quarta-feira, 10 de maio de 2017

[LDMForever-10anosdepois#4] Trabalho em equipe - A origem dos times e como isso teve de mudar



Eu não faço ideia de onde começar com essa postagem... Acredito que já foi dito em detalhes a origem de toda a ideia da versão do blog de LDM Forever, além de todo o meu pensamento a respeito do que foi feito antes... Então, para essa postagem, eu gostaria de traçar a origem geral dos times e de falar porque eu imaginei que eles seriam um bom complemento um para o outro. Além disso, eu farei uma breve reflexão quanto ao motivo pelo qual eu abandonei todo esse cânone, em busca de algo diferente, e qual foi a força por trás disso tudo (que, alerto logo, poderá ser surpreendente).

quarta-feira, 3 de maio de 2017

[LDMForever-10anosdepois] LLS Refeita

O time LLS estava preenchendo uma cota. Simples assim.

Depois que estabeleci o novo universo, foi muito simples achar lugares para cada membro de cada time de LDM Forever. A única exceção foi o time LLS, que me deu uma tremenda dor de cabeça por eu não saber como exatamente poderia inclui-los.
Após a análise na terceira postagem do projeto, ficou bem claro para mim que o trio simplesmente não tinha personalidade, e nem pareciam de um tipo que eu poderia explorar adequadamente.

Foi assim até a criação d'As Aventuras de Retnuh, onde, por algum motivo, me veio a ideia de colocar a Lyla como uma caixa em uma loja de roupas. Foi naquele dia, inclusive, que percebi que LDM Forever completaria 10 anos em 2017, e, também, foi ali que me veio a primeira motivação para trabalhar neste projeto. Então, ironicamente, foi o time LLS, ou parte dele, que me deu o incentivo necessário para tudo isto.

Nada mais justo, então, que as postagens "Refeita" sejam concluídas com o time que deu toda a ideia.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

[LDMForever-10anosdepois] CHB Refeita

Eu não saberia dizer com certeza, mas, tenho a impressão de que a primeira imagem que criei quando comecei a escrever LDM Forever (a versão do blog) foi uma imagem do time CHB.
Lembro bem que, de todos os outros personagens que viriam a fazer times, o trio de CHB foi o mais rápido, o mais apressado, e o que menos detalhes tinha. Eles não tinham uma longa história por trás; eles não vieram da mente de outra pessoa... Eles muito menos tinham qualquer coisa original indo para eles... Mesmo assim, o trio acabou sendo o mais divertido de se retrabalhar, não só porque tenho grandes planos para o futuro deles, como também acredito que sua falta de originalidade funcionou como uma página em branco: seu vazio abrindo espaço para várias possibilidades.

Desde o surgimento público do time CHB, muita coisa mudou para os personagens, conforme nós já exploramos na terceira postagem expositiva deste projeto. Inclusive, um deles iria até ganhar uma série própria, que mostraria exatamente quem era o seu novo eu; uma ideia que eu não tenho intenção de abandonar ainda!

Seja como for, as personalidades e nomes do time CHB mudaram, assim como seus designs... Ao menos em parte... Vejamos como ficou.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

LDMForever-10anosdepois#3] Quem eles eram? Onde estão agora? - Uma explicação detalhada de como os heróis de LDM Forever vivem em seu novo mundo



Quando fui criar o universo no qual Retnuh vive, tive que levantar alguns pontos para considerá-los com cuidado. O primeiro foi em relação aos personagens que haviam feito parte de LDM Forever; tive de pôr as cartas na mesa e analisar quais deles teriam como aparecer novamente.
Isso significa que alguns deles acabaram não fazendo a transição, por motivos diversos.

Nesta postagem, meu objetivo é, antes de falar sobre isso, explicar em detalhes quem eram os heróis de LDM Forever, dando luz não só a suas motivações e personalidade, como, também, onde eles se encaixam no novo universo, apresentado em As Aventuras de Retnuh, e o que foi alterado para que isso fosse possível.

sábado, 15 de abril de 2017

Mini-análises de filmes #2

No começo de 2015, a página deste blog começou a publicar pequenas análises de filmes, fossem eles novos ou antigos.
Apesar de não ser uma atividade frequente, é certamente uma que considero divertida de fazer. Para ter certeza de que todas elas possam ser lidas de uma forma ou de outra, decidi publicá-las em grupos de 9 por aqui.

Para hoje, começaremos com uma (relativamente longa) reflexão do filme Plano 9 do Espaço Sideral, e terminaremos com A Lenda de Tarzan

quarta-feira, 12 de abril de 2017

[RELATÓRIO DE BORDO] A noite e suas ironias

Hoje à noite, fiz algo que nunca tinha parado para fazer antes: fui a uma atividade extracurricular da universidade: uma palestra de título "Ficção e resistência: desvelando e fustigando as elites na literatura", presidida pela prof. Sueli Saraiva, da Unilab, e o prof. José Leite Jr., da UFC.

Como o título pode indicar, o tema da palestra era uma reflexão quanto à presença da elite (leia-se, a classe alta, o pequeno número de pessoas detentor da maior parte das riquezas do mundo, tanto econômica quanto política) como foco dentro da Literatura. Apesar de o foco da palestra ter sido a Literatura africana (mais especificamente, a Literatura de Angola e Moçambique), foi impossível não desenhar paralelos com a situação atual do Brasil, o desconhecimento do estilo de vida da elite brasileira, e outros mais.
Foi uma palestra curiosa, certamente fascinante, e que abriu os olhos quanto à necessidade de se colocar mais foco na elite em Literatura, com o propósito de deixá-la "desconfortável", assim digamos, mas, não por motivo de mal feito ou até uma vendetta; na verdade, a ideia é incentivar a elite a sair de sua zona de conforto para que ela possa abrir os olhos para os problemas sociais e, mais importante, possa utilizar seus recursos e influências para causar mudanças de impacto positivo.

Um sonho utópico, alguns dirão, mas, ao menos, sonhar é o primeiro passo para se realizar alguma coisa. Além do mais, um pouco mais de variedade não doeria muito em um mundo literário tão cheio de distopias.

Mesmo sendo essa uma palestra tão interessante (e que pretendo me lembrar para produções futuras), não é por conta dela que estou escrevendo este pequeno texto.