coisas estão andando mas, pelo que parece, o lugar tá tão deserto como sempre. Tudo bem, sem preocupações, é bom que eu vou experimentando as coisas aqui até que fique tudo legal =D!

Adicionei o uso das janelas. Achei muito legal, tão legal que passei a idéia pro Hyrule Map também! Esses caras do blogger tão aparecendo com umas idéias muito legais esses dias. Bom, seguinte, uso do Paint, que era coisa normal aqui, tá fora de questão. Tive que mudar o sistema operacional do meu computador de Win XP pra Win 7. O Paint do 7, apesar de ter muitos recursos legais, é bem complicado e acaba por me matar, simplesmente por eu não ter mais aquele conforto que eu costumava ter... Resultado, vou ter que pensar em outra forma de colocar imagens... Infelizmente, vai ter que ser por scanner. É bom que eu mato de uma vez por toda a suspeita que muitos tem que eu não sei desenhar com lápis e papel! Assim que eu conseguir um scanner (que vai demorar muito), vou colocar algumas imagens. Quero ver neguim botar defeito por causa de "preconceito" por aqui mano!
Agora, se alguém pensar que eu sou um Da Vinci... Ferra. Mas, modéstia à parte, acho que eu sei desenhar muito bem pra quem nunca teve aula de desenho e tal. Eu disse: modéstia à parte!!
Nesse instante, acho que vou explorar um pouco mais esse recurso das páginas! Vou separar os vídeos do Greats Wars e mandar bala! Só tem um problema... Como é que eu vou fazer os próximos episódios...?
Penso nisso quando eu conseguir uma forma de mandar desenhos pra cá.
Alguém (?) leu o prólogo da Cidade Fantasma? Maaaano! Aquilo sim é que é um textim bom de ler! Minha especialidade: sem imagens pra tomar meu tempo e atrapalhar na leitura, só as boas e velhas palavras. Se eu tivesse uma equipe... tentava fazer uma adaptação em live-action/vídeo! Mas claro, não podia ser em Chernobil! É sério, a verdade da TG TV é mandar histórias! Não desenhos (eles são legais e tudo, mas podem ser dispensados, em minha opinião!). Se alguém quiser saber mais sobre isso, é só ver na página "Sobre esse blog"!

E é isso aí... Doido, como sempre, mas indo! Vou adicionar a página "Greats Wars" agora mesmo! E depois, tirar um cochilo. Hoje tem seminário, de novo...

sábado, 25 de junho de 2011

Como treinar o seu Dragão - Resenha

A equipe da DreamWorks Animation é fantástica. Todos os filmes (senão a maioria) produzidos por ela (a equipe) geralmente são ótimos sucessos de crítica e de público. Não é diferente com a animação Como treinar o seu dragão, livremente baseada em livro de mesmo nome.

Não deixe nada enganar você. Como treinar o seu dragão é um dos melhores filmes de animação dos tempos atuais

Se alguém pedir minha opinião, acreditem quando digo que Como treinar o seu dragão é uma de minhas animações favoritas. O roteiro, o estilo, as músicas, os personagens, tudo está em perfeita harmonia e tão natural. Ao assistir o filme, rapidamente me senti dentro daquele mundo.

O enredo do filme circula Soluço (Hiccup), um jovem viking que vive na ilha de Berk. Os vikings do local sofrem de uma certa "praga" que sempre ataca seus rebanhos de ovelhas: dragões. O sonho de todo viking é matar um dragão, e isso não é diferente com Soluço. Em uma certa noite, Soluço chega perto de conquistar seu grande sonho: com um atirador, ele consegue derrubar um lendário Fúria-da-Noite, o mais temido tipo de dragão. No entanto, quando ele está prestes a matar o dragão, um sentimento de culpa o toma e ele acaba o libertando. Isso abre uma possibilidade para que Soluço e o dragão (chamado depois de Banguela -Toothless-) se tornem grandes amigos. A história roda, principalmente nessa amizade e nos grandes obstáculos que ela enfrenta.
É interessante ver que a história do filme se mantém normal e perfeitamente natural, nunca mudando para um aspecto diferente. Afinal, ela por si só já chama atenção. Não demora muito para que você se sinta imerso no mundo de Berk, isso graças à excelente narrativa. Os próprios personagens são excelentes, cada um com personalidade e estilo diferentes, e, nessa, eu dou destaque para Soluço e Banguela.

