sábado, 22 de julho de 2017

Atualização dos últimos dias - Aniversário de LDM Forever + Retnuh VI

Essa semana tem algo muito importante pra mim...

No dia 27 de Julho de 2017, LDM Forever terá, oficialmente, dez anos de idade. Dez. Anos.

É também nessa data que eu pretendo publicar aquele último "presentinho" que prometi, lá na última postagem do projeto LDM Forever - 10 anos depois. Não será a última coisa que farei de LDM Forever, para todo o sempre, já que... Espera, estou me adiantando! Um passo de cada vez!

sábado, 8 de julho de 2017

Atualização dos últimos dias

Deveria ter havido uma postagem de atualização na semana passada. No entanto, após ter publicado s2, a primeira história conjunta da subsérie "A turma" do Retnuh, admito que minha mente simplesmente deu de ombros, achou que fez um bom trabalho e deixou por isso mesmo; só lembrei que tal postagem deveria existir no domingo. Àquela altura, não adiantava mais falar nada. Deixássemos então para a semana que se seguia, quando seria certeza de que haveria um pouco mais para falar.

Apesar de postagens semanais tratando de atualização serem ótimas ideias, eu temo em dizer que não teria muito o que dizer se eu tivesse, de fato, feito alguma coisa aqui. A boa notícia é que todo esse tempo extra me permitiu pensar no que eu já poderia divulgar, e acredito que chegou a hora de fazer justamente isso.

Vou também aproveitar para falar um pouquinho sobre como foi o processo de criação do s2, mais abaixo. Mas, garanto, esse não será o foco do dia (ou noite, dependendo de quando você está lendo isso).


terça-feira, 4 de julho de 2017

A turma do Retnuh - Troco



Essa história pode, ou não, ter sido baseada em fatos reais. Na verdade, foi baseada em fatos reais. Não tem nem o que esconder aqui. A diferença é que eu nunca saberei se o troco extra foi proposital ou acidental.
Deixo aqui meu alô pro caixa, assumindo que ele se reconheça na situação acima.

Eu ia escrever toda uma crônica sobre o acontecido mas, vendo o quão difícil era fazer tudo de uma vez sem ficar enrolado, e vendo a praticidade que tinha uma tirinha do Retnuh, achei que seria uma boa simplesmente fazer o último.

Mil perdões pelo meu silêncio absoluto durante o percurso dessa semana. Muita coisa veio acontecendo nos últimos dias, em termos de responsabilidades, obrigações, e sei lá mais o que. Essa tirinha foi um momento breve de descontração para me distrair tanto das obrigações quanto do ataque de alergia que estou tendo neste exato momento. Isso é sempre um amor, não é?

Vejo vocês na próxima! Até mais!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A turma do Retnuh - s2

Eu queria ter postado isso no dia 12 de junho... Um bom tempo atrasado, mas, eu acho que ainda conta.





Boas férias pra vocês!

sábado, 24 de junho de 2017

Atualização da semana - 18/06 a 24/06

Estou escrevendo isso bem depois da hora. Não vou dar desculpas, nem falar de situações que me levaram a isso. Estou atrasado em entregar meu texto, e isso é tudo.

A boa notícia é que, para hoje, eu quis trazer coisas um pouco mais significativas do que fiz semana passada. Leia-se: vou mostrar partes maiores daquilo que venho trabalhando. Isso inclui uma página, um trecho e, finalmente, a introdução de um personagem novo.

Vamos começar pelo projeto maior.

Retnuh "6"

Seis. Seis porque este é o sexto grande projeto do Retnuh, os outros cinco sendo as tiras iniciais, A Busca pelo Bolo, o Homem de Fogo, Retnuh e o Dinossauro e Feliz. O Gato Borralheiro não conta. E, não, ainda não consegui encontrar um nome para essa nova história... Ou... Será que consegui...?

quarta-feira, 21 de junho de 2017

A turma do Retnuh - 21 de Junho


Hoje é o aniversário de um dos nomes mais importantes da Literatura Brasileira! O grande Machado de Assis comemoraria 178 anos hoje!

E perdão pela qualidade baixa dos traços da tira; meu tempo foi bem apertado hoje! Mas, eu não podia deixar de dar uma homenagem ao Machado!

