domingo, 25 de setembro de 2016

Retnuh e o Dinossauro - Data de publicação

Olá, caros leitores! Espero que vocês estejam tendo um bom final de mês!


 Estou aqui para falar um pouco sobre Retnuh e o Dinossauro, a nova aventura do Retnuh, e o projeto sobre o qual eu fico falando direto no Twitter.
Pois bem, vamos ao que interessa. Neste momento, o projeto está oficialmente terminado e já está apto para o lançamento!

Analisando bem as condições, pude, finalmente, estabelecer uma data! Retnuh e o Dinossauro será lançado nesta sexta-feira, dia 30 de Setembro de 2016. É, eu concordo, bem no finalzinho do mês, MAS, que forma melhor de acabar o mês do que com uma história de 37 páginas que tem dinossauros, resorts e cones de papel?

A história, em sua integridade, estará disponível aqui no blog, para leitura de todos! Por isso, espero que vocês leiam e se divirtam com ela!
Agradeço muito à paciência de todos!

Muitíssimo obrigado, e até a próxima!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

As Crônicas de Nárnia - A Última Batalha [COMENTÁRIO]

Depois de tantos meses, finalmente consegui chegar à grande conclusão de As Crônicas de Nárnia. É certamente um final bem mágico, mas, que me enviou sinais misturados.


A Última Batalha é o último livro d'As Crônicas de Nárnia e, como tal, ele tenta amarrar todas as pontas soltas, ao mesmo tempo em que procura criar relações com todos os seis livros que vieram antes dele. E, sim, como você deve estar pensando, este foi o último livro da série a ser publicado.
Infelizmente, admito que o livro não acertou os pontos certos para mim como fez A Cadeira de Prata, mas, apesar disso, é, sem dúvidas, o segundo livro mais sólido de todas as Crônicas, em termos de estrutura e tom, além de ser o único que me vem à cabeça que procura estabelecer um pensamento filosófico, martelando insistentemente em temas como fé, amizade, lealdade e vida pós-morte.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

As Crônicas de Nárnia - A Cadeira de Prata [COMENTÁRIO]

Parem o mundo porque o impossível aconteceu. Eu ADOREI um dos livros das Crônicas de Nárnia! O QUÊ?!


Antes que eu perca a cabeça, permitam-me fazer uma breve explicação do que se passa. Desde que eu comecei a fazer esses comentários em relação a todos os livros das Crônicas de Nárnia, admito que tomei a forma de um crítico bem chato, encontrando falhas em praticamente todos os aspectos, e mantendo essas falhas destacadas em meus comentários. Sim, eu encontrava livros que eu chamava de “passáveis” ou “interessantes” (leia-se O Cavalo e seu Menino e Príncipe Caspian, por exemplo), mas, minha opinião, no geral, era pouco favorável para os trabalhos de C.S. Lewis.

Mas, surpresa, loucuras acontecem. Terminei de ler A Cadeira de Prata essa semana, e estou legitimamente impressionado com o quanto gostei dessa nova empreitada. Talvez tenha sido a forma de narrar, os personagens, as situações, ou tudo isso, mas, irei entrar em detalhes neste comentário.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Zootopia (2016)

Há alguns anos atrás, eu realizei um pequeno projeto chamado Projeto 50, cujo propósito era fazer uma pequena resenha, ou comentário, a todos os filmes da Walt Disney Animation Studios lançados até aquele momento. Na época, o último filme da lista foi o super-popular Frozen, mas, eu cheguei a anexar uma outra resenha, em relação ao filme Operação: Big Hero.
Trago de volta esse assunto pois estarei aqui adicionando um novo anexo a todo o projeto: um breve comentário a respeito do último filme da Disney até o momento: Zootopia.

Ouvi falar desse filme desde bem antes de ele ser lançado, e, apesar de ter acompanhado os teasers e trailers, não consegui chegar a ver o filme nos cinemas (embora não por falta de interesse). Essa semana, no entanto, finalmente tive a chance de ver o filme, e, também, descobrir se era isso tudo que as pessoas diziam que era.
Alerta de spoiler: Era tudo isso, e bem mais.



 Em Zootopia, seguimos a história de vida de Judy Hopps, uma coelha cujo maior sonho é ser uma policial, para que possa fazer uma diferença e fazer do mundo um lugar melhor. Ela vai morar na cidade de Zootopia, onde vivem diversas espécies de animais antropomórficos, onde passa por vários baixos, e começa a ter dúvidas de seu próprio potencial, algo estimulado ainda mais pelo raposo Nick Wilde.
Eventualmente, Judy encontra uma grande oportunidade para se provar digna de seu cargo de policial, e, arrastando Nick consigo, ela parte em uma grande missão para descobrir mais sobre o desaparecimento de certos animais.