Uma amizade quase que proibida acontece entre Soluço e Banguela
   Os dois protagonistas talvez sejam os personagens que são mais explorados e desenvolvidos do filme (o que era de se esperar, certo?). Em especial, esse desenvolvimento acontece mais durante as cenas de interação entre os dois que, acredite, não são poucas. O início é mais uma relação de curiosidade por parte de Soluço e total desprezo de Banguela. Eventualmente, ambos os personagens se tornam grandes amigos, um dos fatores sendo por Soluço tentar concertar uma parte da calda de Banguela, que o auxiliava no voo. Rapidamente, ambos se tornam amigos inseparáveis.

Como eu disse, a narrativa e os personagens de Como treinar o seu dragão são brilhantes. Mas, o que dizer dos demais fatores do filme?
Creio que posso começar com a trilha sonora. Talvez, esta seja um dos pontos mais fortes do filme quando se diz em chamar atenção. Muitas das músicas são marcantes, em especial a música introdutória, a música de Soluço e Banguela treinando, o primeiro voo de Banguela com a asa reparada, as músicas da batalha ao final e, claro, a própria música final. São excelentes obras realizadas por ninguém menos que John Powell. Você pode curtir uma dessas músicas no vídeo:



Essa trilha sonora é tão cativante, que foi a que me fez repensar duas vezes sobre trilhas de filmes, e também foi a que abriu meu interesse nelas.

Um ponto final que eu gostaria de acrescentar seria o estilo gráfico escolhido no filme. Obviamente, Como treinar o seu dragão tem como público-alvo as crianças. Para isso, um filme em animação com visual realista não poderia ser agradável. Escolheram, então, um estilo artístico mais cartunesco (o visual, não as cores).

O estilo cartunesco foi a melhor escolha para um filme como este. 

Quando se trata dos personagens humanos, o estilo cartunesco é fácil de ser percebido, tendo como personagens mais visíveis Estóico (Stoic), Astrid e o próprio Soluço. No entanto, quando se fala dos dragões do filme, eles são os mais variáveis. Enquanto Banguela tem um visual mais "bonitinho e fofo", outros dragões tem um estilo mais sombrio, como é o caso de Red Death.

Red Death e seu estilo sombrio e, de certa forma, assustador, em contrapartida com...

...Banguela e seu estilo fofinho e bonitinho. Tudo é uma questão de personalidade.
Os dragões tem suas personalidades reveladas através dos estilos escolhidos. O melhor exemplo disso é, mais uma vez, Banguela. Por ser o dragão mais visto e amigo de Soluço, Banguela se mostra mais inofensivo, com olhos grandes e curiosos, junto de expressões muitíssimo... expressivas (?). Agora, Banguela não é fofinho o tempo todo, existindo momentos em que ele adota um visual bem mais agressivo, lhe fazendo se perguntar onde está toda a fofura que estava ali há pouco tempo. É um exemplo como o da imagem.

Como um gato, Banguela consegue estreitar suas pupilas, indicando raiva ou alegria


Em resumo, Como treinar o seu dragão é um dos melhores filmes da atual geração de animações. Narrativa excelente, música marcante, estilo épico e bem aplicado. Foi até um dos indicados ao Oscar de melhor animação, perdendo para Toy Story 3. Implacável e genial, são duas palavras que definem essa pérola da DreamWorks. 

Altamente recomedado!