Parabéns, grande mestre!

Sejamos concisos!

Retornando hoje de uma conferência amíssima sobre o mal na Literatura, deixei-me levar pelos pensamentos enquanto voltava para casa, misturando o que ouvi com o que venho aprendendo na maravilhosa cadeira de Estilística, e, no geral, refletindo sobre todos esses assuntos combinados.

Eis que, logo antes de minha parada, eu me deparo com a fachada de uma instituição religiosa, creio que evangélica, bastante... ocupada, digamos assim.
Além do nome indicado da instituição (o qual não citarei por motivos óbvios), a fachada incluía uma série de dizeres referindo-se a qualidades direcionadas a Jesus Cristo.
O comum dentre todas elas era o início "O Único", seguido de uma pequena frase de cunho esperado desse tipo de coisa.

No entanto, acredito que por conta do entusiasmo de quem produziu tal fachada, o grande número de frases me pareceu, perdão pela grosseria, um tanto mal pensado, duas delas em particular fixando-se fortemente em minha mente:

"O Único que morreu por você."

"O Único que voltará em breve."

Dentro do contexto religioso, nenhuma das frases é absurda, muito menos provida de sentidos dúbios. Ambas, na verdade, tratam do ponto máximo do Cristianismo, que é a morte de Cristo pelos pecadores, e sua ressurreição para salvar os pecadores.
No entanto, ao extraí-las de seu contexto, ou melhor, ao pô-las em contraste com contextos externos, não é difícil perceber que elas acabam que sendo contraditórias.
O quanto, você pergunta? Pois bem.

Primeiro, falemos daquele que "morreu por você.". Ao dizer isso, temo que o uso de palavras, ou melhor, o uso de "O Único" no começo cria certos problemas; em especial, cria-se o ponto de que, em nossas vidas, no nosso dia a dia, pode-se dizer que muitos morreram por nós, em maneiras diferentes.
O caso que me veio à mente foi o de soldados e guerreiros, pessoas que lutam, e morrem, para garantir o nosso estilo de vida como o conhecemos e, por extensão, nós mesmos. Em outros termos, eles morreram por nós e, tristemente, continuam a morrer.

O segundo caso é ainda mais simples! Ao sair de casa, com o mero intuito de passar em uma padaria, você voltará em breve. Obviamente, não há a segurança e certeza absoluta como no caso de Cristo, mas, é provável que você voltará em breve.

Essa minha reflexão está sendo feita para apontar o quanto se retira de algo quando você trata em explicá-lo.
Fosse a expressão "O Único" seguida do nome de Jesus, tenho convicção de que eu não estaria escrevendo estes pontos como estou agora, visto que o significado da palavra, somado à sua letra inicial maiúscula, já dariam toda a informação de que preciso, sem adereços desnecessários.

Isso me lembrou de uma discussão em uma das aulas de Linguística que tive, na qual foi deixado claro que, ao categorizar algo como Deus, não se está fazendo nada mais do que limitar sua capacidade, existência, seja o que for.
Por exemplo: ao falar de Deus como um "Deus do Infinito", estou deixando nas entrelinhas, mesmo que inconscientemente, que há um Deus do Finito. E isso vale para muitas outras coisas: o Possível e o Impossível, o Tudo e o Nada, e por aí vai.
E ainda vou mais longe: afirmo que categorizar Deus como um "Deus de todas as coisas" também não é suficiente à sua majestade, à qual palavras não são suficientes para descrever. Pois, eu teria de continuar dizendo que Ele também é Deus "das coisas que não são, das coisas que seriam, das que não seriam, das que serão, das que não serão, de nenhuma das coisas", e quaisquer outras variáveis, possivelmente infinitas, que a categoria exigirá.

Isso ocorre porque a língua é uma criação humana, cheia de limitações, assim como nós, seus criadores, também tão cheios de limitações, coisas que Deus não tem.

Em resumo, não há sucesso em descrever aquilo que é indescritível, já que palavras apenas diminuem aquilo que é infinitamente grande e superior, dando-lhe limites humanos.
Por vezes, em especial daquilo que nos agrada e que nós adoramos, o conciso é muito mais favorável, e digno, do prolixo, mesmo que não seja ainda o necessário para tudo.