A trama é um dos pontos mais fortes de Zootopia e, ironicamente, é por motivos que já me fizeram abominar um filme completamente. Como tantos outros antes dele, Zootopia faz o possível para se manter fresco, sempre atirando uma nova ideia e evitando a saturação. No passado, chamei filmes assim de “desfocados”, e foi essa característica que me levou a atirar O Galinho Chicken Little no abismo. Mas, a forma como Zootopia lida com tudo isso é o que faz o filme sair como um vencedor. As situações novas certamente sabem deixar o espectador adivinhando e, mais do que isso, nunca realmente passam da linha do absurdo, mantendo o filme inteiro em um único tom, enquanto que ele vai para todo lugar e experimenta diversos ritmos com incrível maestria. O final do filme não é algo que você espera logo no começo; na verdade, é uma bela viagem, que lhe mantém adivinhando e sempre fazendo você errar, por explorar detalhes novos e antigos que, por vezes, mudam tudo.

O segundo ponto que merece destaque são os personagens. Judy Hopps e Nick Wilde estão dentre os protagonistas mais interessantes e simpáticos que a Disney teve em anos. Não só isso, como eles têm uma química fantástica e crível, do tipo que se vê desenvolver e que tem um desfecho lindamente agradável.
E isso são só os dois protagonistas. Os personagens secundários, mesmo aqueles que estão em tela por poucos minutos, também são fantásticos, criando um universo crível e cheio de personalidade.

Creio que, talvez, esse seja o ponto que faz de Zootopia um dos filmes mais atraentes e divertidos dos últimos anos (ao menos em termos Disney). O universo que nos é apresentado é rico, cheio de detalhes, e que realmente funciona. Tudo lá dentro parece ter sido feito com os mínimos cuidados, e seu efeito é visível.
Como resultado, certas referências são incríveis, e as piadas do filme são divertidíssimas.

Zootopia é um daqueles filmes que, mesmo quando entra em terrenos mais clichês, consegue apresentar um estilo à parte e é uma festa do começo ao fim. É, de longe, um dos meus filmes preferidos da Disney: o melhor desde Enrolados, e tudo isso porque é um filme que não se deixa ficar cansativo, sabe o que quer, e possui personagens e um universo absolutamente maravilhoso.

Mais do que nunca, se há um filme que eu tenha de recomendar dessa nova fase da Disney, é Zootopia. Sem menos. Seja você um fã de animação, da Disney, ou de qualquer coisa, é preciso ver o filme. Eu lhe garanto, é muito mais do que eu escrevi aqui, e você não vai se arrepender.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada [COMENTÁRIO]

Ler As Crônicas de Nárnia vem sendo uma crônica por si só. Por um lado, fico maravilhado com um grande mundo cheio de magia, detalhes especiais e digno de atenção; por outro, tenho de me contentar com um narrador pouco convincente, personagens um tanto bobos e situações nada interessantes.
Eu diria que é como comer uma comida exótica: é, de fato, muito interessante, e tem todas as vantagens do mundo, mas os menores detalhes podem fazer você perder completamente o apetite, e ser forçado a terminar o prato mesmo que não queira.
É claro que isso não é de todo verdade, é até um pouco grosseiro de minha parte, mas, ENFIM, A Viagem do Peregrino da Alvorada é o próximo capítulo da história, e é outro daqueles que tem muitos acertos, mas que tem também erros corriqueiros e um pouco irritantes.



A história de A Viagem do Peregrino da Alvorada (ao qual vou chamar de "Peregrino", porque esse título é grande demais) ocorre três anos, a-ham, "narnianos" depois dos eventos de Príncipe Caspian, e conta com boa parte dos personagens de antes. Edmundo e Lúcia estão de volta, assim como Caspian e o rato Ripchip; uma das novas caras é Eustáquio, primo dos Pevensie e um personagem de superação.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

A turma do Retnuh - Argumentos


Rapaz, este 31 de agosto deu o que falar. Por isso mesmo, estou deixando aqui.

Tenham discussões saudáveis, queridas e queridos! Nada de atormentar seus coleguinhas porque elas ou eles discordam de você.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A turma do Retnuh - Panfletos


Vai chegando Outubro, vão chegando as propagandas e os outros métodos que os políticos têm para nos lembrar que eles precisam de voto. Nada de errado aí... O chato é quando eles esquecem uma coisa chamada "bom senso".

Essa tirinha, como tantas outras da Turma do Retnuh, é relativamente baseada em fatos reais, já que vi um cara em condições deploráveis entregando panfletos, em pleno sol de meio-dia, de uma pessoa que prometia "cuidar de seus direitos". Espero que o cara tenha, pelo menos, conseguido a gorjetinha que ele deveria receber pelo trabalho.

Acho que nosso dever, agora, é escolher novas pessoas para as nossas assembleias e prefeituras, de forma a deixar nossas cidades melhores... Que os últimos anos tenham melhorado a visão política dos brasileiros...